Mostrando postagens com marcador MP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MP. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

OPERAÇÃO SALVA RATO

Marcos Ferreira Pinto Basto
Salva Rato convertida em Lava Jato para disfarçar, virou um feudo do juiz Sérgio Moro que manda prender a esmo sem ter provas acusatórias e seus alvos são elementos do PT assim como diretores das empreiteiras que executam grandes projetos na Petrobras.
Afirma possuir indícios de crimes, mas não apresenta provas incriminatórias e vai mantendo presos por tempo indeterminado esses diretores que deveriam estar gerindo suas empresas e pela certa, suas ausências provocam impasses na concretização dos referidos projetos que são de suma importância para a Petrobras.
Quem criou essa operação Lava Jato e a colocou sob a direção do juiz Sérgio Moro, titular da 13ª Vara Federal na cidade de Curitiba/PR? Não seria mais lógica uma vara federal no Rio de Janeiro, onde está a sede da Petrobras ou no Distrito Federal? O que Sérgio Moro esteve fazendo nos EUA nos meses que antecederam a mencionada operação que sugere limpeza com poderosas injetoras de água?
Esteve fazendo curso ou especialização jurídica?
Mas a justiça yankee não se assemelha à nossa! Fica uma estranha interrogação. Que não é das melhores quando ficamos sabendo que Moro atuou no caso do Banestado que envolveu transferência de somas Bilionárias para o exterior, principalmente os EUA, feitas por gente filiada ao PSDB e nada lhes aconteceu. Alberto Youssef atuou muito nessas transferências e fez a tal delação premiada, tão recompensada que aí está ele de novo envolvido em mais um caso de transferências bilionárias com mais uma delação premiada.
Mas vamos recuar no tempo para melhor entender a atual situação. Lula já tinha mandado demitir Paulo Roberto Costa por ter sido informado que o então diretor da Petrobras levava uma vida de gastos milionários e a partir dessa altura seus projetos enviados para a câmara dos deputados eram alvo de todo o tipo de atrasos e muitos rejeitados.
Velhos lacaios de Zé Sarney fizeram chegar aos ouvidos de Lula que o problema estaria sendo causado pela ordem de demissão de Costa. Ao invés de manter a demissão e mandar executar rigorosa auditoria na Petrobras, mandou cancelar a demissão e então podem imaginar como o Costa recompensou os deputados e senadores que o salvaram, pela certa que não dedurou nenhum deles a quem recompensou.Com as costas quentes, Paulo Roberto Costa passou a roubar descaradamente e tanto roubou que causou prejuízo multi-milionário à Petrobras na aquisição da refinaria de Pasadena/EUA. Não cumpriu cláusulas do contrato de compra e venda da refinaria que a vendedora entrou com ação na justiça yankee. Este contrato era de inteira responsabilidade dele. D. Dilma mandou demiti-lo e processá-lo. Foi julgado e condenado a pesada pena de prisão. Seus amigos do PSDB logo o orientaram em requerer a tal delação premiada e aí começou a festa da Petrobras. Costa começou dedurando gente sem importância na roubalheira que promovia dentro da Petrobras, enquanto seus advogados mantinham entendimentos com advogados dos ex-diretores Pedro Barusco, Renato Duque e Nestor Cerveró.
Costa já afirmara que naquele ano de 2014 não haveriam eleições presidenciais e não cairia sozinho, com as costas quentes de seus amigos do PSDB, chutava o pau da barranca, dedando seus comparsas de roubos milionários à Petrobras, via empreiteiras que eram forçadas a super faturar os orçamentos da execução de projetos com as quantias exigidas principalmente por Paulo Roberto Costa e pelos outros diretores ladrões. Todos roubavam em nome de políticos numa vâ tentativa de justificar tanta desonestidade, mas eram eles mesmos que acabavam ficando com o maior quinhão da roubalheira.
Sob a batuta do juiz Sérgio Moro, a operação Salva Rato tinha como função maior no ano eleitoral de 2014, vazar trechos das denúncias que pudessem induzir as pessoas a pensar que Dilma Roussef, candidata `a reeleição estaria envolvida em atos de corrupção na Petrobras e conseguiu prejudicar muito Dilma, mas tanto a direção da campanha da Presidente como o próprio PT, não recorreram ao TSE, condenando esse fato criminoso, nem ao CNJ, responsabilizando o juiz Moro como responsável pelo vazamento de supostas declarações.
 A mídia vendida, espalhava diariamente meias noticias muito tendenciosas que mencionavam sempre o PT junto de palavras como corrupção e Petrobras. Nas redes sociais, os valentões do teclado, hitlernautas e frustrados da vida, publicam toda a sorte de barbaridades sobre Dilma, Lula, PT e qualquer membro do partido que apareça nos noticiários.
Apesar do grande apoio financeiro de setores norteamericanos e do próprio governo, interessados em derrubar Dilma e o PT do Planalto, a Presidente reelegeu-se e aí começou nova fase de bombardear o Governo e a Petrobras.
O juiz Sérgio Moro recebeu instruções para intensificar as ações que firam o PT, a Petrobras e a Presidente. Não sabemos se chegou ao pormenor de mandar investigar a cachorrinha de Marisa Letícia, esposa de Lula, mas de certeza absoluta que a vida do ex-presidente e de seus filhos foram devassadas secretamente.
Se o ministro da justiça fosse Protógenes Queiroz, ex-delegado da PF, expulso da entidade policial federal com o beneplácito de Lula porque estava investigando e prendendo os grandes ladrões que pululam no Brasil, pela certa que D. Dilma seria informada da ação da rede de promotores e delgados da PF que agiam e ainda agem contra seu Governo, contra a Petrobras e, sobretudo, contra a Nação, uma corja de traidores, muitos deles com passagens pelos EUA que nem Moro, o chefão, cópia desbotada do Quinzão!
Sérgio Moro tantas aprontou que acabou mexendo com os brios jurídicos dos ministros do STF e o responsável pela operação cada vez mais Salva Rato, cortou-lhe poderes, mas não foi nada em comparação com a tremenda mancada, para não a nomear com um nome mais pomposo da linguagem jurídica ou da popular que faz todo o mundo sentir mau cheiro: Sérgio Moro quase um Talião tupiniquim mandou prender o Vice-Almirante Othon Luis Pinheiro da Silva, diretor da Eletronuclear, como juiz não tem autoridade para mandar prender nenhum militar a não ser em flagrante delito e muito menos um Vice-Almirante.
O correto teria sido encaminhar representação à Justiça Militar, sugerindo as medidas que julgava necessárias, mas que nem um digno representante da justiça cega, surda e muda, mandou afiar a espada para decepar a honra do Vice-Almirante Othon, a maior autoridade do Brasil em segurança nacional!
O Comandante da Marinha deveria ter mandado um destacamento de fuzileiros navais resgatar o Vice-Almirante Othon e prender todos envolvidos na sua prisão, depois comunicaria o ocorrido ao ministro da defesa que por sua vez, levaria ao conhecimento da Comandante em Chefe das FFAA, a Presidente Dilma que comunicaria o ocorrido ao CNJ, enquanto Sérgio Moro e seus comparsas ficariam detidos em quartel da Marinha até serem julgados por Tribunal Militar.
Mas ninguém sequer se manifestou! Será possível que não temos em cargo importante da República, um brasileiro que preze a segurança da Pátria e um dos mais nobres cidadãos que temos? Ninguém conhece a grande obra do Vice-Almirante Othon? Os yankees conhecem bem seu valor e sua prisão tem seus dedões!

segunda-feira, 20 de julho de 2015

esse timbó tá mais para ebó!

Promotor que abriu inquérito contra Lula responde a processo por não trabalhar



Promotor que abriu inquérito contra Lula responde a processo por não trabalhar. É a guerra do MP!

O Instituto Lula publicou nota dizendo que a abertura de inquérito contra o ex-presidente é resultado da ação de atropelo do Procurador Valtan Timbó Mendes Furtado sobre os prazos, ainda em curso, determinados pela titular do caso, a procuradora da República Mirella de Carvalho Aguiar.

As informações pedidas por ela foram, tempestivamente, entregues a menos de uma semana e sequer foram devidamente analisadas.

O que fez, então, o sr. Dr. Timbó correr deste jeito?

Andar depressa com processos não é da tradição do Dr. Timbó.

Ou será que a sua atitude é parte da guerra interna da Procuradoria, às vésperas do processo eleitoral interno?

Dou um doce para quem me disser porque o Dr. Timbó teve publicada, há dez dias, a abertura de um Processo Administrativo contra ele pela Corregedoria Geral do Ministério Público, órgão diretamente ligado a Rodrigo Janot.

Adivinhou?

Negligência!

O Dr. Timbó ” foi negligente no exercício das suas funções ministeriais, tendo em vista o atraso ao dar andamento em 245 (duzentos e quarenta e cinco) feitos que estavam sob a sua responsabilidade, conforme conclusão da Comissão de Inquérito Administrativo, composta por Membros do ministério Público Federal”, diz o despacho publicado na página 59 do Diário Oficial da União, parte 2, no dia 6 de julho último.

E, agora, o lento Dr. Timbó resolveu “correr”, ao ponto de desrespeitar a promoção de uma colega, que estendia o prazo de exame das informações e que, antes, já havia dito que a “notícia de fato” que se baseava exclusivamente em notas de jornais e da revista época não oferecia base a abertura de inquérito.

Leia aqui a cronologia dos fatos publicada pelo Instituto Lula. 

Mas, se quiser, dispense detalhes.

Timbó está “mordido” em ter sido apontado como desidioso publicamente, embora não tenha sido um ato pessoal do Corregedor, mas a avaliação de uma comissão  seus próprios colegas.

É isto o retrato preciso do arbítrio que se instaurou com o “todo poder aos promotores”.

Um ato disciplinar, interno, pode ser o motivo de se criar uma crise política em torno do maior líder político brasileiro, com recortes vagabundos de jornal apenas a ampará-lo.

É isso aí: Timbó, o lento, é a esperança do Brasil…

Se não fosse uma tragédia, daria uma boa piada.
Dr. Timbó no batente

CORREGEDORIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO
PORTARIA Nº 62, DE 3 DE JULHO DE 2015

O CORREGEDOR NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO, com fundamento no artigo 130-Aparágrafo 2º, inciso III, e parágrafo 3º, inciso I, da Constituição da República e nos artigos 18, inciso VI, 77, inciso IV, e parágrafo 2º e 89, parágrafo 2º, todos da Resolução nº 92, de 13 de março de 2013 (Regimento Interno do Conselho Nacional do Ministério Público) e com base na Reclamação Disciplinar nº CNMP 0.00.000.001022/2014-09,resolve:
1. Instaurar Processo Administrativo Disciplinar em face do Procurador da República no Distrito Federal, VALTAN TIMBÓ MARTINS MENDES FURTADO, em razão dos seguintes fatos:
"No período compreendido entre 05 de maio de 2004 a julho de 2015, portanto, por mais 11 (onze) anos, o Procurador da República no Distrito Federal, VALTAN TIMBÓ MARTINS MENDES FURTADO, foi negligente no exercício das suas funções ministeriais, tendo em vista o atraso ao dar andamento em 245 (duzentos e quarenta e cinco) feitos que estavam sob a sua responsabilidade, conforme conclusão da Comissão de Inquérito Administrativo, composta por Membros do ministério Público Federal, e de acordo com a tabela em anexo."
2. Indicar, atendendo à exposição das circunstâncias dos fatos acima realizada, que o Procurador da República no Distrito Federal, VALTAN TIMBÓ MARTINS MENDES FURTADO, em virtude de prática, em tese, da falta funcional prevista no art. 241, inciso I, da Lei Complementar n. 75/93, punível com advertência, uma vez que foi negligente no exercício da função, tendo em vista o atraso ao dar andamento em 245 (duzentos e quarenta e cinco) feitos que estavam sob a sua responsabilidade.
ALESSANDRO TRAMUJAS ASSAD
Ministério Público da União

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Apagão do Senado para agradar a mídia

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Mapa de propinas da Alstom no Brasil inclui ex-funcionários públicos, diz MP suíço


Por: Redação da Rede Brasil Atual



São Paulo - Ex-funcionários públicos foram incluídos no relatório final do Ministério Público da Suíça sobre a investigação de propinas pagas pela empresa Alstom a governos estaduais brasileiros. As denúncias envolvem autoridades de São Paulo e Distrito Federal.

Apenas o ex-banqueiro suíço Oskar Holenweger é acusado na peça. O julgamento do caso deve ocorrer nesta semana no Tribunal Federal da Suíça. A Alstom não estará na condição de réu nesse caso. O objetivo do pagamento de propinas, segundo o Ministério Público suíço, era garantir contratos públicos no Brasil, especialmente com a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), de 1997 e 2002.

Segundo a Agência Estado, ex-diretores da Eletropaulo e um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo são apontados como parte do esquema. O principal alvo da invesigação é Holenweger. Boa parte da acusação coloca transferências de US$ 2 milhões em 20 ocasiões diferentes a ex-funcionários públicos brasileiros como provas da ação ilegal.

Holenweger admite ter feito as transferências bancárias em nome da Alstom no exterior, alegando ter agido "sob o mandato" da empresa. Ele nega ter praticado crimes de lavagem de dinheiro e de caixa 2. Ele diz que acreditava, à época da transação, que a operação seria dentro da lei.

A Alstom limita-se a apresentar uma nota à imprensa de teor semelhante à posição apresentada desde que as investigações foram iniciadas. A multinacional afirma seguir "um rígido código de ética" que a obriga a "respeitar todas as leis e regulamentações mundialmente". A empresa garante ainda estar colaborando com investigações na Justiça suíça e conclui: "As suspeitas de irregularidades em contratos não foram comprovadas e não estão embasadas em provas concretas".

Na Justiça brasileira


Em 2010, representantes do Ministério Público Estadual (MPE) de São Paulo apresentaram ação cautelar pedindo o blogueio de US$ 1 milhão depositados em bancos suíços em nome de Robson Marinho. Ele foi conselheiro do TCE a partir de 1997, além de ter trabalhado como tesoureiro da campanha do PSDB em campanhas eleitorais. Marinho é acusado, segundo o MPE, de ter recebido quase US$ 500 mil.

Na Eletropaulo, o nome citado era o de José Geraldo Villas Boas, apontado como receptor de US$ 1 milhão. Sua função seria a de facilitar contratos com a empresa. Ele chegou a trabalhar na própria Alstom depois de deixar a Companhia Energética de São Paulo (Cesp).
post do terror do nordeste

quinta-feira, 29 de julho de 2010

LULA ASSINA MP QUE INCENTIVA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA


“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou há pouco uma medida provisória (MP) de incentivo à inovação tecnológica no país. A medida isenta de tributos os recursos públicos não reembolsáveis repassados a projetos de subvenção econômica.

O ministro de Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, disse que essa medida corrige uma falha da Lei da Inovação Tecnológica. Segundo ele, com a MP, não será mais cobrado imposto dos recursos repassados a empresas que tiveram projetos de inovação selecionados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Com isso, a subvenção fiscal não usada no ano fiscal que for transferida para o exercício seguinte não será mais considerada como lucro. Assim deixa de ser tributada.

O ministro destacou que a medida faz parte de um conjunto de ações para estimular a inovação tecnológica. Na semana passada, foi assinada uma MP que dá ao Estado a possibilidade de comprar produtos das empresas brasileiras mesmo que esses produtos sejam mais caros que os estrangeiros, desde que sirvam para estimular as novas tecnologias.”

FONTE: reportagem de Ivan Richard e Stênio Ribeiro publicada pela Agência Brasil (edição: Rivadavia Severo).

terça-feira, 22 de junho de 2010

Terras brasileiras loteadas por multinacionais, o MST já sabia. Pergunte aos sem terra, MP

http://portalcataguases.com.br/portal/wp-content/uploads/2010/03/mst.gif

O MST há muito tempo denuncia o loteamento de terras brasileiras por empresas estrangeiras, mas diante de suas denúncias e ações contra este loteamento, na maioria das vezes, vemos a criminalização deste movimento por parte da imprensa, por parte de uma sociedade conservadora e, pasmem, até mesmo por parte do Ministério Público. Aqui, aqui, aqui, aqui, aqui alguns exemplos sobre a criminalização do MST e dos quilombos.

Por vezes, os procuradores com verdadeiro espírito público se manifestam contra o abuso do próprio MP, veja: aqui e aqui. A sociedade civil humanista também se põe contra a criminalização do mais importante movimento social do Brasil, aqui e aqui.

Pois bem, agora o Ministério Público resolveu investigar e descobre que o Estado brasileiro não sabe a localização e o tamanho das terras controladas por multinacionais. Vão começar a investigar.

Eu tenho uma sugestão ao MP: consultem o MST eles sabem e há muito lutam contra o loteamento do Brasil.
Quer um pequeno exemplo? Leiam aqui.