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terça-feira, 5 de maio de 2015

Os motivos para o desespero da oposição

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O desespero da oposição tem fundamento
por Alberto Kopittke*, no Sul21
É preciso olhar o atual ataque que a oposição político-midiática-financeira está fazendo ao Governo Dilma para além da onda de ódio disseminada em setores da classe média para que se compreenda os seus reais motivos.
As razões para um ataque tão virulento, beirando ilações de apoio a um Golpe de Estado, obviamente não estão na indignação do PSDB, da Rede Globo, da Veja, ou do capital financeiro em relação a corrupção, com a qual sempre conviveram tranquilamente, quando lhes convinha.
O que a oposição percebeu é que, após atravessar mais um ou dois semestres com dificuldades econômicas, os últimos três anos do Governo Dilma podem ser o ápice do atual projeto nacional-desenvolvimentista, iniciado em 2002.
A partir do segundo semestre do ano que vem, o Governo começará a inaugurar as grandes obras dos Governos Lula e Dilma, como a transposição do Rio São Francisco; as Hidrelétricas de Belo Monte (a terceira maior do mundo), de Jirau e de Santo Antônio; a expansão e construção de pelo menos 6 metrôs que estão em obras e dezenas de BRTs; pontes, como a de Laguna (SC) e a segunda Ponte do Guaíba (RS); grandes trechos da Ferrovia Norte Sul; ampliação e modernização dos maiores aeroportos do país; plataforma de petróleo; refinaria Abreu e Lima, que será a mais moderna do país; entre muitas outras.
A Petrobrás que nos últimos anos fez muitos investimentos para se preparar para o pré-sal, volta a se capitalizar a partir de 2016 e as extrações de Petróleo quadruplicam nos próximos três anos.
Além disso, a inflação tende a recuar e a economia voltar a crescer, gerando mais alguns milhões de empregos. E, de quebra, a Presidenta ainda inaugura a Cidade Olímpica e o Parque Olímpica e recepciona as Olimpíadas e as ParaOlimpíadas de 2016, em um megaevento que tende a ser 6 vezes maior que a Copa do Mundo.
Neste cenário, dá para entender o desespero da oposição e seu desatino golpista. Eles sabem que tudo o que foi plantado nos últimos 12 anos, será colhido nos próximos quatro.
*Alberto Kopittke é advogado e vereador de Porto Alegre.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Geraldo, faça como a Dilma: visite as obras contra a seca. Ué, não tem? Só filme na TV?

Fernando Brito transp
A presidenta Dilma Rousseff visitou as obras do trecho 1N do Projeto de Transposição das Águas do São Francisco na Paraíba, que vai até o reservatório de Jati, no Ceará
Está com 64% das obras concluídas e terá trechos em operação no final deste ano e liga Cabobró, em pernambuco, ao Reservatório de Jati, no Ceará, através da Paraíba.
Depois de uma série de problemas no período de  Fernando Bezerra Coelho, homem de confiança de Eduardo Campos no Ministério da integração nacional, o projeto engatou e as obras funcional 24 horas, sem parar à noite, como você vê na imagem do trecho entre Mauriti (Ceará) e São José das Piranhas (Paraíba).
São dois eixos: o Norte com 260 km de extensão, 3 estações de bombeamento, 9 aquedutos, 3 túneis e 15 reservatórios de pequeno porte e o Leste, com 217 km de comprimento, 6 estações de bombeamento, 5 aquedutos, um túnel e 12 reservatórios.
O governador Geraldo Alckmin também visitou as obras de combate à seca em São Paulo.
Ele foi ao… onde?
Não foi, é claro, a lugar nenhum.
Porque não há obra alguma.
Nem as bombas d’água que vão chupar o fundo das represas são mostradas, porque é algo tão improvisado e mambembe que não impressiona ninguém.
Quem já viu me contou que são uns mangueirões adaptados a balsas.
Como se diz aqui no Rio, uma “gambiarra”, que não dá nem pra ficar mostrando.
Enquanto isso a Sabesp lança um filmezinho na televisão.
É a seca a culpada, mas o paulistano é “antes de tudo um forte” e vai resistir.
“Paulista é aquele que nasceu para vencer, faça chuva ou faça sol”.
Lindo, pura poesia.
Informação? Zero. Providências? Zero. Obras para resolver? Zero.
Só um “paulistriotismo” de ocasião.
É por isso que Dilma soltou hoje, na entrevista que concedeu , uma espetadela, dizendo  que o Brasil é “engraçado”: quem nunca fez obras quando pôde, desanda a criticar as obras de quem faz, quando pode.
Ah, a realidade, que coisa triste esta tal realidade que teima em mexer com as “verdades” na nossa mídia.

Do Blog TIJOLAÇO

quarta-feira, 17 de março de 2010

Eu, o PAC e as mentiras do PIG.


Por Clovis Campos

Eu e o PAC

A BR 101, na direção Recife, por onde passo pra visitar meus netos, está quase toda duplicada, mas tem sido um trânsito de tratores e máquinas infernal. Ainda na semana passada fiquei pelo menos vinte minutos parado porque estavam inaugurando a duplicação do trecho paraibano. Estão duplicando mais de mil quilômetros dessa estrada ao mesmo tempo!

A BR 230 – a Transamazônica que deu certo – aqui perto de João Pessoa está uma lástima: o PAC está construindo três viadutos de acesso e retorno sobre as duas pistas recém inauguradas. E pior, depois de ter duplicado a estrada até Campina Grande, já planeja sua duplicação até Teresina! Vai ser um trânsito insuportável por uns dois ou três anos. Felizmente a duplicação desta e de outra estrada, a que liga Campina a Caruaru, não me afetam. Nunca vou para lá.

O bairro do Bessa está um deus nos acuda: mais de sessenta ruas estão recebendo tubulação de esgoto e pavimentação! Não há cristão que aguente tanta poeira.

Mês passado, o governador José Maranhão foi a Campina Grande inaugurar uma adutora que resolveu o problema de abastecimento d’água de toda região até o ano 2025. Um milhão de pessoas beneficiadas? Quinze Anos pra frente? Porque tanto desperdício? Essa obra do PAC poderia ser bem menor.

A tal da transposição do Rio São Francisco, outra obra faraônica do PAC – e que vai secar o pobre rio – já esta chegando à Paraíba. Criou apenas dez mil empregos no sertão.Os demagogos dizem que essa obra vai permitir irrigação de dezenas de milhares de hectares de terra paraibana. Para que? O Brasil já não exporta muitos produtos agrícolas? De mais a mais o povo do sertão está habituado a conviver com a seca.

Dia 1º de Março teve início a licitação para a construção do porto de águas profundas de Cabedelo. Vão investir oito bilhões de reais na construção de mais um porto numa região que dispõe de dois outros grandes portos: Suape (PE) e Pecém (CE). Só porque a capacidade de ambos se esgotará dentro de seis anos? Mesmo criando alguns milhares de empregos diretos e indiretos tal obra é um exemplo da irresponsabilidade fiscal promovida pelo PAC.

“Last but not least”, a causa de minha maior irritação com esse tal de PAC: minha garagem ficou interditada mais de quinze dias porque estão universalizando a rede de esgotamento sanitário de Cabedelo e da grande João Pessoa. E naõ adianta lavar o carro!

Portanto, não venha me falar que esse tal de PAC não existe ou não funciona. Eu já estou com o saco cheio dele!