sexta-feira, 2 de outubro de 2015
OPERAÇÃO SALVA RATO
segunda-feira, 20 de julho de 2015
esse timbó tá mais para ebó!
Promotor que abriu inquérito contra Lula responde a processo por não trabalhar
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| Dr. Timbó no batente |
quarta-feira, 29 de maio de 2013
Apagão do Senado para agradar a mídia
Não beira o ridículo, não, entra com tudo no terreno da pataquada esta “decisão” do Senador Renan Calheiros de não colocar em pauta para votação a Medida Provisória das contas de luz.
A razão de não haver o mínimo de sete dias estipulado pelo Senador para que, depois de aprovada pela Câmara, a MP seja apreciada pelo Senado é pueril.
Nenhum senador desconhece a matéria, que está tramitando ali ao lado, e seus assessores tiveram todo o tempo do mundo para examinar o texto original e as emendas aprovadas pelos deputados.
Se algum não está esclarecido – o que é inacreditável – faça um serão e fique.
O único motivo é a tentativa de Renan Calheiro de achar que bajula a mídia com esses rompantes e que isso o deixa bem.
Afinal, agora ele é o “moralizador” que corta as despesas do Senado, inclusive com ações de “cabo-de esquadra” como essa.
E quer responder às criticas pela aprovação às pressas da MP dos Portos no Senado.
Ora, a MP dos Portos atrasou, todo mundo sabe, por conta do grupo de peemedebistas – partido de Renan – que queria embarcar “contrabandos” na lei que beneficiavam Daniel Dantas, ocupante do porto de Santos. E que se aliaram ao PSDB e ao DEM para tentar, sem sucesso, derrotar Dilma.
A MP da conta de luz não é uma bobagem, mas uma decisão que desonera em 20% as exorbitantes tarifas pagas pela população.
As concessionárias de energia é que devem estar achando luminosa essa ideia.
Assim, com esse apagão cívico, é que Renan e o Senado se desmoralizam.
Votem, senadores. Porque as trevas da omissão são a maior das vergonhas para um representante do povo.
Por: Fernando Brito
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Mapa de propinas da Alstom no Brasil inclui ex-funcionários públicos, diz MP suíço
post do terror do nordeste
quinta-feira, 29 de julho de 2010
LULA ASSINA MP QUE INCENTIVA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou há pouco uma medida provisória (MP) de incentivo à inovação tecnológica no país. A medida isenta de tributos os recursos públicos não reembolsáveis repassados a projetos de subvenção econômica.
O ministro de Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, disse que essa medida corrige uma falha da Lei da Inovação Tecnológica. Segundo ele, com a MP, não será mais cobrado imposto dos recursos repassados a empresas que tiveram projetos de inovação selecionados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
Com isso, a subvenção fiscal não usada no ano fiscal que for transferida para o exercício seguinte não será mais considerada como lucro. Assim deixa de ser tributada.
O ministro destacou que a medida faz parte de um conjunto de ações para estimular a inovação tecnológica. Na semana passada, foi assinada uma MP que dá ao Estado a possibilidade de comprar produtos das empresas brasileiras mesmo que esses produtos sejam mais caros que os estrangeiros, desde que sirvam para estimular as novas tecnologias.”
FONTE: reportagem de Ivan Richard e Stênio Ribeiro publicada pela Agência Brasil (edição: Rivadavia Severo).
terça-feira, 22 de junho de 2010
Terras brasileiras loteadas por multinacionais, o MST já sabia. Pergunte aos sem terra, MP
O MST há muito tempo denuncia o loteamento de terras brasileiras por empresas estrangeiras, mas diante de suas denúncias e ações contra este loteamento, na maioria das vezes, vemos a criminalização deste movimento por parte da imprensa, por parte de uma sociedade conservadora e, pasmem, até mesmo por parte do Ministério Público. Aqui, aqui, aqui, aqui, aqui alguns exemplos sobre a criminalização do MST e dos quilombos.
Por vezes, os procuradores com verdadeiro espírito público se manifestam contra o abuso do próprio MP, veja: aqui e aqui. A sociedade civil humanista também se põe contra a criminalização do mais importante movimento social do Brasil, aqui e aqui.
Pois bem, agora o Ministério Público resolveu investigar e descobre que o Estado brasileiro não sabe a localização e o tamanho das terras controladas por multinacionais. Vão começar a investigar.
Eu tenho uma sugestão ao MP: consultem o MST eles sabem e há muito lutam contra o loteamento do Brasil.
Quer um pequeno exemplo? Leiam aqui.


