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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Quem é o inimigo

Sempre me intrigou o fato de grande parte do povo alemão ter apoiado aquela insanidade na década de 1930 (o Nazismo).

Agora, vendo o que ocorre em nosso país, onde hordas de descerebrados ("coxinhas") marcharam pelas ruas para apoiar o Golpe Fascista, acho que tudo fica mais compreensível.

Também ficou mais fácil compreender como em 1964 o setor mais abestalhado da população brasileira apoiou o Golpe e a Ditadura.

Estou convencido que o "inimigo" não são apenas aqueles que estão no poder. Todo aquele que "vestiu uma camiseta da CBF", que "bateu panelinha" e que apoiou o Golpe é um criminoso e "INIMIGO DA HUMANIDADE", e deve ser tratado como tal.


segunda-feira, 13 de julho de 2015

Não somos nazistas: Judeus e petistas



O que Goebbels ensinou à Globo

Principio do Kamel: abuse da palavra “crise” ! Tudo é crise ! – PHA

O Conversa Afiada reproduz excelente contribuição do amigo navegante ocator:


Conhece Joseph Goebbels, o violento ministro de propaganda de Hitler? Estes são os 11 princípios que levaram o povo alemão a tentar exterminar à humanidade:

1.- Principio da simplificação e do inimigo único.
Simplifique não diversifique, escolha um inimigo por vez. Ignore o que os outros fazem concentre-se em um até acabar com ele.

2.-Princípio do contágio
Divulgue a capacidade de contágio que este inimigo tem. Colocar um antes perfeito e mostrar como o presente e o futuro estão sendo contaminados por este inimigo.

3.-Princípio da Transposição
Transladar todos os males sociais a este inimigo.

4.-Princípio da Exageração e desfiguração
Exagerar as más noticias até desfigurá-las transformando um delito em mil delitos criando assim um clima de profunda insegurança e temor. “O que nos acontecerá?”

5.-Princípio da Vulgarização
Transforma tudo numa coisa torpe e de má índole. As ações do inimigo são vulgares, ordinárias, fáceis de descobrir.

6.-Princípio da Orquestração
Fazer ressonar os boatos até se transformarem em noticias sendo estas replicadas pela “imprensa oficial’, pigal.

7.-Principio da Renovação
Sempre há que bombardear com novas notícias (sobre o inimigo escolhido) para que o receptor não tenha tempo de pensar, pois está sufocado por elas.

8.-Princípio do Verossímil
Discutir a informação com diversas interpretações de especialistas, mas todas em contra do inimigo escolhido. O objetivo deste debate é que o receptor, não perceba que o assunto interpretado não é verdadeiro.

9.-Principio do Silêncio.
Ocultar toda a informação que não seja conveniente.

10.-Principio da Transferência
Potencializar um fato presente com um fato passado. Sempre que se noticia um fato se acresce com um fato que tenha acontecido antes

11.-Princípio de Unanimidade
Busca convergência em assuntos de interesse geral apoderando-se do sentimento produzido por estes e colocá-los em contra do inimigo escolhido.


Qualquer semelhança com as práticas do PIG é pura coincidência….

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Para a PM de São Paulo, a desmilitarização é parte de um grande complô comunista

pmesp

Coronel reformado, Adilson Paes de Souza tem sido uma voz bastante ativa na defesa da desmilitarização das polícias brasileiras.
Agora, a Polícia Militar de São Paulo resolveu enviar uma nota oficial rebatendo suas opiniões, buscando desqualificá-lo e a quem concorda com ele.
A PM preferiu ir pelo viés ideológico.
Para a instituição, o correto talvez seja uma imensa fogueira como as retratadas no filme “Fahrenheit 451″, de modo a que a “intelectualidade” fique sujeita aos valores da Tradição, Família e Propriedade. O filme, baseado na obra de Ray Bradbury, descreve um governo totalitário que proíbe qualquer livro, prevendo que o povo possa ficar instruído e se rebelar contra o status quo. As pessoas só têm acesso à informação através da TV. Era assim no nazismo.
Na resposta da PM, a “ideia” de desmilitarização está vinculada ao grande plano comunista em marcha.
“Muito provavelmente a resposta esteja em outro século e em outro continente, nascida da cabeça de alguém que pregou a difusão de um modelo hegemônico, que se deve construir espalhando intelectuais em partidos, universidades, meios de comunicação. Em seguida, minando estruturas básicas e sólidas de formação moral, como família, escola e religião”, diz a nota.
Intelectuais são um perigo, correto? Veja como prossegue: “Se não fosse terrível, seria cômico, porque denota, sim, a construção de um pensamento que se pretende coletivo, a partir de pessoas que se sentem intelectuais.” A intelectualidade é um sentimento?
“Em que mundo esses ‘especialistas’ fundamentam suas teorias?”, pergunta o comunicado.
A questão da desmilitarização vem promovendo debates numa periodicidade quase quinzenal com a comunhão de vários movimentos sociais em torno do tema. Sobretudo coletivos da periferia e da comunidade negra. São os “especialistas” em tratamento oferecido pela PM.
As práticas adotadas pela instituição variam conforme a região da cidade, a cor de pele do “suspeito” e da idade do “meliante”. O estudo da UFSCar mostrado no DCM na semana passada confirma isso. Não se trata de “achismo”, “fundamentalismo”, “comunismo” ou qualquer outra teoria de conspiração que a PM queira desenvolver.
Nem mesmo quando busca demonstrar senso crítico a nota sensibiliza. “Somos a instituição que mais depura seu público interno, sujeita a regulamentos, códigos rígidos de conduta e com uma corregedoria implacável contra agressores de policiais e contra policiais bandidos.”
Mas passados 21 anos do massacre do Carandiru, a Polícia Militar do Estado de São Paulo não moveu nenhum processo administrativo disciplinar contra os homens que atuaram naquele dia 2 de outubro de 1992. O processo no qual 73 policiais militares já condenados (a maioria hoje aposentada), foi pelo tocado pelo Ministério Público. Nenhum deles foi punido pela corporação, nem recebeu qualquer tipo de anotação em suas fichas profissionais.
Só isso já traduz o quanto a corporação está dissociada dos anseios da sociedade.
A nota da PM mais pareceu um manifesto da Marcha da Família a ser lido por Rachel Sheherazade sobre o caminhão de som.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

A dupla moral dos EUA!

erça-feira, 15 junho, 2010 às 21:03

O criminoso nazista Klaus Barbie aproveitou a vida em liberdade graças aos EUA

Os Estados Unidos pressionam o mundo por sanções contra o Irã, alegando que o programa nuclear de Teerã ameaça a paz no Oriente Médio e o Estado de Israel. Ahmadinejad é pintado como o demônio, que não reconhece o holocausto, e seria como um novo Hitler para o povo judeu. Mas enquanto o Irã jamais fez qualquer mal aos judeus, os EUA não só protegeram como contrataram para trabalhar em seu serviço de inteligência um dos maiores criminosos nazistas, o carniceiro de Lyon, Klaus Barbie.

Barbie foi oficial da SS e chefe da Gestapo, em Lyon, onde mandou para a câmara de gás 44 crianças judias, entre 3 e 14 anos, que estavam refugiadas em um abrigo de órfãos. Tinha um prazer mórbido em torturar prisioneiros, muitas vezes os levando à morte. Pois este monstro, condenado e procurado pela Justiça francesa, foi recrutado pelo exército dos Estados Unidos após a guerra e trabalhou como agente secreto por dois períodos. Ou seja, foi contratado, dispensado e depois recontratado, provavelmente pela qualidade de seus serviços.

Os EUA não apenas usaram os serviços de Barbie, como auxiliaram sua fuga para a Bolívia, evitando seu julgamento na França. Como assinalou o assistente especial para a Procuradoria Geral dos EUA, Allan Ryan, em memorando de 1983, “representantes do governo dos Estados Unidos foram diretamente responsáveis por proteger uma pessoa procurada pelo governo da França por acusações de crime e por providenciar sua fuga da lei. Como resultado direto dessa ação, Klaus Barbie não compareceu ao julgamento na França, em 1950, passou 33 anos como um homem livre e fugitivo da justiça”, e só foi enviado para julgamento na França, muitos anos depois, pela cooperação direta entre os governos da França e da Bolívia.

As ações de Barbie como espião americano não são totalmente conhecidas, por razões óbvias, mas no combate promovido à guerrilha de Che Guevara na Bolívia, a CIA recontratou seus serviços. O carniceiro nazista ajudou a organizar a polícia secreta da Bolívia e a montar milícias de direita em Santa Cruz de La Sierra, onde se encontram atualmente os setores mais conservadores do país, que tentaram derrubar o governo de Evo Morales.

Essa é a dupla moral americana. Condenam uma suposta ameaça a Israel, evitando negociações de paz, e protegem um criminosos de guerra nazista condenado por um país aliado. Barbie morreu preso na França sem demonstrar um pingo de arrependimento por seus crimes e eternamente gratos aos EUA pelos bons anos em que viveu livre e ainda recebeu por isso.