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domingo, 29 de agosto de 2010

A Dilma não é um tsunami. Dilma é o rio que segue para o mar

O Serra é um jenio



A Catanhêde, na pág. 2 da Folha (*) consegue resumir muito bem o sentimento que domina os tucanos (explícitos ou, como ela, dissimulados) em fuga.

Clique aqui para ver o vídeo inesquecível da “massa cheirosa”.

A Catanhêde considera que a Dilma é um tsunami.

No twitter, o Ancelmo do Globo, um especialista em bom-pracismo, disse o mesmo: um tsunami !

O tsunami são ondas gigantes de grande concentração de energia, provocadas por um deslocamento de água que ocorre após uma movimentação inesperada de placas tectônicas abaixo dos oceanos.

O tsunami costuma provocar catástrofes.

Uma catástrofe gigantesca, inesperada – é o que a Catanhêde quer dizer.

Catástrofe, a gente sabe qual é: é a que o jornal nacional mostra todos os dias (clique aqui para ler “O Pará e o Brasil não são o que o jn diz”)

Mas, “inesperada”, por quê ?

O Governo Lula é um sucesso e a popularidade dele, recordista desde o primeiro dia de Governo.

Promoveu a inclusão social, ampliou a classe média e assistiu os pobres.

Fez uma política externa que não tirou o sapato para os Estados Unidos.

A Dilma é a sua legítima sucessora: foi a CEO do Governo Lula.

O Serra é um nada.

Em 50 anos de vida pública não conseguiu produzir uma obra, uma ideia original.

Não tomou uma atitude de que se possa lembrar com admiração.

Como “inesperado”, se a oposição ficou ancorada em 2002 ?

A oposição se deixou imobilizar pela a vaidade do Fernando Henrique.

O Farol de Alexandria amarrou o PSDB na tarefa inglória de preservar seu Governo.

O Farol segurou a oposição na defesa de um Governo que quebrou o Brasil três vezes.

O Farol não deixou o PSDB produzir uma alternativa ao Governo Lula.

Porque obrigou o PSDB a pensar que a alternativa era ele – quando Lula fracasse e caísse num impeachment.

Enquanto o Farol cuidava de seu verbete nos livros de História, a oposição se deixou atropelar pela Classe C.

Enquanto bradava contra o “Bolsa Vagabundagem”, se encaminhava para a extrema direita, puxada pelos DEMOS e a nova carreira do César Maia, no plano nacional.

O Serra não conseguiu se livrar da maldita herança do neo-liberalismo do Farol.

Lula pendurou o FHC no pescoço do Serra e ali ficou.

O Sarney, o Itamar, o Collor – todos eles se submeteram ao voto popular, ao sair da Presidência.

Por que o Farol não se submeteu ?

Porque não tem voto.

Ele faz sucesso no PiG (**).

O Serra foi para a campanha sem temas: do Ministério do Acarajé ao Ministério do Cano.

Invadiu a Bolívia e subiu na garupa do Lula.

Até o Farol sabe que o Serra não formula nada: ele é um gerentão.

E um gerentão desastrado.

O Serra foge: não cumpre um mandato até o fim, para não ser julgado pelo que (não) fez.

O Serra foge para a frente.

Só que, agora, bye bye Serra forever.

E a Dilma não é um tsunami.

A Dilma é o rio que corre para mar.

Segue o curso traçado há muito tempo.

Com algumas cachoeiras e quedas d’água.

Mas, segue inexoravelmente o seu curso.

Desde Vargas.

Paulo Henrique Amorim

terça-feira, 15 de junho de 2010

Relatório do Banco Central: PIB vai crescer 7%. Que horror !

Olha o que o Lula fez com o tsunami da urubóloga

Leia, amigo navegante, a péssima notícia que a newsletter do Bradesco acaba de divulgar, com comentários sobre a pesquisa Focus do Banco Central:

Relatório Focus: expectativas para o PIB em 2010 mostraram elevação para 7,0%

As projeções de mercado das principais variáveis mostraram correções importantes em relação à semana anterior, segundo o Relatório Focus, divulgado há pouco pelo Banco Central, referente à semana até 11 de junho.

O destaque desta divulgação ficou para a elevação da expectativa para o crescimento do PIB.

em 2010, que passou de 6,6% para 7,0%, e se mantendo estável em 4,5% para 2011. Já a expectativa para o IPCA para 2010 registrou novamente uma leve queda, passando de 5,64% na semana anterior para 5,61%. Para 2011, a expectativa para a infl ação ao consumidor ainda se manteve em 4,80%.

Já para a taxa de câmbio de final de período, houve estabilidade das expectativas para 2010, em R$/US$ 1,80, sendo que, para 2011, as expectativas medianas passaram de R$/US$ 1,85 para R$/US$ 1,86.

Por fim, as expectativas para a meta da taxa Selic, para final de 2010, se mantiveram em 11,75%, enquanto mostraram elevação de 11,50% para 11,75% para 2011.