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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Defesa como vértice da retomada do desenvolvimento

Em um país como o Brasil, que enfrenta desafios socioeconômicos importantes como a diminuição da pobreza, acesso à educação e integração de parcela de sua população à economia, é natural nos perguntarmos se investimentos voltados para Defesa devem ser privilegiados. E a resposta a este questionamento é clara: sim!

Por Perpétua Almeida*


Foto: Agência Câmara
   
O Brasil deve consolidar uma base industrial de defesa, capaz de atender às demandas das Forças Armadas e de irradiar conhecimento, emprego e tecnologia em outros setores da economia.

A trajetória da Rússia, França, Reino Unido e, mais recentemente, China e Índia, mostra que desenvolver uma indústria de defesa e de alta tecnologia constitui, antes de tudo, um projeto estratégico. Isso vale também para nós, que além de possuirmos considerável patrimônio de recursos naturais que precisam de proteção, buscamos inserção ativa no cenário geopolítico e econômico internacional.

Recentemente começamos a dotar o país de meios para resguardar sua soberania e independência. Da decisão da aquisição e nacionalização dos aviões de caça Gripen ao submarino a propulsão nuclear, que patrulhará nossa “Amazônia Azul” já na próxima década, dos blindados Guarani a um moderno sistema dissuasório de artilharia antiaérea, todos são projetos que envolvem dezenas de bilhões de reais e permitirão intensa recomposição de nossa base industrial e tecnológica de Defesa, além de gerar e assegurar empregos.

Essa indústria é elemento motor para o desenvolvimento econômico. A história tem evidenciado o papel desempenhado pela produção de equipamentos de defesa no crescimento da economia. A partir da produção de armamentos, por exemplo, surgiram atividades como siderurgia, aeronáutica e microeletrônica. A indústria da Defesa levou também ao incremento do nível de especialização de mão de obra, gerando novas áreas de formação como a óptica, eletrônica e aeronáutica.

O desenvolvimento da base industrial e tecnológica de Defesa poderá se constituir no vértice de um projeto mais amplo de reindustrialização da economia. Demos os primeiros passos neste sentido com a Lei 12.598/12, que cria Empresas Estratégicas de Defesa, e com mecanismo de financiamento destas empresas de alta base tecnológica por meio de regimes especiais, como o Retido, e de programas de financiamentos das agências de fomento, como o da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos). Entretanto, no próximo período serão necessárias outras medidas, que avancem na legislação de encomendas tecnológicas e efetivem previsibilidade de compras, com a finalização do PAED (Plano de Articulação e Equipamentos em Defesa).

Mesmo em um período de ações para reequilibrar contas públicas e cortes no Orçamento, a Defesa Nacional e o fortalecimento da indústria no setor não podem ser minimizadas de modo linear. As implicações disso em longo prazo podem custar muito à soberania e preservação de nosso patrimônio econômico. A história está repleta de exemplos de países que pagaram amargo preço em décadas e mesmo séculos seguintes em situações similares. As possibilidades existem e as condições estão dadas, basta que as decisões estratégicas de fôlego, de longo prazo, sejam efetivamente tomadas e encampadas pela sociedade.


*Perpétua Almeida foi deputada federal pelo PCdoB do Acre por três mandatos e presidiu a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. Está, atualmente, na assessoria do ministro da Defesa, Jaques Wagner

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

SWU: A FARSA AMBIENTAL E SEUS INTERESSES PRIVADOS


Neil Young

NUM FESTIVAL QUE TEVE LANCES PATÉTICOS, COMO O CANTOR NEIL YOUNG CANTANDO "HAPPY BIRTHDAY TO YOU" PARA O PLANETA TERRA, O QUE REALMENTE ESTÁ EM JOGO É A COLONIZAÇÃO MENTAL DA JUVENTUDE BRASILEIRA

Por Claudio Julio Tognolli, no "Brasil247"

“Um fantasma ronda o mundo: a farsa de que o superaquecimento global só ocorre por fatores endógenos, ou a emissão de poluentes na terra. No Brasil, só há dois intelectuais que apontam a ideologia por detrás disso: Gildo Magalhães dos Santos Neto, da História, e Aziz Ab Saber, da Geografia, ambos da USP.

Fatores extraterra conduzem ao superaquecimento: como as fases de hiperexpansão do sol, a cada seis mil anos, como a que ora vivemos. Os vikings, antes de descerem Mar do Norte abaixo, paravam, para construir seus barcos, num local chamado ‘Terra Verde’, por acaso Groenlândia, que vem de “Green Land”. A natureza na ‘Terra Verde’ era laboriosa em construir madeiras de primeira cepa. Mas ela se congelou. Uai: por que se congelou?

A quem interessa dizer que a Terra pode acabar por superaquecimento gerado por fatores apenas “internos”?

Interessa a uma elite neoliberal. Há 80 anos, começaram a tramar a ideia de que oferecer um literal e figurativo fim do mundo pelo superaquecimento era a forma de congelar os futuros países desenvolvidos. Queriam, e ainda querem, que Brasil, Índia e China sejam eternos exportadores de matéria prima.

Trata-se da mais nova-velha ideologia: fazer o povão engolir goela abaixo que o desenvolvimento já atingiu os seus limites. Querem ver a Amazônia um território “internacional”. Eis todo o babalaô do ex-vice dos EUA, Al Gore, com aquela cascata (comprada por ele de uma assessoria de imprensa), lastreado em seu “Uma verdade inconveniente”.

O festival SWU ("Starts with you" ou "Começa com você"), que movimentou milhões com inserções pagas, mas disfarçadas, na mídia, é subproduto desse tipo de golpe. Não é para menos que Neil Young abriu o ‘cascatol’ cantando “parabéns” para a Terra.

Querem tornar o rock algo passivo, com babacas defendendo a todo o custo a preservação da terra, e o consequente congelamento do desenvolvimento do parque industrial ‘brazuca’. Querem-nos eternos exportadores de grãos. Querem-nos enxergando que o superaquecimento global só se dá por fatores da terra e do homem. Isolam a Terra do resto do universo.

Veja você: até James Lovelock, criador da famosa ‘Hipótese Gaia’ (segundo a qual o ser humano é um dos “órgãos” do corpo que é a ‘Mãe Terra’), agora defende a energia nuclear. E expõe ao osso os babacas do Partido Verde (que usam em suas propagandas políticas os moinhos de vento eólicos). Saiba você: um moinho de vento eólico consome dez mil toneladas de concreto para ser construído. Em toda a sua existência, o moinho de vento eólico jamais produzirá energia limpa que compense a poluição gerada para poder produzir as milhares de toneladas de concreto que o erigiram...

Toda essa babaquice da preservação da terra a todo o custo foi lentamente engendrada por um bando de intelectuais “New Age”. O trabalho não é novo, mas com subprodutos novíssimos. A pré-coerência ideológica que se consome no SWU tem epígonos famosos e antigos. Datam da ‘Escola de Copenhaque’: composta de físicos que defendiam que a base do universo é o “caos”. E, já que o caos é imutável, referem, não nos resta modificar nada: apenas surfar o caos.

Físicos como Wolfgang Pauli, Niels Bohr, o filósofo Bertand Russell, deram as mãos com o misticismo de Jung: reivindicavam que deveríamos adotar o Taoísmo como preceito fundamental. Justamente o Taoísmo que, ao contrário do confucionismo (uma teoria da ação) prevê o que os chineses chamam de “wu wei”, ou não ação. Defendiam a meditação. Postulavam que a natureza resolve as coisas “sozinha” –justamente o que os neoliberais pregam, a existência da “mão invisível” do mercado, tão defendida por Adam Smith. Todos esses ‘calcetas’ da preservação da Terra, supõem-se místicos do caos.

Grandes intelectuais do Primeiro Mundo há anos estão envolvidos na ideologia que tenta engessar, com esse tipo de droga, o desenvolvimento do parque industrial de nações emergentes, como o Brasil.

Apesar de serem roqueiros, amam no fundo que o Brasil idololatre o “agrobrega” e o “sertanojo”, porque é ao “campo” que o Brasil pertence.

Trata-se de um cadinho cultural de místicos que amam Paulo Coelho, e veem na Terra uma entidade capaz de gerar babalô místico-mágico.

É necessário aqui fazer uma pausa sobre o guru dessa moçada,Wolfgang Pauli, de resto o pensador predileto de Fritjof Capra, autor do incensado “O Tao da Física”.

Veja a barbaridade que chegou a resgatar. Para os neoplatônicos, a causa de todas as mudanças era a anima mundi , a alma do mundo. As ciências experimentais do renascimento e a ideia da causalidade substituíram a anima mundi.

A divisão entre alma e matéria é posta em caixa alta por Descartes, que passa a distinguir nitidamente a “substância pensante” (res cogitans) e substância caracterizada pela sua extensão no espaço, ou matéria (res extensa).

Wolfgang Pauli passa a tentar destruir o cartesianismo. Diz que ateoria dos quanta substituiu isso, referindo que cada sistema individual é substancialmente livre e não sujeito a leis. É o que ele chama de “irracionalidade do real”. Pauli volta ao medieval pré-cartesiano. Refere que é necessário voltarmos ao irracional para que se fuja dos ‘a priori’. Nesse sentido, disse: “Temos de tentar despir a túnica de Nesso que a revolução do século XVII teceu. É tempo de reconhecer o elemento irracional da realidade –e o lado obscuro de Deus”.

Karl Jung, de resto coautor de Pauli, torrou sua existência em tentar fazer crer a todos que a psicanálise e o oculto poderiam ser duas faces da mesma moeda, cujos destinos seriam loucamente prefixados por um universo essencialmente caótico e não-linear.

As tentativas de Pauli, junto a Jung, de tentar nivelar, lado a lado, a pulsões do Id com certo “livre-arbítrio” dos elétrons, consistiram numa potente tentativa de retorno ao mundo pré-cartesiano da anima mundi. E Einstein, ao ver tudo isso, escreveu: “Não posso suportar a ideia de que um elétron exposto a um raio de luz possa, por sua própria e livre iniciativa, escolher o momento e direção segundo a qual deve saltar. Se isso fosse verdade, preferia ser sapateiro ou até empregado de uma casa de jogos em vez de ser físico”.

Em 1968, o industrial italiano Aurelio Peccei fundou o ‘Clube de Roma’, quando se falou a primeira vez em ‘desenvolvimento sustentável’. (veja aqui http://pt.wikipedia.org/wiki/Clube_de_Roma)

Por que você acha que o Príncipe Charles, e outros milionários de países de primeiro mundo, são patrocinadores e padroeiros do WWF? Porque a nova ideologia faz uso de ongueiros preservadores da natureza para drogar jovens com a febre antidesenvolvimentista. Neil Young, que há duas semanas saiu nas ‘Páginas Amarelas’ de ‘Veja’, veio aqui no SWU com um único papel: ele é agente do ‘capetalismo’ internacional, contra o desenvolvimento do parque industrial brasileiro.
post do brasil274

domingo, 3 de outubro de 2010

Depois do jn, a Veja também fugiu. A Dilma está eleita

A última flor do Fáscio amarelou


A capa da Veja é uma página em branco para tratar do que ela chama de “as grandes propostas para o Brasil”.

Ou seja, a Veja fugiu da Dilma.

Ou seja, a Veja fez coro com o Conversa Afiada e disse Bye-bye Serra forever !

Na reta final, o PiG (*) amarelou.

Foi o que aconteceu com o jornal nacional de ontem.

A propósito, amigo navegante enviou o seguinte Twitter:

Modestamente…

http://twitter.com/rrpiu

Capa da Veja é nada; Globo não editou debate; onda de Marina nem marola é; Paulo Henrique Amorim desarmou “bala de prata”: DILMA PRESIDENTA.



Paulo Henrique Amorim

sábado, 25 de setembro de 2010

Brasil poderá ter megarreator para uso científico em 2016


O Ipen (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares) planeja construir um novo reator nuclear, que deve custar cerca de R$ 850 milhões. Os recursos para elaboração do projeto -R$ 30 milhões- já foram aprovados pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos).

Se o projeto for aprovado, o novo reator deve estar pronto em 2016.

O megainvestimento será feito em Iperó, no interior de São Paulo, numa área de 200 hectares cedida pela Marinha e pelo governo do Estado de São Paulo.

O objetivo é criar lá um novo polo de tecnologia nuclear, que deve se desenvolver ao redor do reator.

A ideia é que o polo atue na formação de pessoas e auxilie pesquisas, inclusive de usuários não ligados aos institutos da CNEN (Comissão Nacional de Energia Nuclear, ao qual o Ipen é vinculado).

Apesar de ter a sexta maior reserva de urânio (necessário para a produção dos radioisótopos), o país praticamente não produz radioisótopos.

Com exceção do iodo-131, que tem 50% da produção feita no Brasil, os demais são importados de países como Argentina e Israel. Além disso, parte do processamento dos radioisótopos para produção de radiofármacos (moléculas para uso médico ligadas aos elementos) também é feito no exterior.

"Detemos o conhecimento, mas não temos a tecnologia", lamenta o diretor de projetos especiais do instituto, José Augusto Perrota. O maior e mais utilizado dos reatores nacionais, que fica no próprio Ipen, em São Paulo, foi inaugurado em 1958.

O novo reator poderá produzir e processar os radioisótopos para atender toda a demanda nacional. "Se usado pela comunidade brasileira como previsto, o reator de Iperó se pagará em menos de 20 anos", diz Perrota.

Para ele, o país não deve se intimidar com os custos. "Não podemos deixar de fazer "big science" (projetos científicos de grande porte, com tecnologia cara)."

Fonte: Folha de S.Paulo

terça-feira, 20 de julho de 2010

PSB propõe a Dilma governo com "papel hegemônico" da esquerda


Sob uma chuva de pétalas de rosas, a candidata a presidente Dilma Rousseff foi recebida em triunfo no seminário “Brasil — Desenvolvimento e Inclusão Social”, organizado pelo PSB, no Hotel Nacional, em Brasília. No evento, lideranças socialistas entregaram a Dilma as propostas do PSB para um programa de governo da coligação "Para o Brasil Seguir Mudando".

O documento — um livreto de 38 páginas, editado pela Fundação João Mangabeira —tem como tese central "a necessidade de construção de um projeto nacional". O PSB propõe que o governo conduzido por Dilma tenha caráter popular-desenvolvimentista, em que a esquerda tenha "papel hegemônico". O foco é no desenvolvimento com inclusão social — binômio repetido pela campanha de Dilma.

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Também se sugerem maiores investimentos no desenvolvimento tecnológico, elevando-se o programa espacial e nuclear a prioridades estratégicas. O partido defende a ampliação da atual malha energética com investimentos maciços na pesquisa das fontes eólicas e solar, bem como a construção de novas usinas nucleares.

Na questão educacional, o PSB deseja ampliar o investimento em educação pública, a fim de atingir 10% do PIB até 2014. O programa defende a construção de uma sociedade fundada no combate à desigualdade, atuando como agente do desenvolvimento.

Entre as propostas, destacam-se a redução da jornada de trabalho para 40 horas, sem redução dos direitos dos trabalhadores, e o fortalecimento dos movimentos sociais. Nesse quesito, o PSB cita, especificamente, o MST, defendendo o aumento do diálogo, o fim da repressão e o reconhecimento no "atraso na promoção da reforma agrária".

No âmbito da política fiscal, os socialistas defendem o controle dos gastos públicos com meta de resultado nominal zero. Sustentam a necessidade de uma reforma tributária, que "compreenda a taxação extra das grandes fortunas e desonere o consumidor na ponta". Na esfera da política monetária, o PSB reivindica "juros internos convergindo para as taxas internacionais" — e, ainda, juros diferenciados quando destinados a investimentos que assegurem o aumento da produção ou a criação de emprego.

O PSB ainda sublinhou que Dilma será “herdeira e continuadora” das conquistas dos dois governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, o partido ressalva que o governo Dilma precisa considerar um novo contexto internacional. “Terá como pano de fundo o panorama internacional perigosamente conturbado por guerras e grave crise sistêmica do capitalismo.”

terça-feira, 25 de maio de 2010

LULA NÃO ENTENDE DE NADA! TODA HISTÓRIA TEM MAIS DE UMA VERSÃO

Pedro Lima
(Economista e Professor da UFRJ)

Lula, que não entende de sociologia, levou 32 milhões de
miseráveis e pobres à condição de consumidores.
E que também não entende de economia, pagou as contas de FHC, zerou a dívida com o FMI e ainda empresta algum aos ricos.

Lula, o analfabeto, que não entende de educação, criou mais
escolas e universidades que seus antecessores juntos [14
universidades públicas e estendeu mais de 40 campi], e ainda criou o PRÓ-UNI, que leva o filho do pobre à universidade [meio milhão de bolsa para pobres em escolas particulares].

Lula, que não entende de finanças nem de contas públicas,
elevou o salário mínimo de 64 para mais de 291 dólares (valores de janeiro de 2010), e não quebrou a previdência como queria FHC.

Lula, que não entende de psicologia, levantou o moral da
nação e disse que o Brasil está melhor que o mundo. Embora o PIG - Partido da Imprensa Golpista, que entende de tudo, diga que não.

Lula, que não entende de engenharia, nem de mecânica, nem de nada, reabilitou o Proálcool, acreditou no biodiesel e levou o país à liderança mundial de combustíveis renováveis (maior programa de energia alternativa ao petróleo do planeta).

Lula, que não entende de política, mudou os paradigmas
mundiais e colocou o Brasil na liderança dos países emergentes, passou a ser respeitado e enterrou o G-8 [criou o G-20].

Lula, que não entende de política externa nem de conciliação, pois foi sindicalista brucutu, mandou às favas a
ALCA, olhou para os parceiros do sul, especialmente para os vizinhos da América Latina, onde exerce liderança absoluta sem ser imperialista. Tem fácil trânsito junto a Chaves, Fidel, Obama, Evo etc. Bobo que é, cedeu a tudo e a todos.

Lula, que não entende de mulher nem de negro, colocou o
primeiro negro no Supremo (desmoralizado por brancos) uma mulher no cargo de primeira ministra, e que pode inclusive, fazê-la sua sucessora.

Lula, que não entende de etiqueta, sentou ao lado da rainha (a convite dela) e afrontou nossa fidalguia branca de lentes azuis.

Lula, que não entende de desenvolvimento, nunca ouviu falar de Keynes, criou o PAC; antes mesmo que o mundo inteiro dissesse que é hora de o Estado investir. Hoje o PAC é um amortecedor da crise.

Lula, que não entende de crise, mandou baixar o IPI e levou a indústria automobilística a bater recorde no trimestre [como também na linha branca de eletrodomésticos] .

Lula, que não entende de português nem de outra língua, tem fluência entre os líderes mundiais, é respeitado e citado entre as pessoas mais poderosas e influentes no mundo atual [o melhor do mundo para o Le Monde, Times, News Week, Financial Times e outros...].

Lula, que não entende de respeito a seus pares, pois é um
brucutu, já tinha empatia e relação direta com George Bush -
notada até pela imprensa americana - e agora tem a mesma empatia com Barack Obama.

Lula, que não entende nada de sindicato, pois era apenas um agitador... é amigo do tal John Sweeny [presidente da AFL-CIO - American Federation Labor-Central Industrial Congres - a central de trabalhadores dos Estados Unidos, que lá sim, é única...] e entra na Casa Branca com credencial de negociador e fala direto com o Tio Sam, lá, nos "States".

Lula, que não entende de geografia, pois não sabe interpretar um mapa é autor da maior mudança geopolítica das Américas na história.


Lula, que não entende nada de diplomacia internacional, pois nunca estará preparado, age com sabedoria em todas as frentes e se torna interlocutor universal.

Lula, que não entende nada de história, pois é apenas um locutor de bravatas, faz história e será lembrado por um grande legado, dentro e fora do Brasil.

Lula, que não entende nada de conflitos armados nem de guerra, pois é um pacifista ingênuo, já é cotado pelos palestinos para dialogar com Israel.

Lula, que não entende nada de nada... é bem melhor que todos os outros!!!...

quinta-feira, 13 de maio de 2010

PAC 2: Investimentos sociais aumentam mais de 50%


Os investimentos na área de energia deverão crescer 56% no Programa de Aceleração do Crescimento 2 (PAC 2), elevando-se de R$ 295 bilhões, estabelecidos para o PAC 1, para R$ 461 bilhões, na segunda fase do programa. O PAC 2 tem previsão de começar no ano que vem.

Os projetos para as áreas social e urbana vão crescer 63%, aumentando de R$ 239 bilhões para R$ 389 bilhões. O PAC 2 prevê o mesmo percentual fixado no PAC 1 para despesas com logística, da ordem de R$ 104 bilhões. As informações foram divulgadas ontem (12) pela coordenadora-geral do PAC, Miriam Belchior, em encontro com representantes de 477 municípios com mais de 150 mil habitantes, integrantes de regiões metropolitanas, representantes de capitais e dos governos estaduais, além de executivos das companhias de saneamento estaduais.

Segundo Miriam, o lançamento antecipado do PAC 2 se deveu à "necessidade de garantir os investimentos", que precisarão ser feitos no médio prazo, o que envolve a necessidade de previsibilidade. "O PAC 2 é uma ação de Estado e não apenas de governo", disse. Outro argumento citado por ela é que "estados e municípios só investem em projetos se houver perspectiva de captação de recursos no governo federal", que, por sua vez, precisa de tempo para trabalhar sobre a regularidade da viabilidade ambiental, cuidar de desapropriações e organizar as licitações.

Os investimentos em habitação, saneamento, mobilidade urbana, pavimentação e áreas sociais e urbanas vão ser definidos depois de diálogo com estados e municípios. O processo de seleção dos projetos deverá ser feito em etapas por subconjunto de temas e grupos de municípios. A recomendação da coordenadora é que os municípios que tenham problemas com drenagem e outras obras de interesse geral se articulem com administrações vizinhas para apresentarem propostas integradas.

A construção de moradias deverá ser atendida no PAC 2 dentro dos mesmos padrões e procedimentos do programa Minha Casa Minha Vida, que diz respeito aos reassentamentos, remanejamentos ou substituição de unidades irrecuperáveis. A seleção das construtoras será feita por chamada pública, por meio da Caixa Econômica Federal.

A evolução do Governo Lula, principalmente no segundo mandato, mostra a importância de gastos públicos como fator de investimento social para gerar políticas públicas que efetivamente reduzam as desigualdades sociais e promovam justiça.

A concepção de governar através dos PAC’s e elevar os gastos públicos com o programa é um dos divisores de água entre aqueles que lutam pelo desenvolvimento e aqueles que querem manter o País no atraso e subordinado à lógica capitalista financeira e parasitária. Essa é a diferença fundamental entre a candidatura da desenvolvimentista, Dilma Rousseff e o neoliberal José Serra.

Da Redação, com Agência Brasil