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domingo, 4 de julho de 2010

porque a "IMPRENSA" defende o serra?

Como a Folha manipula a amostra para ajudar o Serra!

Datafalha pesquisa em Higienópolis e no Mackenzie


O Conversa Afiada republica e-mail de amigo navegante que entende de estatística:

Problemas com a pesquisa


Para a avaliação dos resultados:


Problema 1: a amostra é URBANA, não vai ao RURAL

A amostra por fluxo de ponto (fluxo de pessoas nas ruas) somente vai ao URBANO (85% do país), não vai ao RURAL (15% do país), onde Lula e Dilma Rousseff apresentam percentuais ainda maiores de aprovação. Não há cruzamentos das intenções de voto por URBANO e RURAL.




Problema 2: amostra telefônica

A amostra coletada equivale a uma AMOSTRA TELEFÔNICA do país. Na entrevista coleta-se, necessariamente, o nome e o telefone do entrevistado para checagem. Os últimos dados do IBGE mostram que somente 44,4% dos domicílios têm telefone fixo, e somente 75,5% dos domicílios têm usuários de celular. É uma amostra dos mais ricos.



Problema 3: a amostra tem a ESCOLARIDADE errada

A amostra é somente calculada para SEXO e IDADE, com desvios na ESCOLARIDADE coletada. Na última pesquisa, o ENSINO FUNDAMENTAL aparece com 47,6%, enquanto pelos dados do IBGE é de 55,2%. A amostra privilegia o voto de maior escolaridade.




Problema 4: nomes dos candidatos são apresentados sem os partidos

Os nomes dos candidatos aparecem sem os nomes dos partidos. Como Dilma Rousseff é menos conhecida como a candidata de Lula e do PT, a pesquisa induz os resultados para José Serra, diminuindo as intenções de voto em Dilma Rousseff.





www.datafolha.com.br
www.tse.gov.br

domingo, 2 de maio de 2010

Nassif: urna eletronica é convite à fraude (na Índia)


Imagine a tentação para quem for chegado a uma baixaria

Luis Nassif publicou em seu blog notícia do G1 por sugestão do leitor foo:

Por foo:

Seria ótimo se estes mesmos pesquisadores pudessem ter acesso e avaliar a segurança da urna brasileira. Mas a postura do TSE é absolutamente irresponsável.

Do G1:

Teste mostra que urna eletrônica da Índia poderia ser controlada via celular

Diversos pesquisadores da Holanda, da Índia e dos Estados Unidos trabalharam juntos em um projeto de pesquisa cuja conclusão foi a de que as urnas eletrônicas usadas na Índia são vulneráveis a adulterações. Segundo os especialistas, alguém com a intenção de mudar os resultados das eleições só precisaria de pouco tempo para instalar um componente na urna que seria difícil de detectar e poderia mudar os votos dos eleitores.

O estudo foi organizado e liderado por Hari Prasad, um indiano que foi desafiado a mostrar que as urnas poderiam ser alteradas. Mas a comissão eleitoral indiana decidiu não permitir o teste e não cedeu a Prasad uma urna para que pudesse conduzir sua pesquisa. Os pesquisadores afirmaram que obtiveram a urna por meio de uma fonte anônima, já que o governo indiano não cede o equipamento para testes independentes.

Clique aqui para ler a notícia completa no blog do Nassif

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