quarta-feira, 5 de junho de 2013
Bebês dormem em caixa de papelão na Finlândia
Helena Lee
BBC News

Bebês de todas as classes sociais dormem em caixas de papelão na Finalândia. (Foto:Milla Kontkanen)
Há
75 anos, todas as mulheres grávidas na Finlândia recebem um kit de
maternidade do governo. O kit inclui uma caixa com roupas, lençóis e
brinquedos, e a ideia é que a própria caixa seja usada como cama durante
os primeiros meses de vida do bebê.
Muitos acreditam que o kit ajudou a Finlândia a alcançar uma das mais baixas taxas de mortalidade infantil do mundo.
É uma tradição com origem na década de 1930, e desenvolvida para dar a todas as crianças na Finlândia um começo de vida igual, independente da classe social.
O kit de maternidade, é um presente do governo, e está disponível para todas as gestantes.
Ele
contém macacões, um saco de dormir, roupas de inverno, produtos de
banho para o bebê, assim como fraldas, roupas de cama e um pequeno
colchão.
Com o colchão no fundo, a caixa
torna-se a primeira cama do bebê. Muitas crianças, de todas as classes
sociais, têm seus primeiros cochilos dentro da segurança das quatro
paredes da caixa de papelão.
Acompanhamento pré-natal para todos
As
mães podem escolher entre receber a caixa, ou uma ajuda financeira, que
atualmente é de 140 euros (390 reais), mas 95% optam pela caixa, pois
vale muito mais.
A tradição começou em 1938, mas
inicialmente o sistema só estava disponível para as famílias de baixa
renda. Mas isso mudou em 1949.
"A nova lei diz
que para receber o kit ou o dinheiro, as gestantes têm que visitar um
médico ou uma clínica pré-natal municipal antes do quarto mês de
gestação," disse Heidi Liesivesi, que trabalha no Kela, o Instituto de
Seguro Social da Finlândia.

Todas as gestantes finlandesas tem a opção de receber um kit maternidade ou uma ajuda financeira
Na
década de 1930, a Finlândia era um país pobre e a mortalidade infantil
era alta - 65 em 1.000 bebês morriam. Mas os números melhoraram
rapidamente nas décadas que se seguiram.
Mika
Gissler, professora do Instituto Nacional para Saúde e Bem-Estar em
Helsinque, acredita que o kit de maternidade e os cuidados pré-natal
para todas as mulheres introduzido na década de 1940, um sistema de
seguro de saúde nacional, e um sistema central da rede hospitalar na
década de 1960 foram fundamentais para reverter essa situação.
As mães mais felizes do mundo
Aos
75 anos de idade, o kit é agora uma parte estabelecida do rito
finlandês de passagem para a maternidade, unindo gerações de mulheres.
"É
fácil saber em que ano os bebês nasceram, porque as roupas do kit mudam
um pouco a cada ano. É bom comparar e pensar: 'Ah, aquele menino nasceu
no mesmo ano que o meu'", diz Titta Vayrynen, de 35 anos, mãe de dois
filhos pequenos.
Para algumas famílias, o conteúdo da caixa seria inviável se não fosse gratuito.
"Um
relatório publicado recentemente dizia que as mães finlandeses são os
mais felizes do mundo, e na hora eu pensei na caixa. Somos muito bem
cuidados pelo governo, mesmo agora, que alguns serviços públicos
sofreram pequenos cortes", diz ela.
O conteúdo da caixa mudou muito ao longo dos anos, refletindo a mudança dos tempos.
Símbolo de igualdade
"Os
bebês costumavam dormir na mesma cama que os pais, e foi recomendado
que esse costume acabasse", disse Panu Pulma, professor de História
Finlandesa e Nórdica da Universidade de Helsinque. "Incluir a caixa no
kit serviu como um incentivo para os pais colocarem os bebês para dormir
separados deles.”
Em um certo momento, mamadeiras e chupetas foram removidos para incentivar o aleitamento materno.
"Um dos principais objetivos de todo o sistema era fazer com que as mulheres amamentassem mais", diz Pulma,"e funcionou".
Ele
também acha que incluir livros infantis teve um efeito positivo,
encorajando as crianças a segurar os livros, e, um dia, lê-los.
Pulma acredita que a caixa é um símbolo. Um símbolo da ideia de igualdade, e da importância das crianças.
GILMAR MENDES (STF) ERRA AO FAZER POLÍTICA PARTIDÁRIA ENQUANTO USA TOGA
Por Bob Fernandes, no “Terra Magazine”
“No
clima de feriadão, durante uma palestra, o ministro do Supremo Tribunal
Federal (STF) Gilmar Mendes criticou o governo Dilma. Disse que o
governo sofre de "gigantismo" e "muita burocracia".
O
governo, que tem 39 ministérios, sofre mesmo de gigantismo. Gigantismo
inclusive na sua base de apoio parlamentar. E o Brasil é sim um reino da
burocracia. É o país dos cartórios. O governo, os governos, são
burocráticos.
Tudo
isso é fato. Como é fato que, mais uma vez, o ministro Gilmar Mendes
foi além dos seus tamancos. Mais uma vez, ele falou muito mais do que
deve falar um ministro do Supremo.
Se
esse tema chegasse ao Supremo, aí sim o ministro poderia falar. Nunca
falar apenas para ouvir sua própria voz, ver sua imagem na mídia. Jamais
falar apenas pelo prazer de chegar às manchetes. Em qualquer lugar
civilizado do mundo, juízes só falam nos processos, nos autos.
E se a presidente Dilma Rousseff decidir-se por responder? E se a ela disser: "Ministro
Gilmar, o tamanho do governo não é da sua conta". Ou: "Ministro Gilmar,
preocupe-se com a quantidade de erros que o senhor cometeu e comete".
Se ela fizer isso, teremos manchetes sobre "crise entre o Executivo e o Judiciário".
Aliás, é importante notar que, desta vez, o assunto passou batido. Está
sendo debatido nas redes sociais, mas quase nada se diz na mídia sempre
atenta às tais "crises".
O
ministro Gilmar Mendes erra ao trocar a toga pelo comentário político.
Direito de falar ele tem, como temos todos. Mas manda o bom senso que
juiz não deve dizer como deve ser o governo, e governo não ensina como
deve agir um juiz.
Alguém precisa lembrar ao ministro Gilmar Mendes que ele erra, e erra muito. À parte decisões técnicas -essas exigem saber específico para debater- ele erra quase sempre por falar demais. Como errou ao levar à demissão o então diretor da ABIN, Paulo Lacerda.
Errou
ao atribuir à ABIN e a Lacerda grampos que eles não haviam feito [e
nunca existiram]. Errou ao nunca desculpar-se por aquele gravíssimo
erro. Erro que lhe rendeu manchetes como se fosse um acerto. Erro que
levou a uma patética CPI, a "dos grampos".
Gilmar
Mendes errou ao ter Demóstenes Torres [DEM] como parceiro naquela
desastrada aventura. Como errou, e isso é grave para um juiz, ao não
saber avaliar, ou avaliar mal, a vida e obra do então senador
Demóstenes, que depois seria cassado.
O
ministro errou muitas vezes ao prejulgar, ao tornar públicas suas
opiniões antes de réus e casos serem julgados. Gilmar Mendes erra ao
deixar claro, mais uma vez, que teve e tem lado no jogo
político–partidário.
FONTE: escrito por Bob Fernandes, no “Terra Magazine”
Dr. Rosinha: Desintoxique-se da hipocrisia e das ideias medievais

por dr. Rosinha, especial para o Viomundo
Blogs e sites de notícias divulgaram, no último dia 24 de maio: o
juiz que mandou prender em 1997 a banda Planet Hemp foi agora aposentado
compulsoriamente por ter recebido propina de um traficante. Esta
notícia é mais uma das várias mostras da hipocrisia e da falsa
moralidade que rondam todos os setores da sociedade brasileira.
Há muitos podres na sociedade e nas instituições, e desses podres os que menos se conhecem são os do Poder Judiciário. Lá de vez enquanto tomamos conhecimento de um deles. Essa notícia é própria do “faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço”. É a notícia que tira a máscara de um juiz, do Judiciário e da mídia brasileira, ilustrada pela revista Veja e pelos jornais Estadão, Folha, Globo etc.
Informaram blogs e sites que o juiz Vilmar José Barreto Pinheiro foi condenado pelo Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios à aposentadoria compulsória.
Veja que beleza: o cidadão, digo o juiz, é pego com a mão na botija e em vez de ser condenado à prisão é “condenado” à aposentadoria, ou seja, é condenado a receber R$ 28 mil por mês, e quando morrer, se a mulher ficar viúva, também receberá este valor, devidamente corrigido, até a morte.
Pouca vergonha. Depois querem que nós, simples mortais, aceitemos as decisões da Justiça brasileira. Não custa perguntar: o que tem o ministro Joaquim Barbosa a dizer sobre isso?
Deve estar feliz o senhor Vilmar José Barreto Pinheiro, pois além de ter sido “condenado” a embolsar R$ 28 mil por mês, provavelmente não foi condenado a devolver os R$ 40 mil que recebeu de propina; pelo menos não li notícia sobre isso.
Ainda, para os que não leram os sites e blogs, informo que ele continua levando os 15 segundos de glória que conseguiu quando, em 1997, mandou prender a banda Planet Hemp, por apologia às drogas.
Ironia: I) Os músicos do Planet Hemp são presos por apologia às drogas; II) O juiz Vilmar José Barreto Pinheiro, que mandou prendê-los, é “condenado” a receber uma bolada por mês por ter recebido propina de R$ 40 mil para conceder liberdade provisória a um traficante; e, III) Não custa perguntar: o traficante, será que está livre até hoje?
Na época, 1997, o juiz Barreto Pinheiro, além de mandar prender, proibiu os shows e a venda de discos da banda no Distrito Federal. Deu prejuízo à banda. Como fica isso?
Sobre a “condenação” de Vilmar José Barreto Pinheiro, o Planet Hemp afirmou em nota no Facebook que o juiz é um retrato “da hipocrisia e falso moralismo da sociedade brasileira”, coisa com que concordo plenamente.
A banda afirma também que a prisão do grupo e a “condenação” do juiz compõem “se não uma ironia, ao menos uma escancarada safadeza do Judiciário brasileiro. Até quando a sociedade dará ouvidos a discursos recheados de interesses e financiados não só pela corrupção, mas pela falta de esclarecimento geral da população? Bater no peito e levantar bandeiras contra as drogas é fácil, ainda mais com o auxílio da mídia atenta em manipular e instigar o senso comum”.
Abro parêntese: no rumo do senso comum, a Câmara dos Deputados aprovou mais um Projeto de Lei (PL) antidrogas, PL que vai no sentido contrário de tudo que é feito hoje no mundo para a recuperação dos usuários e a condenação de traficantes. Sobre o PL, paro o comentário por aqui, porque não é a razão deste artigo. Assim que ele tiver sua tramitação concluída (falta votar no Senado), escreverei sobre o assunto.
Sobre a “condenação” do juiz, foram postados no site Terra dezenas de comentários. A maioria deles criticando a decisão da Justiça de “condenar” Vilmar José Barreto Pinheiro a receber R$ 28 mil, com a devida correção, até o fim de sua vida ou da de sua esposa. Destes comentários, transcrevo dois, da maneira como foram postados.
L. S. escreve: “Este é um problema que vem de longe, muito longe. Membros do judiciário aparentam ser uma coisa, mas na realidade é outra. Esse juiz é uma comprovação do que estou tentando dizer. Aliás, o grande Machado de Assis, em várias de suas crônicas ou escritos faz críticas contundentes sobre indivíduos que assumem um comportamento aparente para disfarçar ou dissimular suas verdadeiras intenções”.
J.M. comenta: “O JUDICIÁRIO DESSE PAÍS É UM LIXO GIGANTESCO, UM POLICIAL QUE SE VENDE POR 60 REAIS É PRESO E EXPULSO DA CORPORAÇÃO IMEDIATAMENTE, JÁ JUIZ CORRUPTO QUE GANHA QUASE 30 MIL POR MÊS (O QUE NÃO FALTA NO BRASIL, DIGA-SE DE PASSAGEM) ESSE TEM O CASO TRANCADO EM UMA GAVETA POR 10 ANOS, E DEPOIS É APENAS APOSENTADO, OU SEJA, NÓS AINDA TEREMOS QUE SUSTENTAR ESSE SACO DE LIXO POR TODA A VIDA, QUAL A MORAL DE UM JUDICIÁRIO DESSE PARA JULGAR ALGUÉM? ESSE CORPORATIVISMO É UMA AFRONTA A SOCIEDADE, POR ISSO QUE DIGO, ‘A MIM O JUDICIÁRIO NÃO ENGANA’, EU QUALIFICO NOSSO JUDICIÁRIO COMO O PIOR DAS AMÉRICAS E UM DOS PIORES DO MUNDO”.
Desintoxique-se! é o recado do Planet Hemp no Facebook: “Desintoxique-se! E, ao falar isso, não estamos nos referindo a nenhum tipo de substância. Desintoxique a sua percepção! Preste atenção em quem realmente diz ser a voz da Justiça desse país, condenando a liberdade de expressão de forma atroz, e reflita se é essa a representação que você realmente aceita para si”.
Desintoxique-se da desinformação e da ignorância. Desintoxique-se da hipocrisia. Desintoxique-se das ideias medievais.
DR. ROSINHA, médico pediatra, deputado federal (PT-PR), presidente da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara.
Há muitos podres na sociedade e nas instituições, e desses podres os que menos se conhecem são os do Poder Judiciário. Lá de vez enquanto tomamos conhecimento de um deles. Essa notícia é própria do “faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço”. É a notícia que tira a máscara de um juiz, do Judiciário e da mídia brasileira, ilustrada pela revista Veja e pelos jornais Estadão, Folha, Globo etc.
Informaram blogs e sites que o juiz Vilmar José Barreto Pinheiro foi condenado pelo Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios à aposentadoria compulsória.
Veja que beleza: o cidadão, digo o juiz, é pego com a mão na botija e em vez de ser condenado à prisão é “condenado” à aposentadoria, ou seja, é condenado a receber R$ 28 mil por mês, e quando morrer, se a mulher ficar viúva, também receberá este valor, devidamente corrigido, até a morte.
Pouca vergonha. Depois querem que nós, simples mortais, aceitemos as decisões da Justiça brasileira. Não custa perguntar: o que tem o ministro Joaquim Barbosa a dizer sobre isso?
Deve estar feliz o senhor Vilmar José Barreto Pinheiro, pois além de ter sido “condenado” a embolsar R$ 28 mil por mês, provavelmente não foi condenado a devolver os R$ 40 mil que recebeu de propina; pelo menos não li notícia sobre isso.
Ainda, para os que não leram os sites e blogs, informo que ele continua levando os 15 segundos de glória que conseguiu quando, em 1997, mandou prender a banda Planet Hemp, por apologia às drogas.
Ironia: I) Os músicos do Planet Hemp são presos por apologia às drogas; II) O juiz Vilmar José Barreto Pinheiro, que mandou prendê-los, é “condenado” a receber uma bolada por mês por ter recebido propina de R$ 40 mil para conceder liberdade provisória a um traficante; e, III) Não custa perguntar: o traficante, será que está livre até hoje?
Na época, 1997, o juiz Barreto Pinheiro, além de mandar prender, proibiu os shows e a venda de discos da banda no Distrito Federal. Deu prejuízo à banda. Como fica isso?
Sobre a “condenação” de Vilmar José Barreto Pinheiro, o Planet Hemp afirmou em nota no Facebook que o juiz é um retrato “da hipocrisia e falso moralismo da sociedade brasileira”, coisa com que concordo plenamente.
A banda afirma também que a prisão do grupo e a “condenação” do juiz compõem “se não uma ironia, ao menos uma escancarada safadeza do Judiciário brasileiro. Até quando a sociedade dará ouvidos a discursos recheados de interesses e financiados não só pela corrupção, mas pela falta de esclarecimento geral da população? Bater no peito e levantar bandeiras contra as drogas é fácil, ainda mais com o auxílio da mídia atenta em manipular e instigar o senso comum”.
Abro parêntese: no rumo do senso comum, a Câmara dos Deputados aprovou mais um Projeto de Lei (PL) antidrogas, PL que vai no sentido contrário de tudo que é feito hoje no mundo para a recuperação dos usuários e a condenação de traficantes. Sobre o PL, paro o comentário por aqui, porque não é a razão deste artigo. Assim que ele tiver sua tramitação concluída (falta votar no Senado), escreverei sobre o assunto.
Sobre a “condenação” do juiz, foram postados no site Terra dezenas de comentários. A maioria deles criticando a decisão da Justiça de “condenar” Vilmar José Barreto Pinheiro a receber R$ 28 mil, com a devida correção, até o fim de sua vida ou da de sua esposa. Destes comentários, transcrevo dois, da maneira como foram postados.
L. S. escreve: “Este é um problema que vem de longe, muito longe. Membros do judiciário aparentam ser uma coisa, mas na realidade é outra. Esse juiz é uma comprovação do que estou tentando dizer. Aliás, o grande Machado de Assis, em várias de suas crônicas ou escritos faz críticas contundentes sobre indivíduos que assumem um comportamento aparente para disfarçar ou dissimular suas verdadeiras intenções”.
J.M. comenta: “O JUDICIÁRIO DESSE PAÍS É UM LIXO GIGANTESCO, UM POLICIAL QUE SE VENDE POR 60 REAIS É PRESO E EXPULSO DA CORPORAÇÃO IMEDIATAMENTE, JÁ JUIZ CORRUPTO QUE GANHA QUASE 30 MIL POR MÊS (O QUE NÃO FALTA NO BRASIL, DIGA-SE DE PASSAGEM) ESSE TEM O CASO TRANCADO EM UMA GAVETA POR 10 ANOS, E DEPOIS É APENAS APOSENTADO, OU SEJA, NÓS AINDA TEREMOS QUE SUSTENTAR ESSE SACO DE LIXO POR TODA A VIDA, QUAL A MORAL DE UM JUDICIÁRIO DESSE PARA JULGAR ALGUÉM? ESSE CORPORATIVISMO É UMA AFRONTA A SOCIEDADE, POR ISSO QUE DIGO, ‘A MIM O JUDICIÁRIO NÃO ENGANA’, EU QUALIFICO NOSSO JUDICIÁRIO COMO O PIOR DAS AMÉRICAS E UM DOS PIORES DO MUNDO”.
Desintoxique-se! é o recado do Planet Hemp no Facebook: “Desintoxique-se! E, ao falar isso, não estamos nos referindo a nenhum tipo de substância. Desintoxique a sua percepção! Preste atenção em quem realmente diz ser a voz da Justiça desse país, condenando a liberdade de expressão de forma atroz, e reflita se é essa a representação que você realmente aceita para si”.
Desintoxique-se da desinformação e da ignorância. Desintoxique-se da hipocrisia. Desintoxique-se das ideias medievais.
DR. ROSINHA, médico pediatra, deputado federal (PT-PR), presidente da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara.
Oposição tira a máscara: quer a luz mais cara
| Ronaldo Caiado não quer que a energia elétrica fique mais barata (Foto: Renato Araújo/ABr) |
Os partidos de oposição, portanto, não querem que a conta de luz fique mais barata. Eles, como sempre, estão pouco se importando com o bem-estar da população - incluídos entre os beneficiados os empresários, que sempre reclamaram do alto custo da tarifa de energia elétrica.
No seu ódio ao governo, adotam uma posição que beira a esquizofrenia. Na ânsia de retornar ao Palácio do Planalto, atuam como sabotadores do desenvolvimento nacional.
A inclusão da desoneração foi articulada pelo governo depois que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), se recusou a colocar a MP 605 em votação por chegar à Casa a menos de sete dias da data do vencimento. Com isso, ela perdeu a validade na segunda-feira (3). A MP 609, que incorporou a redução da conta de luz ainda tramita e tem validade até o dia 5 de julho.
Caiado diz que a medida do governo é uma “fraude”, por entender que a Constituição proíbe a reedição, no mesmo ano, de medida provisória com conteúdo idêntico. “O governo utiliza-se de uma medida fraudulenta ao incluir texto com o mesmo conteúdo da MP 605 em uma outra medida provisória”, disse.
A inclusão da desoneração da conta de luz em outra MP foi decidida na semana passada pelo colégio de líderes do Congresso Nacional.
A MP 605 permite o uso de recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para subsidiar descontos nas contas de luz. Já a MP 609 reduz a zero a alíquota de PIS/Pasep e Cofins de 28 itens da cesta básica, como carnes, peixes, pães, óleo de cozinha e café.
O relatório do deputado Edinho Araújo (PMDB-SP) sobre a MP 609 amplia para cerca de 38 itens o número de produtos atendidos pela MP. Ela deverá ser votada nesta quarta-feira (5) na comissão especial. Se for aprovada, seguirá para análise na Câmara e, depois, para votação no Senado.
Globo teme Barroso:
“STF não deve ceder à pressão”
Será que a Constituição voltará a ser constitucional ?

Saiu no Valor, o PiG (*) cheiroso, ou a corneta da “mercado”:
Para Barroso, STF não deve ceder à pressão da sociedade
Por Juliano Basile | De Brasília
O jurista Luís Roberto Barroso acredita que o Supremo Tribunal Federal (STF) não deve ceder às pressões da sociedade em suas decisões. Para ele, é legítimo que as pessoas se manifestem e peçam aos integrantes da Corte que julguem um caso de determinada maneira, mas isso não pode fazer com que os ministros procurem moldar os seus entendimentos aos anseios populares.
“A pressão da sociedade é legítima; ceder à pressão é que não é”, afirmou Barroso em conversa com o Valor, durante a posse de Carlos Ayres Britto na Presidência do STF, em abril de 2012.
(…)
Indicado para o STF pela presidente Dilma Rousseff, Barroso será sabatinado amanhã pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde deve ser questionado a respeito de sua futura participação no mensalão.
“Resultado de julgamento, só sabemos ao final”, afirmou Barroso ao Valor, quando foi perguntado sobre o mensalão, em abril de 2012. Na época, era difícil imaginar que um dia ele participaria do julgamento mais marcante da história do Supremo. “Não se começa julgamento com resultado pronto nem se fazem juízos favoráveis ou desfavoráveis sem ter visto as provas”, continuou.
( …)
ele também entende que “o Supremo é um tribunal de Justiça, e não de exceção”. Nesse ponto, Barroso se aproxima da corrente garantista – defendida tanto pelo ministro Ricardo Lewandowksi, o revisor do mensalão que se contrapôs a Barbosa na maior parte dos debates da Ação Penal nº 470, quanto de Celso de Mello, o decano da Corte, para quem o tribunal deve dar todas as garantias de defesa antes de chegar a um resultado final.
“São possíveis divergências teóricas e filosóficas em direito, mas devemos trabalhar sobre fatos comprovados”, completou Barroso ao ser questionado sobre o polêmico julgamento do mensalão que se avizinhava. Para ele, em questões criminais, a análise das provas é essencial.
(…)
A data do julgamento dos recursos dos condenados no mensalão deve ser definida até o fim deste mês.
Leia mais em: http://www.valor.com.br/politica/3148204/para-barroso-stf-nao-deve-ceder-pressao-da-sociedade#ixzz2VFKMHKz0

Como se sabe, “pressão da sociedade” tem um nome, no Brasil: a Globo.
A Globo e todos os seus instrumentos e concessões de serviço público –
como a CBN e a TV aberta – exerceram sobre o Supremo uma pressão
irresistível para enforcar o Dirceu, de preferência no dia em que o
eleitor de São Paulo escolhia entre Cerra e Haddad.Para isso contribuiu de forma decisiva o Big Ben de Propriá, então presidente do STF, que montou o cronograma do julgamento com a precisão de um programador da grade da Globo – minuto a minuto.
O Brasil jamais se esquecerá dos 18′ do jornal nacional para celebrar o enforcamento do Dirceu.
É uma das páginas nobres da biografia do grande antropólogo pátrio, o Gilberto Freire com “i” (**).
(Clique aqui para ler “Lula lembra à Globo que ela é uma concessão de serviço público” e as sábias palavras de Leonel Brizola.)
O Conversa Afiada não quer se precipitar.
Já teve que engolir as palavras, quando saudou a chegada de Ayres Britto à presidência do Supremo como um sol que entrava na janela que, enfim, se abria.
Bom, depois do Peluso, não seria muito difícil …
Mas, deu no que deu.
Ayres Britto acabou no prefácio do livro do Ataulfo Merval de Paiva (***) – antes que o julgamento chegasse ao final – e no Instituto que a Souza Cruz patrocina.
Mas, o ansioso blogueiro renova as esperanças de que a Constituição, um dia, volte soberanamente à Corte Suprema.
Que, assim, para condenar seja preciso ter prova do crime.
Que os acusados tenham direito à dupla jurisdição.
Que depois de absolvidos, o bens dos acusados sejam desbloqueados – até hoje, o brindeiro Gurgel não deixa o Duda Mendonça reaver seus bens…
E que a Constituição – especialmente o artigo 52, Inciso X – não seja inconstitucional, como pretendem Gilmar Dantas (****) e seu fiel escudeiro, Eros Grau, aquele que relatou a vergonhosa anistia da Lei da Anistia.
Será que a Constituição voltará a imperar no Supremo ?
Isso deve ser motivo de profunda preocupação na Globo – ou melhor, na “pressão da sociedade”.
Em tempo: não deixe de ler “As assinaturas da mulher do Gurgel são o ‘xis’ da questão. Até tu, Toffoli ?”. (A animação é um batom na cueca !)
Em tempo2: não deixe de ler “as assinaturas do Randolph são do Randolph, dizem a perícia e o cartório”.
Em tempo3: faltam 31 dias para Gurgel descer à planície e ter uma conversinha com o senador Collor, que o chama de “prevaricador”.
Pequena empresa contrata 120% a mais em abril
Que Horror!

Saiu no Tijolaço:
Pequena empresa contrata 120% mais em abril
Uma pesquisa do Sebrae, publicada hoje pelo JB, mostra que os pequenos negócios, em geral, vão muito bem, em meio à fuzilaria pró-crise da mídia.
Contratou, em abril, 140 mil pessoas, mais que o dobro de novos empregos gerados um mês antes.
De cada dez empregos formais criados no país em abril, sete vieram das micro e pequenas empresas.
Enquanto nos empreendimentos de micro e pequeno porte o aumento na ocupação de vagas foi de 120%, as empresas médias e grandes registraram um aumento de 25,4%, diz a pesquisa.
Aliás, é bom frisar que estes números não são amostragem, mas contagem, pois foram apurados de acordo com os registros do Caged, do Ministério do Trabalho.
O anuário 2012 do Sebrae mostra, ainda, que não apenas as pequenas e microempresas contratam mais como são, também, as que mais estão elevando o padrão salarial, hoje: a remuneração real – descontada a inflação – dos empregados nos micro e pequenos empreendimentos cresceu 18%, o dobro do aumento verificado nos salários pagos pelas médias e grandes empresas, que foi de 8,9%.
domingo, 2 de junho de 2013
Quero ver bombardeio israelense agora
Mísseis russos chegam à Síria
País recebeu os armamentos após a suspensão do embargo, ocorrida na terça feiraExtermínio de Ornitorrincos no Brasil
do Blog do Emir Sader
As
coisas funcionam assim:
Um domingo a Veja denuncia que o governo teria pronto um plano para eliminar todos os ornitorrincos do território nacional.
À noite, o Fantástico, com uma reportagem cheia de detalhes, dando a impressão que já a tinha preparada, rogando aos espectadores para que façam algo para parar o extermínio. E, enquanto soa uma música dramática de fundo, diz que não façam por cada um de nós, mas pelos ornitorrincos.
No dia seguinte, a Folha intitula: "Feroz investida do governo contra os ornitorrincos". "Ameaça de extinção"
Na terça, o Jô coloca a pergunta: Vão desaparecer os ornitorrincos? Como os brasileiros não reagem frente à extinção dos ornitorrincos?
Miriam Porcão fala da escassez dos ornitorrincos, com seus reflexos na inflação e na pressão para novo aumento da taxa de juros.
FHC escreve sobre a indiferença do Lula e a incompetência gerencial do governo para proteger a vida de um animal que marcou tão profundamente a identidade nacional como o ornitorrinco.
Aécio diz que está disposto a por em prática um choque de gestão, similar ao que realizou em Minas, onde a reprodução dos ornitorrincos está assegurada.
Marina diz que a ameaça de extinção dos ornitorrincos é parte essencial do plano do governo da Dilma de extinção do meio ambiente. Que assim que terminar de conseguir as assinaturas para ser candidata, vai apelar a organismos internacionais a que intervenham no Brasil para evitar a extinção dos ornitorrincos.
Marcelo Freixo denuncia que são milícias pagas pelo governo os que estão executando, fria e sistematicamente, os ornitorrincos.
Em editorial, o Estadão afirma que o extermínio dos ornitorrincos faz parte do plano de extinção da imprensa livre no Brasil e que convocará reunião extraordinária da SIP para discutir o tema.
Um repórter do Jornal Nacional aborda o ministro da Agricultura, perguntando os motivos pelos quais o governo decidiu terminar com os ornitorrincos, ao que o ministro, depois de olhar o microfone, para saber se é do CQC, respondeu: Mas se aqui não há ornitorrincos! O repórter comenta para a câmera: No governo não querem admitir a existência do plano de extermínio dos ornitorrincos, que já está sendo posto em prática.
Começam a circular mensagens na internet, que dizem: "Hoje todos somos ornitorrincos" e "Se tocam em um ornitorrinco, tocam a todos nós".
Heloisa Helena declara que os ornitorrincos são só o princípio e que o governo não tem limites na sua atuação criminosa, os coalas e os ursos pandas que se cuidem.
Uma ONG com sede em Washington lança uma campanha com o lema: "Fjght against Brazilian dictatorship!! Save the ornitorrincs!!"
O Globo, Folha e o Estadão com a mesma manchete: Sugestivo silêncio da presidente confirma culpabilidade.
Colunista do UOL diz que, de fonte segura, lhe disseram que o governo, diante da péssima repercussão do seu plano de exterminar os ornitorrincos, decidiu retroceder.
Todos os jornais editorializam, no final da semana, que os ornitorrincos do Brasil estão salvos, graças à heroica campanha da imprensa livre.
(Este artigo é a simples tradução e adaptação dos nomes para personagens locais, de um texto que corre nas redes da Argentina. As coisas funcionam assim lá e aqui)
Um domingo a Veja denuncia que o governo teria pronto um plano para eliminar todos os ornitorrincos do território nacional.
À noite, o Fantástico, com uma reportagem cheia de detalhes, dando a impressão que já a tinha preparada, rogando aos espectadores para que façam algo para parar o extermínio. E, enquanto soa uma música dramática de fundo, diz que não façam por cada um de nós, mas pelos ornitorrincos.
No dia seguinte, a Folha intitula: "Feroz investida do governo contra os ornitorrincos". "Ameaça de extinção"
Na terça, o Jô coloca a pergunta: Vão desaparecer os ornitorrincos? Como os brasileiros não reagem frente à extinção dos ornitorrincos?
Miriam Porcão fala da escassez dos ornitorrincos, com seus reflexos na inflação e na pressão para novo aumento da taxa de juros.
FHC escreve sobre a indiferença do Lula e a incompetência gerencial do governo para proteger a vida de um animal que marcou tão profundamente a identidade nacional como o ornitorrinco.
Aécio diz que está disposto a por em prática um choque de gestão, similar ao que realizou em Minas, onde a reprodução dos ornitorrincos está assegurada.
Marina diz que a ameaça de extinção dos ornitorrincos é parte essencial do plano do governo da Dilma de extinção do meio ambiente. Que assim que terminar de conseguir as assinaturas para ser candidata, vai apelar a organismos internacionais a que intervenham no Brasil para evitar a extinção dos ornitorrincos.
Marcelo Freixo denuncia que são milícias pagas pelo governo os que estão executando, fria e sistematicamente, os ornitorrincos.
Em editorial, o Estadão afirma que o extermínio dos ornitorrincos faz parte do plano de extinção da imprensa livre no Brasil e que convocará reunião extraordinária da SIP para discutir o tema.
Um repórter do Jornal Nacional aborda o ministro da Agricultura, perguntando os motivos pelos quais o governo decidiu terminar com os ornitorrincos, ao que o ministro, depois de olhar o microfone, para saber se é do CQC, respondeu: Mas se aqui não há ornitorrincos! O repórter comenta para a câmera: No governo não querem admitir a existência do plano de extermínio dos ornitorrincos, que já está sendo posto em prática.
Começam a circular mensagens na internet, que dizem: "Hoje todos somos ornitorrincos" e "Se tocam em um ornitorrinco, tocam a todos nós".
Heloisa Helena declara que os ornitorrincos são só o princípio e que o governo não tem limites na sua atuação criminosa, os coalas e os ursos pandas que se cuidem.
Uma ONG com sede em Washington lança uma campanha com o lema: "Fjght against Brazilian dictatorship!! Save the ornitorrincs!!"
O Globo, Folha e o Estadão com a mesma manchete: Sugestivo silêncio da presidente confirma culpabilidade.
Colunista do UOL diz que, de fonte segura, lhe disseram que o governo, diante da péssima repercussão do seu plano de exterminar os ornitorrincos, decidiu retroceder.
Todos os jornais editorializam, no final da semana, que os ornitorrincos do Brasil estão salvos, graças à heroica campanha da imprensa livre.
(Este artigo é a simples tradução e adaptação dos nomes para personagens locais, de um texto que corre nas redes da Argentina. As coisas funcionam assim lá e aqui)
Confissão de um terrorista!
Ocuparam minha pátria
Expulsaram meu povo
Anularam minha identidade
E me chamaram de terrorista
Confiscaram minha propriedade
Arrancaram meu pomar
Demoliram minha casa
E me chamaram de terrorista
Legislaram leis fascistas
Praticaram odiada apartheid
Destruíram, dividiram, humilharam
E me chamaram de terrorista
Assassinaram minhas alegrias,
Seqüestraram minhas esperanças,
Algemaram meus sonhos,
Quando recusei todas as barbáries
Eles... mataram um terrorista!
*Mahmoud Darwish (1942-2008), poeta palestino, foi Redator-Chefe da Revista Al Jadid, porta-voz da ala árabe do Partido Comunista de Israel, o Rakah.
Adivinhem o que Joe Biden veio fazer no Brasil?
Joe
Biden, o vice-presidente dos Estados Unidos está no Brasil.
Esqueçam
as louvações e os salamaleque da
mídia da plantation.
Joe
não veio ao Brasil para fazer negócios ( pode até realizar alguns).
A razão da vinda se prende a apenas um fator: bomba atômica.
Nas
últimas semanas têm sido ensurdecedores os rumores na terra do Pai Thomaz( o da
Cabana, alguém já leu?) de que alguns militares brasileiros, nacionalistas, têm
dirigido sua atenção sobre a defesa do país contra a voracidade insaciável dos mascadores de fumo.
Em
Brasília, dizem, os nacionalistas já falam abertamente da necessidade do Brasil
iniciar a produção de bombas para se defender.
Ou
isso, ou não poderá pertencer ao concerto das nações respeitáveis.
Dirão:
mas ele precisa vir?
E
os espiões da CIA aninhados nos
escaninhos do poder?
Para
as pessoas que contam nos EUA, a CIA não é mais confiável.
Há
algum tempo se tornou independente, um poder dentro do poder, apesar dos
esforços do presidente Obama em
contrário.
Grande
parte dos organismos de espionagem dos Estados Unidos estão trabalhando por
conta própria, com verba de bilhões de dólares à disposição.
Adivinhem
quem paga a conta?
Façam
um esforço, observem onde estão as deflagrações e concluam por si.
O
planeta nunca esteve tão próximo do precipício.
Apesar
do empenho de uns e outros, mas impotentes.
Esses
nacionalistas brasileiros sabem que os Estados Unidos não dão a mínima para a autodeterminação
dos povos e colocam seus interesses acima da lei e justiça.
Haverá
algum ingênuo que duvide disso?
Sempre
os há, claro, mas o importante é que brasileiros que contam estão se mexendo.
Cuba ou a globalização da solidariedade: o internacionalismo humanitário
Salim Lamrani*
Fonte: OPERA MUNDI
Desde a Revolução de 1959, Cuba elaborou uma política para ajudar países pobres; resultados são espetaculares

Desde
1963, com o envio da primeira missão médica humanitária à Argélia, Cuba
se comprometeu a cuidar das populações pobres do planeta em nome da
solidariedade internacionalista. As missões humanitárias cubanas se
estendem por quatro continentes e apresentam um caráter único. Com
efeito, nenhuma outra nação do mundo, nem sequer as mais desenvolvidas,
teceu semelhante rede de cooperação humanitária no planeta. Desde seu
lançamento, cerca de 132.000 médicos cubanos, além do pessoal sanitário,
atuaram voluntariamente em 102 países. No total, os médicos cubanos
atenderam cerca de 100 milhões de pessoas no mundo e salvaram um milhão
de vidas. Atualmente, 37.000 médicos colaboradores oferecem seus
serviços em 70 nações do Terceiro Mundo.
A ajuda internacional
cubana se estende a dez países da América Latina e às regiões
subdesenvolvidas do planeta. Em outubro de 1998, o furadão Mitch havia
assolado a América Central e o Caribe. Os chefes de Estado da região
lançaram um chamado à solidariedade internacional. Segundo o PNUD,
Cuba foi a primeira a responder positivamente, cancelando a dívida da
Nicarágua de 50 milhões de dólares e propondo os serviços de seu pessoal
sanitário.
Foi
elaborado, então, o Programa Integral de Saúde, sendo ampliado a outros
continentes, como África e Ásia. Nas regiões onde foi aplicado, O PNUD
aponta uma melhora de todos os indicadores de saúde, particularmente uma
diminuição notável da taxa de mortalidade infantil.
A ALBA
O
primeiro país que se beneficiou do capital humano foi, logicamente, a
Venezuela, graças à eleição de Hugo Chávez em 1998 e à relação especial
estabelecida com Cuba. A universalização do acesso à educação,
implementada em 1998, teve resultados excepcionais. Cerca de 1,5 milhão
de venezuelanos aprenderam a ler e a escrever graças à campanha de
alfabetização chamada Misión Robinson I. Em dezembro de 2005, a Unesco
decretou que o analfabetismo havia sido erradicado da Venezuela. A
Misión Robinson II foi lançada para levar a população ao alcance do
nível secundário. A isso se somam as missões Ribas e Sucre, que
permitiram que dezenas de milhares de jovens começassem estudos
universitários.

Com a aliança entre Cuba e Venezuela na área da saúde, foram salvas mais de 100 mil vidas
Em 2010, 97% das crianças venezuelanas estavam escolarizadas.
Em relação à saúde, foi criado o Sistema Nacional Público, para
garantir o acesso gratuito à atenção médica a todos os venezuelanos. A
missão Barrio Adentro I possibilitou a realização de 300 milhões de
consultas nos 4.469 centros médicos criados desde 1998. Cerca de 17
milhões de pessoas puderam ser atendidas, enquanto que, em 1998, menos
de 3 milhões de pessoas tinham acesso regular à saúde. Foram salvas mais
de 104.000 vidas. A taxa de mortalidade infantil foi reduzida a menos de 10 por mil.
Na classificação do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) das Nações
Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a Venezuela passou do posto 83 no
ano 2000 (0,656) ao posto 73 em 2011 (0,735), e entrou na categoria das
nações com o IDH mais elevado.
Além disso, também segundo o PNUD, a Venezuela ostenta o coeficiente
Gini mais baixo da América Latina, e é o país da região onde há menos
desigualdade.
Luis Alberto Matos, economista e
especialista em energia, salientou a “cooperação emblemática” entre Cuba
e Venezuela. “Quem pode negar a imensa contribuição dessa nação à
Venezuela em relação ao aprimoramento do setor de saúde, na agricultura, nos esportes, na cultura?”
Graças
à ALBA e ao programa social lançado pelo governo de Evo Morales entre
2006 e julho de 2011, a Brigada Médica cubana presente na Bolívia cuidou
de mais de 48 milhões de pessoas e salvou 49.821 vidas. A Bolívia pôde
melhorar seus indicadores de saúde com uma diminuição da mortalidade
infantil de 58 a cada mil, em 2007, para 51 a cada mil em 2009, ou seja,
uma redução de 14% em três anos.
Entre 2006 e 2009, foram criados quase 545 centros de saúde em todo o
país. Quanto à educação, a Unesco declarou que a Bolívia é um território
livre de analfabetismo em 20 de dezembro de 2008, com a alfabetização
de 824.000 pessoas. Foram construídos cerca de 1.540 estabelecimentos
escolares. Quanto ao Ensino Superior, foram criadas três universidades
indígenas. A pobreza extrema foi reduzida a 6%, passando de 37,8% a
31,8%.
Na Nicarágua, o programa Yo, sí puedo
permitiu que a Unesco declarasse que o país estava livre do
analfabetismo em 2009. Graças à Alba, a Nicarágua também conseguiu
resolver sua grave crise energética, que às vezes provocava apagões de
16 horas diárias. Foram construídos vários hospitais equipados
integralmente em todo o país, com acesso gratuito à atenção médica para
toda a população. Eles operam, em grande parte, graças à presença do pessoal médico cubano.

No
Equador, a chegada de Rafael Correa ao poder em 2006 também ocasionou
uma revolução social sem precedentes. Dessa forma, o orçamento de saúde
aumentou de 437 milhões de dólares em 2006 para 3.430 milhões em 2010. O
orçamento de educação passou de 235 milhões em 2006 para 940,7 milhões
em 2010. A taxa de escolaridade até o nível universitário da quinta
parte mais pobre da população passou de 30% para 40% entre 2006 e 2010. A
cobertura da cesta básica passou de 68% para 89%. A pobreza diminuiu 7%
no mesmo período em nível nacional, e 13% para os afroequatorianos.
Mais de 70.000 pessoas dos 5 milhões de indigentes que havia no país em
2006 saíram da pobreza.
Assim, o IDH passou de
0,716 em 2009 para 0,720 em 2011, e agora ocupa a posição 83. O Equador
prevê erradicar a desnutrição infantil em 2015 e assim alcançar Cuba, o
único país da América Latina e do Terceiro Mundo livre dessa praga,
segundo a Unicef.
A Brigada Henry Reeve
Em
19 de setembro de 2005, após a tragédia que o furacão Katrina provocou
em Nova Orleans, Cuba criou a Brigada Henry Reeve, um contingente
médico composto por 10.000 profissionais da saúde e especializado em
catástrofes naturais. Naquela época, Havana ofereceu a Washington o
envio de 1.586 médicos para atender as vítimas, mas o presidente Bush
negou a oferta.
A Brigada Henry Reeve interveio
em vários continentes. Assim, após o terremoto de novembro de 2005, que
assolou o Paquistão, 2.564 médicos cubanos viajaram para lá a fim de
atender as vítimas durante mais de oito meses. Foram montados 32
hospitais de campanha, que logo foram doados às autoridades de saúde do
país. Mais de 1,8 milhão de pessoas foram atendidas e 2.086 vidas foram
salvas. Nenhuma outra nação ofereceu uma ajuda tão importante, nem mesmo
os Estados Unidos – principal aliado de Islamabad –, que estabeleceu
apenas dois hospitais de campanha e ficou por oito semanas. O jornal
britânico The Independent ressaltou o fato de que a brigada médica
cubana foi a primeira a chegar ao Paquistão e a última a deixar o país.
Anteriormente,
após o tsunami que devastou a região do Pacífico em 2004, Cuba enviou
várias missões humanitárias para oferecer atenção médica às vítimas,
muitas vezes abandonadas pelas autoridades locais. Várias áreas rurais
em Kiribati, Timor Leste ou Sri Lanka ainda dependem da ajuda médica
cubana. Foi inaugurada uma escola de medicina no Timor Leste para
formar jovens estudantes do país. As Ilhas Salomão, assim como a
Papua-Nova Guiné, acenaram à Havana para se beneficiar de uma ajuda
similar e firmar acordos de cooperação.
Após o
terremoto ocorrido em maio de 2006 em Java, na Indonésia, Cuba enviou
várias missões médicas. Ronny Rockito, coordenador regional para a
saúde, elogiou o trabalho dos 135 profissionais cubanos que instalaram
dois hospitais de campanha. Segundo ele, seu trabalho teve um impacto
mais importante do que qualquer outro país. “Aprecio muito as brigadas
médicas cubanas. Seu estilo é muito amistoso e seu nível de atenção
médica, muito elevado. Tudo é gratuito e não há nenhum apoio por parte
do meu governo para isso. Agradecemos Fidel Castro. Muitos moradores
suplicaram aos médicos cubanos para que ficassem”, enfatizou.
O
caso mais recente e mais emblemático da cooperação médica cubana diz
respeito ao Haiti. O terremoto de janeiro de 2010, de magnitude 7, causou dramáticos danos humanos e materiais.
Segundo as autoridades haitianas, o balanço foi de 230.000 mortos,
300.000 feridos e 1,2 milhão de pessoas sem teto. A brigada médica
cubana, presente desde 1998, foi a primeira a auxiliar as vítimas e
atendeu cerca de 40% delas.
Em outubro de 2010,
soldados nepaleses das Nações Unidas introduziram inadvertidamente o
vírus do cólera no Haiti. Segundo a ONU, a equipe médica do doutor Jorge
Luis Quiñones descobriu a epidemia. Cerca de 6.600 pessoas perderam a
vida e 476.000 foram infectadas, o que representa 5% da população de um
total de 10 milhões de habitantes. Era a taxa de cólera mais elevada do
mundo, segundo as Nações Unidas. O New York Times ressaltou, em uma
reportagem, o papel chave dos médicos cubanos: “A missão médica cubana,
que desempenhou um papel importante na detenção da epidemia, ainda está
presente no Haiti e recebe a cada dia a gratidão dos doadores e dos
diplomatas por sua presença nas linhas de frente e por seus esforços de
reconstrução do carcomido sistema de saúde do país”.
Por
sua vez, Paul Farmer, enviado especial das Nações Unidas, salientou
que, em dezembro de 2010, quando a epidemia atingiu seu pico, com uma
taxa de mortalidade sem precedentes e o mundo estava com os olhos em
outros lugares, “a metade das ONGs haviam ido embora, ao passo que os
cubanos ainda estavam presentes”. Segundo o Ministério da Saúde
haitiano, os médicos cubanos salvaram mais de 76.000 pessoas nas 67
unidades médicas sob sua responsabilidade, com apenas 272 falecimentos,
ou seja, 0,36%, contra uma taxa de 1,4% no resto do país. Desde dezembro
de 2010, não faleceu nenhum paciente tratado pelos médicos cubanos.
Nações Unidas saúdam uma política solidária
Segundo
o PNUD, a ajuda humanitária cubana representa, proporcionalmente ao
PIB, uma porcentagem superior à média das 18 nações mais desenvolvidas.
Ressalta, em um informe, que:
“A cooperação
oferecida por Cuba se inscreve em um contexto de cooperação Sul-Sul. Não
persegue um objetivo de lucrar, mas, ao contrário, se oferece como a
expressão de um princípio de solidariedade e, na medida do possível, a
partir de custos compartilhados. No entanto, durante anos, Cuba
proporcionou ajuda de qualidade com doações aos países mais pobres, e se
mostrou muito flexível quanto à forma ou à estrutura da colaboração
[…]. Em quase a totalidade dos casos, a ajuda cubana foi gratuita, ainda
que, a partir de 1977, com alguns países de alta renda, principalmente
os petroleiros, se desenvolveu uma cooperação sob uma forma de
compensação. O desenvolvimento elevado que Cuba alcançou nos campos da
saúde, educação e esporte fizeram com que a cooperação contemplasse
esses setores, ainda que tenha havido uma participação em outras áreas,
como, por exemplo, a construção, a pesca e a agricultura”.
O
internacionalismo humanitário elaborado por Cuba demonstra que a
solidariedade pode ser um vetor fundamental nas relações internacionais.
Assim, uma pequena nação do Terceiro Mundo com recursos limitados e
vítima de um estado de sítio sem precedentes por parte dos Estados
Unidos consegue reunir os recursos necessários para ajudar os mais
pobres e oferece ao mundo um exemplo, como diria o herói nacional cubano
José Martí, que Pátria pode ser Humanidade.
*
Doutor em Estudos Ibéricos e Latino-americanos da Universidade Paris
Sorbonne-Paris IV, Salim Lamrani é professor titular da Universidade de
la Reunión e jornalista, especialista nas relações entre Cuba e Estados
Unidos.
Síria, um nó no terrorismo Israel-EUA
![]() |
Via Diario Liberdade
- Laerte Braga
Quando
imaginaram transformar a Síria numa nova Líbia, contrataram mercenários
(empresas especializadas, hoje é parte do mundo dos negócios), nem
Israel e nem os EUA imaginavam que a reação do povo e do governo sírio
seria capaz de suportar o terrorismo de Estado das duas nações.
Mais
de um milhão de civis refugiados, mais de 80 mil mortos e episódios de
barbárie praticados pelos mercenários exibidos a toda hora em todos os
cantos do mundo, exceto na mídia lixo do Brasil.
O
presidente Bashar Al Assad propôs agora uma solução pacífica para a
reunião de junho entre as partes e as chamadas grandes potências. Um
referendo. Não interessa ao terrorismo nazi-sionista, ou ao falso
moralismo norte-americano. Essa história de opinião popular só é válida
dentro de determinados limites e desde que prevaleçam os interesses do
capitalismo.
A decisão da Rússia de fornecer
mísseis de ponta para o governo sírio defender-se dos covardes ataques
da força aérea de Israel é outro complicador para o terrorismo da
organização ISRAEL-EUA TERRORISMO DE ESTADO S-A. A pressão pela retomada
das colinas de Golã, tirada aos sírios na guerra de 1967 aumenta a cada
dia e de repente na insanidade que caracteriza os que governam Israel e
os EUA podemos ter uma guerra global.
Rússia e
China já deixaram claro, Rússia principalmente, que não aceita uma
intervenção de potência estrangeira na Síria tal e qual se fez no
Iraque, na Líbia, se faz no Afeganistão e dentro da política de combate
ao "terror" que Obama fala em acabar, em todo o mundo.
O
alvo maior é o Irã, cujo poder militar se mostra capaz de resistir a um
ataque terrorista dos nazi-sionistas e dos norte-americanos por mais
tempo e com maior poder de resistência.
O Estado
de Israel lembra aquelas velhas cidades do Oeste dos EUA, onde se
refugiavam as principais quadrilhas de assaltantes, assassinos,
escroques e colocavam a população sob jugo dessa espécie de banditismo
hoje recheado de tecnologia de destruição e com apoio dos EUA.
A
solução simples da Síria é o fim da guerra civil, a desistência do
terrorismo capitalista de ampliar seu espaço visando chegar ao Irã e é
neste momento que Israel se vê, pela segunda vez, em perigo real, pois a
ampliação da guerra e um novo formato militar com presença da Rússia
não interessa os nazi-sionistas.
As juras de
democracia de Obama podem ser vistas nos 86 prisioneiros já inocentados
que estão ainda em Guantánamo e que desde sua primeira campanha o
presidente prometeu fechar.
Estamos num mundo
tanto de terroristas reais (EUA-ISRAEL), como de pilantras montados em
cavalos brancos e gritando aio Silver. Com direito a máscara.
Estado Democrático do Dinheiro. Daniel Dantas na WicKepedia
A mulher é esfaqueada dentro da loja e
a prova não vale porque a câmera que filmou o esfaqueamento não tinha
autorização para operar !!! Quá, quá, quá !!!
Com base no excelente artigo de Leandro Fortes na Carta Capital, o amigo navegante Aurélio Buarque de Espanha ofereceu à WicKepedia o verbete “Daniel Dantas”, que se segue.
O Deputado Protógenes está sendo investigado com base em uma afirmação provavelmente falsa da mulher do Gurgel e dele, de que uma busca e apreensão em sua casa teria obtido 280 mil reais em dinheiro.
(Veja o artigo do Leandro.
E a denúncia do deputado, da tribuna da Câmara, na votação da MP do Portos, em que Dantas esteve “presente”, in absentia.)
O juiz (?) que autorizou a busca e os documentos da busca negam a afirmação da PGR. O Deputado mostrou isso para o Toffoli em uma certidão. Apesar disso, a investigação segue.
Ninguém pergunta ao PGR e sua esposa porque eles mudaram de ideia tão radicalmente.
Por que essa mudança veio depois de uma petição do Daniel Dantas e de uma visita dos advogados do Dantas ao Procurador Geral, que os recebeu mesmo sem serem parte do processo?
Isso não interessa.
O que interessa é afirmar que, ao se rebelar contra uma investigação indevida, o Deputado Protógenes estaria “com medo” da investigação. Essa é a linha do PGR.
Sobre os pontos acima vide:
http://www.jornalggn.com.br/blog/as-suspeitas-que-protogenes-lancou-sobre-a-procuradoria-geral-da-republica
http://www.jornalggn.com.br/blog/juiz-ali-mazloum-nega-apreensao-de-dinheiro-na-casa-de-protogenes
http://www.jornalggn.com.br/blog/gurgel-recebeu-advogados-de-dantas-que-nao-fazia-parte-do-processo
Ou seja, na “Justiça de Dantas” o Deputado Protógenes é CULPADO ATÉ QUE SE PROVE INOCENTE.
Mas na mesma “Justiça de Dantas”, ele, Dantas, é INOCENTE ATÉ QUE SE PROVE CULPADO, E MESMO QUE SE PROVE QUE ELE É CULPADO, NADA VALE.
Assim, não se vê o PGR argumentar que Dantas tem “medo da investigação da Satiagraha”.
Por que ele, Dantas, nunca se defendeu dos gravíssimos crimes que ele cometeu revelados pela Satiagraha.
Ele sempre atacou o Delegado, o MP, o Juiz, a ABIN, o jornalista Paulo Henrique Amorim e o empresário Demarco tentando sempre anular a verdade.
Nesse processo de anulação da verdade, o 1 milhão de reais colocado na mesa para subornar um delegado da PF não vale.
(Clique aqui para assistir à reportagem histórica do jornal nacional, que se inscreve, com um escândalo, na História da Magistratura brasileira, porque, mesmo depois dela, Gilmar Dantas (*) deu a Dantas um segundo HC Canguru.
Clique aqui para ler “Gilmar tenta reverter duas derrotas na Justiça para o ansioso blogueiro”.)
É como se o Dantas, só por ilustração, tivesse esfaqueado uma mulher dentro de uma loja e a câmera da loja tinha filmado tudo. A mulher morre mas o Dantas não pode ser processado pelo assassinato porque a câmera da loja não tinha autorização judicial para filmá-lo.
Mas eu vi! Foi ele que matou! Estou vendo o filme agora! Tá no Jornal Nacional! …
Mas não vale! A prova é ilícita!
Então, sem essa prova ele não pode ser processado.
Pode continuar matando à vontade …
(Amigo navegante, esse argumento é muito bom ! Que pena eu não tenha pensado nele. Vou passar a usar e dizer que é meu … – PHA)
Assim na “Justiça do Dantas”, ele é vítima de tudo. E ainda vai processar o dono da loja que colocou aquela câmera lá, por invasão de privacidade. Por ter filmado o assassinato.
E os HDs da Satiagraha?
As gravações mostrando corrupção de jornalistas e políticos?
E os emails?
E todo o material apreendido que revela um caminhão de crimes cometidos por Dantas e sua turma?
Não … nada disso pode valer, senão (ameaça no ar), “a República cai”.
(Será que o Eros Grau ainda está sentado em cima dos documentos que o Protógenes apreendeu na parede falsa do apartamento do Dantas ? Aqueles que o Grau sequestrou do destemido Juiz De Sanctis , numa violência sem precedentes. Ou outro egrégio ministro o substituiu na acrobacia ? – PHA)
Mas, para a Justiça Britânica, Dantas é um mentiroso, é um falsificador de fichas bancárias!
Mas isso não importa para o Brasil.
(A ponto de o Banco Central promover o “banco” do Dantas – PHA)
Os tratados internacionais do Brasil só valem quando Dantas quer manipular um inquérito inócuo onde ele atuou na Itália (com a ajuda do atual Ministro zé da Justiça da Dilma).
Mas … mas … a Veja confessou que o Dantas passou para ela contas falsas no exterior, do Lula enquanto Presidente da República, e de diversas outras autoridades.
Foi aberto um inquérito. Onde está o inquérito? O gato comeu?
Mas … mas … mas … mas … o Dantas não foi indiciado por espionagem na CPI do Grampo?
E não foi denunciado por espionagem da Kroll e de um israelense?
Mais um caminhão de provas que não interessam?
Mas … mas … mas … o Dantas não foi o maior financiador da Caixa Dois do PT?
(Fala, Pizzolatto, fala ! – PHA)
Não foi o originador do Mensalão do PSDB de Minas?
Não foi a Telemig Celular do Dantas “a origem” do valeriodantas ?
Vai ser todo mundo preso por receber dinheiro, mas ninguém prende quem deu o dinheiro?
Mas o Dantas também não está por trás da batalha para aprovar a MP dos Portos?
Tem alguma investigação devido as denúncias do Garotinho de que o Dantas estaria “aliciando” Deputados com propostas “nada republicanas”?
Nada vale contra o Dantas.
Tudo vale a favor.
E isso sempre passa pelos mesmos juízes, pelos mesmos jornalistas, pelas mesmas instituições, sempre com um advogado no meio e ninguém pergunta por que esse advogado recebe 100 vezes mais do Dantas do que recebe pelo mesmo serviço de outra pessoa.
Por que o Dantas paga 100 vezes mais do que o mercado?
Será que a balança pesa para o Dantas porque ele é um “santinho”?
Uma vítima de mais de 20 delegados, 20 juízes (alguns ingleses), 20 promotores, 50 deputados, dois ou três jornalistas de … roxo etc, etc, etc, todos “aquadrilhados” numa “perseguição ao coitadinho”, protagonista das infinitas provas contra ele, que ele tenta destruir.
Tá tudo muito escancarado.
Na Ditadura Militar, a restrição aos direitos individuais era escancarada e , portanto, o inimigo torturador era visível.
Na época da Ditadura do Dinheiro, as ameaças se escondem por trás de Instituições aparentemente idôneas e se fala em “Constituição” e em “Estado Democrático de Direito”, mas cometem-se barbaridades semelhantes.
Todo mundo vê que tem algo errado e quando se prova, não vale.
É o “Estado Democrático do Dinheiro”!
Assinado: Aurélio Buarque da Espanha
Hillary Clinton: "Nós Criamos a Al Qaeda". Os Protagonistas da 'Guerra ao Terror' São Os Terroristas
Global Research
Tradução René Amaral
O que ela não
menciona é que em nenhum momento no curso dos últimos 30 anos os EUA
deixaram de apoiar e financiar a Al Qaeda como meio de desestabilizar
estados soberanos.
A Guerra Global ao Terror (GWOT na sigla em inglês) é liderada pelos EUA. Não é dirigida contra a Al Qaeda.
Muito pelo contrário: A GWOT usa agentes terroristas da Al Qaeda comosua infantaria.
"O Islã Político" e
a imposição de um "Estado Islâmico" (modelado no Qatar ou Arábia
Saudita) é uma parte integral da política externa dos EUA.
Os EUA são o Estado do Terror.
A GWOT é o instrumento diabólico para a Conquista Global.
É um meio de desestabilizar países soberanos e impor "mudanças de regime."
O sucessor de
Clinton no Departamento de Estado, John Kerry, está em conexão direta
com a Al Nusra, uma organização filiada a Al Qaeda na Síria, integrada
por terroristas e financiada pelos EUA e seus aliados.
Numa amarga ironia,
John Kerry não é somente cúmplice nos assassinatos cometidos pela AL
Nusra, ele também está em gritante violação da legislação anti-terror
dos EUA. Se essa última fosse aplicada a políticos em altos cargos, John
Kerry seria considerado como um "Suspeito de Terror."
O Novo Normal? Al
Nusra está na lista negra de organizações terroristas do Departamento de
Estado, e o Secretário de Estado está canalizando fundos e armas para a
Al Nusra.
Apoio a agentes da Al Qaeda em diferentes países pelo governo dos EUA é conhecido e documentado.
Nesse mundo de
ponta-cabeça, a Mentira prevalece: Os Protagonistas da Guerra Ao Terror e
da "Guerra Global ao Terror" e a "Responsabilidade de Proteger" são os
Terroristas.
É
um relacionamento circular, um círculo vicioso: Aqueles que comandam a
"Guerra Global Ao Terror" em nome da "Democracia" sçao aqueles que estão
apoiando e financiando organizações terroristas, que eles mesmo
criaram.
C’est le monde à l’envers. (É o mundo ao inverso)
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