segunda-feira, 5 de julho de 2010

Tortura Nunca Mais quer tirar Médici de nome de placa.


envio aos amigos navegantes do Conversa Afiada o manifesto pela troca do nome da praça do ditador Médici.

PELO DIREITO A MEMÓRIA, À VERDADE E À JUSTIÇA.

PELO RESPEITO À MEMÓRIA DOS QUE MORRERAM E DESAPARECERAM LUTANDO POR UM BRASIL JUSTO E DEMOCRÁTICO.

PELA REPONSABILIZAÇÃO DOS TORTURADORES DO REGIME MILITAR.

Abraços


Marcelo Zelic
Vice-presidente do Grupo Tortura Nunca Mais-SP e membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo
Coordenador do Projeto Armazém Memória
(11) 3052-2141
(11) 9206-9284
www.armazemmemoria.com.br
mzelic@uol.com.br



PRAÇA “EMÍLIO GARRASTAZU MÉDICI” NUNCA MAIS!


Em 1964 ocorreu no Brasil um golpe militar que instarou a mais longa ditadura que já vivenciamos. Foram vinte e um anos de repressão. Muitas pessoas foram presas e barbaramente torturadas; peças de teatro, jornais, revistas e livros foram censurados; órgãos como a UNE (União Nacional de Estudantes) postos na ilegalidade; os partidos políticos foram fechados, sendo permitida a existência somente de dois partidos; opositores foram exilados; civis julgados em tribunais militares; e até hoje temos desaparecidos políticos no Brasil: pessoas que foram presas, torturadas e desapareceram, não sendo esclarecido à família e à sociedade as circunstâncias desses desaparecimentos.

Para que possamos superar todos estes fatos faz-se necessário implementar os mecanismos da chamada Justiça de Transição. Estes mecanismos devem ser utilizados em países que passaram por regimes ditatoriais ou totalitários para que a democracia possa ser reconstruída. Há três preceitos básicos a serem implementados: verdade, justiça e reparação. A verdade, se relaciona com a abertura dos arquivos públicos, com a construção de monumentos e memoriais em homenagem às vítimas da ditadura. A justiça, com a punição dos culpados, sejam torturadores, mandantes ou financiadores. A reparação, se refere não somente a uma reparação econômica, mas também moral e política, ou seja, o amplo esclarecimento dos fatos.

A universidade, como espaço de livre pensamento, sempre foi um foco de construção democrática e de fomento de uma nova realidade, pautada na liberdade e na justiça. Através da ação de diversos de seus atores – e nem sempre institucionalmente – tem cumprido ao longo da história um importante papel na defesa das liberdades civis e dos Direitos Humanos, em sua resistência contra a opressão e à violência.

Dentro disso, é absurdo constatar que uma praça no principal campus da Pontifícia Universidade Católica de Campinas eternize a memória do general Emilio Garrastazu Medici, o general dos anos de chumbo da ditadura militar, responsável pelo endurecimento das perseguições políticas e pela efetiva implementação do nefasto Ato Institucional n°5 (AI 5), responsável por mortes, desaparecimentos forçados e torturas de presos políticos.

Curioso, ainda, que tal homenagem se refere à constante preocupação do ditador com “a educação e cultura do povo brasileiro”, apesar das prisões e exílios de intelectuais, da censura à músicas, peças teatrais e à imprensa e, especialmente, pelo ceifeamento do salutar debate acadêmico, então vigiado e sob forte controle dos agentes da repressão. Em tais termos, a cumplicidade desta universidade com o regime foi, além de imoral, escandalosa, cuja reparação é medida de rigor.

Para tanto, não basta a simples exclusão desta odiosa homenagem. Isso significa esquecimento, e o que necessitamos é de memória. Memória àqueles que lutaram e resistiram contra a ditadura, a fim de que esta não mais se repita.

Assim, dentro dos preceitos da Justiça de Transição, e em reconhecimento à resistência de diversos integrantes da Igreja que esta universidade representa, entendemos ser de plena justiça a homenagem à Frei Tito de Alencar Lima, histórico lutador e consequente vítima do regime ditatorial, cujas torturas o levaram ao suicídio.

Manter a homenagem aos algozes do povo brasileiro significa uma violência permanente. Este reconhecimento por parte da PUC-Campinas cumprirá um papel de reparação e uma oportunidade de remissão desta universidade, sedimentando um compromisso com o futuro e não mais com um passado sangrento.


PELO DIREITO A MEMÓRIA, À VERDADE E À JUSTIÇA.

PELO RESPEITO À MEMÓRIA DOS QUE MORRERAM E DESAPARECERAM LUTANDO POR UM BRASIL JUSTO E DEMOCRÁTICO.

PELA REPONSABILIZAÇÃO DOS TORTURADORES DO REGIME MILITAR.

As entidades que subcrevem este manifesto, junto com a solidariedade das demais entidades civis, pessoas físicas e jurídicas que o apoiam, exigem que a PUC-Campinas remova a homenagem à Ditadura Militar em sua praça “Emilio Garrastazu Médici”, ostentando no local a “PRAÇA FREI TITO DE ALENCAR LIMA (1945 – 1974)” em memória dos que lutaram e que ainda aguardam justiça.


Campinas, 05 de julho de 2010


Centro Acadêmico XVI de Abril

Núcleo de Preservação da Memória Política

Fórum de Ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo

Grupo Tortura Nunca Mais de São Paulo

Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (CONDEPE)

Fórum de Direitos Humanos de Campinas

domingo, 4 de julho de 2010

"Brasil abandonou ilusões da globalização", diz diretor do FMI.

http://elproyectomatriz.files.wordpress.com/2008/05/fmi-logo.jpg

Era comum na década de 1990 ouvir que os investimentos públicos do Brasil estavam condicionados às diretrizes do Fundo Monetário Internacional (FMI). Tudo que era proposto pelo Estado brasileiro precisava da chancela do Fundo, que tutelava o governo e o povo. Contudo, no governo Lula esse tempo passou e quem voltou a dar as cartas sobre os investimentos públicos é o Estado brasileiro.

Em entrevista ao Dilma na Web, o diretor executivo pelo Brasil e mais oito países no FMI, Paulo Nogueira Batista Junior, analisa esse novo momento do país e comemora o abandono das ilusões da globalização e fim do Estado inoperante que apostava apenas no mercado.

Dilma na Web: Qual a avaliação sobre o desempenho dos países em desenvolvimento na crise financeira mundial, iniciada em 2008?
Paulo Nogueira Batista Junior:
Foi uma grande surpresa. Os países em desenvolvimento, em sua maioria, enfrentaram a crise razoavelmente bem. O Brasil se destacou nesse particular. Muito do prestigio atual do país se deve à percepção de que o Brasil soube lidar bem com os choques externos em 2008 e 2009. Houve a maior crise desde a Grande Depressão dos anos 1930, e o Brasil não só não teve grandes problemas em suas contas externas, como virou credor do FMI! Quem diria!

Dilma na Web: Que significado tem dentro e fora do FMI a mudança de posição do Brasil de devedor para credor externo?
Paulo Nogueira:
Hoje a nossa posição é outra. A influência do Brasil no exterior, inclusive no FMI, G20, é crescente. O Brasil tem demonstrado capacidade de atuar de forma independente. Nem todos os emergentes têm essa capacidade. Houve, acredito, uma mudança enorme na posição internacional do país. Temos que trabalhar para manter e consolidar essa posição mais forte. Para isso, é importante, entre outras coisas, manter as contas em ordem e evitar a dependência de capitais externos.

Dilma na Web: Quais vantagens competitivas o senhor vê no Brasil em relação aos outros países?
Paulo Nogueira:
O Brasil é um país-continente. É um dos maiores do mundo em termos de PIB [Produto Interno Bruto], população e extensão geográfica. Tem recursos naturais abundantes. Uma população ativa e criativa. Sempre acreditei, mesmo nos piores momentos durante os anos 1980 e 1990, no futuro do país e no seu potencial.

Passamos por muito sofrimento, muita decepção, mas agora tomamos o rumo do desenvolvimento com independência. "A independência é para os povos, o que a liberdade é para o individuo", dizia De Gaullle. Depois de muita cabeçada, parece que finalmente o Brasil encontrou o seu caminho, abandonando as ilusões sobre “globalização", fim do Estado nacional e outras que nos seduziram na década de 1990.

Dilma na Web: O Brasil pode se tornar a 5ª maior economia do mundo, como algums preveem?
Paulo Nogueira: É difícil prever. Mas o Brasil deve continuar crescendo mais do que a média mundial. Para continuar crescendo, é importante manter políticas econômicas sólidas, estimular o investimento e não se deixar inibir pelas estimativas pessimistas que muitos economistas fazem sobre o nosso "crescimento potencial". Essas estimativas são mais incertas do que se imagina. Não me parece exagerado buscar metas de crescimento ambiciosas, digamos, de 6% ao ano nos próximos anos.

Dilma na Web: Como o senhor vê os recentes desdobramentos da crise mundial na União Europeia e sobretudo os riscos para países em desenvolvimento?
Paulo Nogueira: A crise europeia não está resolvida. A tensão diminuiu, mas o quadro é de fragilidade. A perspectiva é de estagnação ou crescimento lento. Como ela representa mais de 20% do PIB mundial, um efeito adverso no resto do mundo é inevitável.

Para o Brasil, o mercado europeu é importante e, portanto, a crise afeta as nossas exportações e provavelmente os preços das commodities (soja, minério de ferro) exportadas pelo país. Mas a posição brasileira é bastante boa. Temos reservas altas, contas razoavelmente sólidas, crescimento econômico robusto.

A imagem do Brasil no exterior é muito favorável. A principal fragilidade, a meu ver, é o desequilíbrio crescente das contas externas correntes. Isso resulta da combinação de crescimento rápido e moeda valorizada. O Brasil está crescendo bem mais do que a maioria das principais economias. E os nossos juros são muito mais altos do que os praticados pelos principais bancos centrais do mundo.

Dilma na Web:
Como andam as discussões para reformar o sistema financeiro internacional e até mesmo o FMI?
Paulo Nogueira: As reformas do FMI estão caminhando. A grande resistência é dos europeus, que estão super-representados na instituição e relutam muito em ceder espaço. Muito dinheiro foi e está sendo colocado no FMI desde a crise global. A briga interna, a disputa pelo poder dentro da instituição, se intensificou.

Quanto à reforma financeira, houve progresso, mas não tanto quanto se poderia esperar. Afinal, as deficiências do sistema financeiro, da sua regulação e supervisão, tanto nos EUA como na Europa, provocaram uma crise fenomenal. O problema é que a influência dos lobbies financeiros é enorme. Os governos, pressionados pela opinião publica, estão enfrentando esses lobbies, com maior ou menor sucesso, mas a batalha é dura.

Fonte: Dilma na Web


América Latina derruba profecias que a condenavam ao infortúnio.

http://www.inesc.org.br/biblioteca/imagens/Integracao%20regional%20-%20America%20do%20Sul.jpg/image

A América Latina está derrubando as profecias que a condenavam ao infortúnio. À consolidação da democracia e ao crescimento econômico dos últimos anos soma-se agora um novo dado esperançoso: a desigualdade social, uma das chagas do continente, se reduziu em 1,1% ao ano entre 2000 e 2007.

Por Maite Rico, em El País

É o que indica um estudo promovido pelo Programa da ONU para o Desenvolvimento (Pnud), que constata que, pela primeira vez na história, a brecha entre ricos e pobres diminuiu de forma significativa em 12 dos 17 países pesquisados.

"É a única região do mundo em que isso está acontecendo", afirma a economista argentina Nora Lustig, coordenadora do trabalho junto com o especialista mexicano Luis Felipe López-Calva. Em outros países emergentes, como China, Índia ou África do Sul, a desigualdade está aumentando. "Na América Latina, por sua vez, a redução é generalizada, à margem de variáveis sociodemográficas ou políticas."

Nos anos 1990, a América Latina era mais desigual que a Ásia e a África subsaariana. As políticas de liberalização econômica aplicadas depois da crise da dívida de 1982 (o chamado Consenso de Washington) trouxeram estabilidade macroeconômica e maior crescimento, mas aumentaram a divisão social porque os ajustes atingiram a população mais pobre. Essa tendência, no entanto, se inverteu desde 2000.

Para explicar esse fenômeno, os especialistas estudaram a fundo os casos de Argentina, Brasil, México e Peru. E encontraram dois fatores essenciais: de um lado, a expansão da educação básica nas últimas duas décadas, que permitiu uma melhor qualificação da força de trabalho e, portanto, uma diminuição nas diferenças salariais. Por outro, a implementação das "transferências estatais", programas de ajuda (em dinheiro ou em espécie) para as famílias mais pobres, condicionados à escolarização dos filhos. "Os estudos mostram uma melhora na saúde e na escolaridade infantil, e a um custo baixo: esses programas representam cerca de 0,5% do PIB", afirma Lustig.

Líderes priorizaram luta contra pobreza

É claro que o impulso à educação e as políticas de distribuição estão diretamente ligados ao fortalecimento da democracia e a lideranças que priorizaram a luta contra a pobreza. Assim, a combinação de crescimento, estabilidade financeira, responsabilidade fiscal e políticas sociais inaugurou um círculo virtuoso que permitiu que 37 milhões de latino-americanos saíssem da pobreza, que diminuiu 12 pontos desde 2002.

"A América Latina está se transformando em um continente de classes médias", afirma José Juan Ruiz, diretor de estratégia do Banco Santander. "O crédito ao consumo, antes inexistente, hoje oscila entre 5% e 10%. Um terço da população ativa está nos bancos. Há dez anos não chegava a 10%."

O potencial é enorme. Os mercados internos se ampliam, o sistema financeiro é o mais saudável dos países emergentes, a inflação (que beira os 4% em média) está sob controle e os indicadores macroeconômicos são melhores que os dos EUA ou da Espanha, salienta Ruiz. Apesar da crise atual, a Cepal acaba de elevar de 4,1% para 4,5% a previsão de crescimento no continente para este ano.

Mas outros especialistas, como o economista Leandro Prados de la Escosura, aconselham a não cantar vitória. Embora a melhora dos indicadores de desenvolvimento humano aponte para a consolidação de uma tendência, não se pode descartar, na opinião dele, que estejamos diante de uma "simples mudança cíclica". As desigualdades continuam altas e há uma grande dispersão entre os países.

Lustig rejeita qualquer indício de triunfalismo e adverte que é preciso consolidar o processo. As deficiências na qualidade educacional dificultam o acesso da população pobre à educação superior. E é conveniente aumentar uma arrecadação fiscal que não chega a 18% do PIB (contra 35% em média nos países da OCDE).

A isso, José Juan Ruiz acrescenta a necessidade de fortalecer as instituições e a segurança jurídica. Contudo, insiste o especialista, a América Latina "está precisando de um novo relato", distante do derrotismo. Foram-se os tempos em que, como dizia o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, "o fracasso tinha mais prestígio intelectual que o sucesso".

A revolução agrícola de Lula na África!

http://raizculturablog.files.wordpress.com/2008/01/africa-e-brasil02.jpgO presidente Lula, que está participando de uma reunião de chefes de Estado em Cabo Verde, disse que o Brasil deve continuar incentivando o desenvolvimento da agropecuária na savana africana. Comparou o seu potencial ao do Cerrado brasileiro e destacou a produção de agrocombustíveis como alternativa econômica. “Podemos reproduzir a revolução da agricultura brasileira”, afirmou, em registro feito pela Agência Brasil.

Que o Brasil deve ser parceiro no desenvolvimento das nações africanas, isso não tenho dúvida. O problema é o tipo de conselho e de exemplo que vamos dar e, o mais importante, qual participação vamos ter neste processo – até porque, por trás do discurso do presidente, há também o bafo de empresas multinacionais brasileiras com especial interesse na África. Se por um lado, o avanço agropecuário feito com responsabilidade, tecnologia e com a participação do pequeno produtor pode garantir soberania alimentar e energética, por outro o avanço feito de forma irracional ou concentrado na mão de grandes empresas pode levar à destruição do meio e do empobrecimento da população. Exagero? Nem de longe. Nos últimos séculos, a história do contato da África com outros povos tem sido uma história de pilhagem.

Vale lembrar o que ocorreu no próprio continente. O segredo da “revolução verde” na África tropical, como bem lembrou Samir Amin, foi altamente rentável por conta das remunerações baixíssimas para os trabalhadores. Por conta disso, mesmo com uma produtividade fraca, os preços continuaram competitivos. A rentabilidade foi obtida através da pilhagem do solo, do desmatamento, da inutilização de terras. E junto com a terra, a mão-de-obra acabou sendo prejudicada, como mostraram os altos índice de mortalidade, de desnutrição, de fome, de êxodo rural, enfim. Sabemos bem porque algo parecido tem acontecido em regiões de fronteira agrícola por aqui. E, principalmente em nosso Cerrado, bioma mais desmatado e desprotegido.

Por fim, o Brasil está batalhando por influência em um espaço de produção e um mercado em que a China vem galgando posições cada vez mais, comprando terras, construindo parcerias, para fazer frente à sua fome por recursos naturais e produtos agropecuários. Ela não costuma adotar critérios sociais, em outras palavras, está pouco se lixando para os impactos causados na produção de uma mercadoria em terras estrangeiras e em seu território, contanto que o preço seja baixo. Se conseguirmos estabelecer negócios respeitando o povo de lá e sua terra, talvez façamos a diferença que afirmamos ser no cenário internacional.

post do sakamoto.

A guerra pelo dinheiro - Mais conhecida como a guerra ao terrorismo

http://www.bbc.co.uk/portuguese/especial/images/120_eleicoesuk/313449_iraquegaleriavalejpg.jpg
Por: Anna Malm*

Combater terrorismo? Sem dúvida, mas dentro dos limites das juridições policiais. Em cooperação? De certeza, mas é preciso estar de olhos abertos e cérebros no alerta porque o que se esconde por baixo da respeitável fachada da idéia de estar contra o terrorismo em forma despersonificada é realmente uma emaranhada internacional para suster um quadro de poder conquanto em busca do dinheirocobiçado. No meio tempo essa emaranhada internacional avança suas posições militares, posições essas que pretendem manter, mesmo que não haja nenhum terrorista à vista.

Isso é assim porque o que interessa não são os terroristas mas as posições militares que possam assegurar baseados no pretexto dos terroristas que estão em tudo e por tudo, sobretudo dentro dos barris de óleo e dos bujões de gás. Pior ainda fica se os terroristas estiverem literalmente pisando no ouro que tem abaixo dos pés, nas reservas geológicas, que como no caso do Afeganistão, são como que incontávies. Isso para se mencionar só o ouro e não se insistir nas reservas de gás, petróleo ou outros minerais de alto valor tecnológico que também lá estão, de longa data. Condições e reservas essas que são conhecidas pelos americanos desde os anos oitenta através das pesquisas da União Soviética o que em 2000 puderam verificar por conta própria através das suas próprias pesquisas geológicas. Por motivos indecifráveis, apresentam o conhecimento dessas riquezas e reservas como uma surprêsa muito grande, uma notícia que se lhes foi dada muito recentemente, depois de lá já estarem à muito. Imagine! No valor de trilhões e trilhões de dólares dizem-nos. Quem diria! Surpreendente!.. É, muito surpreendente mesmo.

Suponha se que por mal dos pecados não se tenha nenhum terrorista para contar a história. O que fazem eles? Eles muito simplesmente o constroem. Já o fizeram inúmeras vêzes, o que em muitos casos específicos reconheceram oficialmente. Ataques com as chamadas “falsas bandeiras”. Assaltam, matam e destroem conquanto jogando a culpa e construindo falsas evidências para apontar “o terrorista.” Depois é só invadir e aos poucos desfrutar os frutos da sua conquista. Quanto à isso Cuba que o diga, que até hoje sofre os efeitos dessas políticas criminosas.

Há inúmeras questões sem respostas quanto ao ataque terrorista de 9/11, respostas essas que muitos gostariam de ter. Seja como fôr, evidências de culpas criminosas específicas nunca foram apresentadas, mas uma guerra ilegal, pois é uma guerra ilegal dentro de todos os padrões internacionais, se iniciou contra o Afeganistão, contra os Talibãs e contra os “terroristas.” Partiram e agiram muito simplesmente por suposições de culpa. Por suposição iniciaram uma guerra que já hoje dura nove anos e não se sabe quantos mortos acarretou.

Diga se de passagem, Osama bin Laden que é o suspeito de ter planejado o ataque, não é do Afeganistão. Nenhum dos dito terroristas do ataque de 9/11 eram do Afeganistão. Digo dito terroristas porque há muitas e muitas perguntas quanto aos reais perpetradores do ataque e pelos vistos nem sombras de evidências concretas. As evidências que tentaram apresentar quanto aos supostos perpetradores do ato terrorístico, parecem ter sido tão ridículas que ao que parece acharam melhor nem apresentá-las.

O que de facto se sabe é que Bush exigiu do Afeganistão que se lhes entregassem Osama bin Laden. Os representantes do Afeganistão não se opuseram à possibilidade, mas pediram provas ou evidências de que Osama bin Laden era o responsável pelo ataque. Se as provas ou pelo menos uma sequência de indícios a isso apontasse entregariam Osama bin Laden. Bush negou se. Aqui näo se dá provas a coisa nenhuma. Entreguem me o homem e isso é mais é já. Se não, já sabem o que acontece e até nós já sabemos o que aconteceu.

O que já não se sabe com tanta certeza é o que continua acontecendo agora que já lá estão. Êles não estão só matando e morrendo. Estão também ganhando terreno que pretendem manter. Como fazem? Bom, quanto mais atrocidades cometem, melhor para êles. Atrocidades garantem reações desesperadas. Quanto mais desesperadas, mais violentas e quanto mais violentas, melhor para êles. Tá ai. Não disse? São uns terroristas que precisam ser contidos através da nossa boa vontade e ajuda. Fogo neles. Aqui ainda se tem que trabalhar e é muito para pôr fim a êsses terroristas. Portanto, mais crianças, mais idosos, mais festas, mais enterros, tudo abaixo de fogo. Aqui se ficará livre de terroristas. Quem viu seu pai, sua mãe, seus irmãos ou seus filhos despedaçados acabará por explodir como uma bomba humana e isso é exatamente o que se espera deles. Porque quando explodirem de desespêro estarão dando razões para novos ataques ferozes das forças da hegemonia ocidental. A dita civilizada.

Parece incrível, mas ao que tudo indiga é a pura verdade. Ao que tudo indica essa tática está sendo usada não só no Afeganistão. Essa tática parece estar sendo usada de maniera generalizada através do globo. Essa tática garante que a presença militar seja assegurada para muitos e muitos anos. Para que não se lhes falte motivos para maiores atividades trabalham para semear novos conflitos e discórdias nas regiões vizinhas, mesmo se para isso tiverem que contratar diversos grupos terroristas, como comprovadamente já o fizeram em muitas ocasiões. O que se tem em mente em vista ao futuro é um contrôle econômico-militar total. Esse contrôle estratégico total pensam conseguir através da chamada guerra contra o terrorismo. Para assegurar que tudo correrá bem contratam terroristas de diferentes organizações para assegurar que terroristas não se lhes faltem

Se não há conflito o incitam e o mantem vivo pela maneira indicada acima e isso para a alegria e satisfação do complexo industrial militar e a todos a êles associados. Não há nenhuma indignação por parte de nenhum dêles? Pelo que eu pessoalmente pude observar essa indignação só se mostra quando algum dos atacados reage à altura. Para nós que conhecemos a história do Brasil, do Chile, da Argentina, do Uruguai, de Cuba, de El Salvador, de Guatemala, da Nicarágua, da Bolívia, do Vietnam, do Iraque, de Gaza, da Líbya e muitas e muitas outras não se nos apresentam muitas dúvidas à respeito do que são capazes para manter seus interesses econômicos.

Além do acima apresentado tome se cuidado e arregale-se bem os olhos e abram se bem os ouvidos quando se ver ou se ouvir falar de:

Situações caóticas ou de caos generalizado. De caóticas essas situações deverão ter é muito pouco ou nada, porque estão sendo planejadas minunciosamente de antemão para fins políticos determinados, ou seja, intervenção repressiva em massa. Note se por favor que não estamos falando dos anos sessenta ou setenta, mas de 2010. De fontes seguras se sabe que a idéia está na agenda de gente muito poderosa, gente essa nem de todo desconhecida por nós mesmos.

Crises econômicas exigindo medidas dracônicas. No final sempre se verá que de espontâneas essas crises também não tem é nada. Já é de conhecimento geral que os conglomerados especulativos lançam guerras econômicas contra países para fins econômicos específicos. O que se pode acrescentar é que essas manipulações também estão agendadas para fins socias de aspecto político-militar.

Guerras. Tenha se certeza. Não são guerras ao terror. São guerras de terror para avanço militar com fins sociais de natureza político-econômica. As táticas usadas foram apresentadas acima.

Fique se em estado de alerta quando êsses três pontos destacados, ou seja, cáos generalizado, crises econômicas exigindo medidas dracônicas ou guerras, se apresentarem exigindo medidas extras de segurança ou de abstinência no setor econômico. Êsses três pontos são três instrumentos na agenda das elites internacionais – leia se a dita hegemonia ocidental, para se manter no poder quando o descontetamento social e mais que tudo, a atividade político-social no mundo esteja a caminho de um ápice. Êsses três pontos são os instrumentos principais que as elites internacionais trabalhando em conjunto já prepararam de antemão em vista dos desenvolvimentos internacionais. Revolta popular internacional frente aos seus abusos é esperada. Isso é esperado por elas e medidas de contenção já estão preparadas, medidas essas que devem ser ativadas baseadas nas situações apresentadas acima, como por ex. caos generalizado, que pode mesmo ser instigado ou ativado pelos próprios interesses político econômicos para precipitar os acontecimentos. Se novas medidas ou pretestos forem contemplados faremos o nosso melhor para nos pôr à par e comunicar à galera.

Observe se que hoje em dia a comunicação internacional entre os diversos interesses das elites nacionais ou internacionais não se faz através de instituições internacionais oficiais reconhecidas para tal, mas em sistema de redes de comunicação informal, networks, divididas e caracterizada por setores. Temos por exemplo o setor econômico internacional, os devidos setores militares nacionais ou agregados assim como os setores políticos com todas as suas divisões e sub-divisões como por exemplo tribunais, conselhos, câmaras, agências reguladoras e executivas e mesmo setores de legislação. Do nacional ao internacional numa miríade de setores, o plano internacional se emaranha e não há quem possa mantê-los à parte para maiores investigações. Uma coisa é certa. Todos acham o seu caminho, porque já há muito estão sincronizados e trabalhando em conjunto.

No entanto, nós também temos uma arma poderosa que ao meu ver se chama informação, ou seja, comunicação em massa. Essa comunicação hoje em dia se faz pela mídia digital. Não foi por nada que uma das primeiras medidas tomadas pelos israelenses atacando a flotilha de Gaza foi o total isolamento das comunicações digitais do barco atacado por êles. Isso o fizeram porque compreendem o poder explosivo dessa comunicação.

Mas como não estamos em guerra ou em estado de sítio ainda podemos nos comunicar no dia a dia. Não é para menos que todos os orgãos militares dígnos do nome queiram se apoderar e ter controle do que se passa na internete e portanto das nossas vidas particulares e da nossa maneira de pensar e agir. Como se sabe, de certeza, porque aqui na Europa até se tem leis específicas para tanto, se guardam todos os dados a nosso respeito no que se refere as nossas vidas digitais no computador. Com quem falamos, o que falamos, quando, como, onde e porque. Pode parecer paranóia mas não é.

São os chamados sociogramas, ou seja, um quadro dos nossos hábitos de comunicação que as devidas autoridades guardam e compartilham entre si internacionalmente. Por exemplo, se eu moro na Alemanha e visito alguns sites interessantes na internete posso ter certeza que o conhecimento dêsse evento muito interessante será distribuido pelo menos às autoridades americanas e inglêsas, se não cair nas mãos das autoridades francesas e baixar na mão dos israelenses e porque não fazer o serviço completo e já dar de vêz para a OTAN?

Quem se comunica com quem e para que. Lá isso acham que é um assunto de alto interêsse militar e não há porque estranhar se se entender que o fim que tem em mente é contenção social conquando que seus abusos se tornam mais e mais repugnantes na esfera internacional. E que se tenha certeza. Êles mesmos compreendem o quão repugnante tudo é e portanto o que devem esperar como resultado de suas ações.

Portanto, toda calma e frieza é pouca. Que não se lhes dê a oportunidade de meter o pau. Êles cairão por conta própria. Nós só teremos que mostrar abertamente o que fazem às escondidas, atrás de portas fechadas, longe dos nossos olhos e ouvidos. Mas no final não adianta muito porque pelas consequências podemos tirar nossas conclusões altamente lógicas e sofisticadas. Estou brincando, mas a coisa é de doer. É só se pensar em Gaza que toda a alegria acaba.

Agora, nós temos uma vantagem. Somos muitos. Como representantes deles mesmo explicam para os seus aliados em armas. Uma população sendo submetida a à uma dominação na África tem hoje em dia a possibilidade de saber que está sendo submetida as mesmas formas de domínio que uma outra população no Oriente Médio, na América do Sul ou na Ásia e que por mal dos pecados elas podem perceber que estão sendo dominadas pelas mesmas estruturas globais de poder, ou seja, a dita hegemonia. Disso êles tem medo e aqui temos a nossa linha a seguir. Não precisamos fazer muito. É só desmascará-los e para tanto só precisamos de mostrar as coisas como são, pura e simplesmente como são, sem fazer muito alarde e sem pisar nos pés de ninguém. Nem um fio de cabelo precisará de ser torcido para que percebam que a guerra está perdida. Até me parece que na própria bíblia se encontra a idéia de que “a verdade me fará livre.”

Portanto, é o nosso ativismo social de massa, e em massa que nos dará a redenção. Mas, naturalmente, como vimos em Gaza, no Iraque, agora no Afeganistão e muito provavelmente como veremos no Irã, muito sangue ainda vai rolar antes que se deem por rendidos. Mas se renderão, lá isso se renderão e mais informação que deitemos a torto e a direito, o mais rápido essa rendição se materializará. É por a boca no trombone ou gritar aos quatro ventos, como fizemos nos assassinatos da flotilha de Gaza. O mundo inteiro a gritar e espernear. Terão que contemplar um Hamagedon para nos fazer a todos a calar a boca subjulgados.

Algumas estatísticas:

1% da população adulta no mundo utiliza ou mete as mãos em 40% das riquezas ou vantagens internacionais.

Vendo se do aspecto dos 10% mais ricos vemos que êsses 10% utilizam ou monopolizam 85% do total das riquezas ou vantagens mundiais.

Em contraste temos que a metade [50%] da população adulta mundial só e exclusivamente dispõe de 1% da riqueza mundial.

Ao dito junte se que todos os dias, cada um dos dias 34 000 crianças abaixo de cinco anos morrem de fome ou das consequências da fome. Isso quer dizer que 6.000.000 crianças por ano morrem de fome.


*Anna Malm é correspondente de Pátria Latina na Suecia

porque a "IMPRENSA" defende o serra?

Por uma maioria parlamentar de esquerda


Para quem quer que o Brasil siga o caminho atual, consolide as transformações iniciadas pelo governo Lula, as aprofunde e promova as transformações estruturais que permitirão fazer do Brasil uma sociedade, justa, soberana, solidária – é condição indispensável a vitória de Dilma Rousseff.

O segundo objetivo, estreitamente vinculado a esse, condição mesma do seu sucesso, é eleger uma bancada parlamentar, na Câmara e no Senado, com maioria de esquerda. Para não necessitar de alianças que comprometam o projeto essencial do governo, para não depender de negociações difíceis e muitas vezes infrutíferas com partidos aliados, mas que não comungam das diretrizes essenciais do governo. Para não ter que entregar Ministérios fundamentais – como os da Agricultura, da Comunicação, da Defesa, das Cidades – a partidos cujas orientações muitas vezes defendem interesses que estão em contradição com políticas essenciais de superação do neoliberalismo.

A aliança com o PMDB se dá não por uma opção preferencial por alianças com esse ou outro partido fora do campo popular. Tanto assim que o governo começou sem ter incorporado ao PMDB, o que levou a que quase fosse derrubado, em 2005, por não ter maioria no Congresso. E ainda teve que entregar cargos estratégicos a esse partido e a outros similares do ponto de vista ideológico, para dispor dessa maioria parlamentar indispensável para governar. As alianças foram necessárias por falta de maioria do campo popular no Congresso – objetivo pelo qual temos que lutar duramente nestas eleições.

Um governo democrático, popular, nacional, soberano, com capacidade para implementar definitivamente um modelo econômico centrado no capital produtivo, inerentemente vinculado à distribuição de renda, à universalização de direitos e à expansão continua do mercado interno de consumo popular, que consolide nossa soberania externa, em torno das alianças prioritárias com os países latinoamericanos e com os do Sul do mundo – requer uma força própria, que não dependa de maioria conjunturais ou de alianças que demandam em troca concessões em temas essenciais para a plataforma da campanha da Dilma.

Por isso temos que centrar esforços especiais em eleger uma maioria parlamentar – na Câmara e no Senado – dos partidos de esquerda: do PT, do PSB, do Pc do B, do PDT, e de todas as forças que se identificam com o programa da candidatura da Dilma. Precisamos estende a ampla maioria social progressista, que apoio o governo Lula e a candidatura da Dilma, em força política e eleitoral, para criar uma maioria parlamentar progressista.

É talvez muito cedo para que a imensa massa beneficiária dos programas sociais do governo já tenha conseguido eleger seus próprios representantes – um tema central para que sejam não apenas sujeitos econômicos e sociais, mas também políticos, o que mudará definitivamente o Brasil, a ser uma democracia social e política.

É preciso mobilizar a todos os militantes de esquerda também para as campanhas parlamentares – para o Senado e para a Câmara -, para fazer chegar essa mensagem aos setores populares, majoritários e decisivos nos destinos do Brasil.

Postado por Emir Sader

Como a Folha manipula a amostra para ajudar o Serra!

Datafalha pesquisa em Higienópolis e no Mackenzie


O Conversa Afiada republica e-mail de amigo navegante que entende de estatística:

Problemas com a pesquisa


Para a avaliação dos resultados:


Problema 1: a amostra é URBANA, não vai ao RURAL

A amostra por fluxo de ponto (fluxo de pessoas nas ruas) somente vai ao URBANO (85% do país), não vai ao RURAL (15% do país), onde Lula e Dilma Rousseff apresentam percentuais ainda maiores de aprovação. Não há cruzamentos das intenções de voto por URBANO e RURAL.




Problema 2: amostra telefônica

A amostra coletada equivale a uma AMOSTRA TELEFÔNICA do país. Na entrevista coleta-se, necessariamente, o nome e o telefone do entrevistado para checagem. Os últimos dados do IBGE mostram que somente 44,4% dos domicílios têm telefone fixo, e somente 75,5% dos domicílios têm usuários de celular. É uma amostra dos mais ricos.



Problema 3: a amostra tem a ESCOLARIDADE errada

A amostra é somente calculada para SEXO e IDADE, com desvios na ESCOLARIDADE coletada. Na última pesquisa, o ENSINO FUNDAMENTAL aparece com 47,6%, enquanto pelos dados do IBGE é de 55,2%. A amostra privilegia o voto de maior escolaridade.




Problema 4: nomes dos candidatos são apresentados sem os partidos

Os nomes dos candidatos aparecem sem os nomes dos partidos. Como Dilma Rousseff é menos conhecida como a candidata de Lula e do PT, a pesquisa induz os resultados para José Serra, diminuindo as intenções de voto em Dilma Rousseff.





www.datafolha.com.br
www.tse.gov.br

quinta-feira, 1 de julho de 2010

INVESTIMENTO RECORDE QUESTIONA ALTA DE JUROS .

AMPLIAÇÃO DE CAPACIDADE PRODUTIVA CONTRARIA AVALIAÇÃO ORTODOXA DE 'PIB INELÁSTICO' DO BC

Empresas brasileiras registram o maior nível de investimento dos últimos 10 anos no 1º quadrimestre de 2010. Área de infraestrutura lidera com inversões equivalentes a 12,6% do faturamento líquido das 500 principais empresas do país. Recursos estão sendo canalizados para gargalos históricos do desenvolvimento, como as áreas de saneamento, transportes e rodovias. Capacidade produtiva cresce em ritmo acelerado: produtividade industrial tem aumento acima do reajuste da folha salarial; empresas ampliam escala para atender a demanda de massa, sem pressões inflacionárias. Produção de máquinas, equipamentos e edificações cresceu 38,5% em maio, em relação a igual mês de 2009. Não há motivo para o Banco Central exercer o papel de vice oculto de Serra e continuar elevando a taxa de juro, que já custou ao país a estonteante soma de R$ 179 bilhões em 12 meses até abril (5,4% do PIB X 0,4% do PIB para um ano de Bolsa Família). O desvio de recursos públicos para pagar o serviço da dívida interna retirou da sociedade nesse período o equivalente a R$ 920 mil per capita, valor subtraído do bem-estar de cada brasileiro para remunerar os detentores de títulos do governo. O BC ameaça elevar ainda mais a Selic, que passou dos 8,75% em julho de 2009 para os atuais 10,25%. O mercado prevê uma taxa de 12% ao fim do ano, baseado na falaciosa interpretaçao de PIB inelástico do BC [PIB potencial], um dogma que a expansão dos investimentos desmente. Como diz o ex-ministro Delfim Netto: 'O que se pretende com uma taxa Selic de 12,5% não é a estabilidade, mas uma redistribuição de renda a favor do setor financeiro'
(Carta Maior, 01-07)

CAMPANHA: SEJA ECONÔMICO, É DILMA NO 1º TURNO!

VOCÊ JÁ IMAGINOU QUANTO A NAÇÃO GASTA COM UM TURNO DE UMA ELEIÇÃO PARA PRESIDENTE?

Quanto custa um 2º turno para o bolso do povo?
Vamos fazer um levantamento de quantos milhões de reais é gasto para mobilizar todo o necessário para que se realize uma eleição a nível nacional.
Gastos com material, pessoal, diárias, combustíveis, a paralisação de praticamente tudo no país, empresas, fábricas, escolas, universidades, órgãos públicos, etc... Qto custa tudo isso?
Quanto isso pesa no PIB do país?
Sem contar com o desconforto das imensas filas nas seções...

Se Dilma já vai ganhar de qualquer jeito, pra que um 2º turno?
Só pra gastar dinheiro dos cofres públicos, ou seja, do bolso de nós brasileiros!

Vamos fazer a campanha:

Seja Econômico! É Dilma no 1º turno!

Dunga em UM DIA DE FÚRIA!

Dunga em um Dia de Fúria 2 (Brasil X Portugal)

Dunga em Um Dia de Fúria 3 (Brasil x Chile)

Trabalhador aplica o FGTS na Petrobras e o Globo é contra!!

Quem disse que trabalhador pode ter o direito a ganhar dinheiro ?

95 mil trabalhadores brasileiros usaram o dinheiro do FGTS para comprar ações da Petrobrás, a quinta maior empresa de energia do mundo.

A aplicação rendeu 711% de 2000 até agora.

Agora o presidente Lula autorizou o trabalhador a usar até 30% do FGTS para comprar ações da estatal.

A Petrobrás precisa capitalizar-se para explorar o pré-sal.

O Globo é contra.

Na primeira página, diz: “Pressão eleitoral faz Governo liberar o FGTS na Petrobras”.

É natural.

O Globo não gosta de trabalhador e nem da Petrobrás.

Elevador liga favela do Cantagalo ao metrô!

O César Maia achava que isso era bom para o tráfico



Saiu no Globo, pág. 22:

Inaugurado elevador do Cantagalo, em Ipanema.

Obra que liga favela à estação do metrô vai beneficiar mais de dez mil pessoas.

São duas torres de 64 e 24 metros de altura, com dois elevadores, por onde passarão quatro elevadores panorâmicos com capacidade para transportar cem pessoas por viagem.

O Cantagalo e Pavão-Pavãozinho se ligarão à estação do metrô na praça em frente.

Haverá uma UPP, Unidade Policial Pacificadora.

No Complexo do Alemão e no Morro Dona Marta, a UPP foi decisiva para recuperar a favela.

Também há um conjunto para realizar atividades esportivas e culturais.

O conjunto terá o nome de “Complexo Rubem Braga”, o notável cronista que morava embaixo do Pavão-Pavãozinho e tinha no apartamento de cobertura uma horta e um pomar.

No topo do morro haverá um Mirante da Paz, nome sugerido pelos moradores.

Ontem, foram entregues 64 unidades habitacionais, que fazem parte de um grupo de prédios de apartamentos.

Toda a recuperação do Cantagalo foi financiada pelo PAC.

Parte dos custos saem do Estado e da Prefeitura do Rio.

O prefeito Cesar Maia, pai e patrão do Serra