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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Livro desnuda a relação de Serra com Dantas. É por isso que Serra se aloprou

A bomba explodiu no colo do Serra


O Conversa Afiada recebeu de amigo navegante mineiro o texto que serve de introdução ao livro “Os porões da privataria” de Amaury Ribeiro Jr., que será lançado logo depois da Copa, em capítulos, na internet.

Vai desembarcar na eleição.

É um trabalho de dez anos de Amaury Ribeiro Jr, que começou quando ele era do Globo e se aprofundou com uma reportagem na IstoÉ sobre a CPI do Banestado.

Não são documentos obtidos com espionagem – como quer fazer crer o PiG (*), na feroz defesa de Serra.

É o resultado de um trabalho minucioso, em cima de documentos oficiais e de fé pública.

Um dos documentos Amaury Ribeiro obteve depois de a Justiça lhe conceder “exceção da verdade”, num processo que Ricardo Sergio de Oliveira move contra ele. E perdeu.

O processo onde se encontram muitos documentos foi emcaminhado à Justiça pelo notável tucano Antero Paes e Barros e pelo relator da CPI do Banestado, o petista José Mentor.

Amaury mostra, pela primeira vez, a prova concreta de como, quanto e onde Ricardo Sergio recebeu pela privatização.

Num outro documento, aparece o ex-sócio de Serra e primo de Serra, Gregório Marin Preciado no ato de pagar mais de US$ 10 milhões a uma empresa de Ricardo Sergio.

As relações entre o genro de Serra e o banqueiro Daniel Dantas estão esmiuçadas de forma exaustiva nos documentos a que Amaury teve acesso. O escritório de lavagem de dinheiro Citco Building, nas Ilhas Virgens britânicas, um paraíso fiscal, abrigava a conta de todo o alto tucanato que participou da privataria.

Não foi a Dilma quem falou da empresa da filha do Serra com a irmã do Dantas. Foi o Conversa Afiada.
Que dedica a essa assunto – Serra com Dantas – uma especial atenção.

Leia a introdução ao livro que aloprou o Serra:


Os porões da privataria


Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos. Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais. Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do país, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC. Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas. Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três dos seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, tem o que explicar ao Brasil.

Ribeiro Jr. vai detalhar, por exemplo, as ligações perigosas de José Serra com seu clã. A começar por seu primo Gregório Marín Preciado, casado com a prima do ex-governador Vicência Talan Marín. Além de primos, os dois foram sócios. O “Espanhol”, como (Marin) é conhecido, precisa explicar onde obteve US$ 3,2 milhões para depositar em contas de uma empresa vinculada a Ricardo Sérgio de Oliveira, homem-forte do Banco do Brasil durante as privatizações dos anos 1990. E continuará relatando como funcionam as empresas offshores semeadas em paraísos fiscais do Caribe pela filha – e sócia — do ex-governador, Verônica Serra e por seu genro, Alexandre Bourgeois. Como os dois tiram vantagem das suas operações, como seu dinheiro ingressa no Brasil …

Atrás da máxima “Siga o dinheiro!”, Ribeiro Jr perseguiu o caminho de ida e volta dos valores movimentados por políticos e empresários entre o Brasil e os paraísos fiscais do Caribe, mais especificamente as Ilhas Virgens Britânicas, descoberta por Cristóvão Colombo em 1493 e por muitos brasileiros espertos depois disso. Nestas ilhas, uma empresa equivale a uma caixa postal, as contas bancárias ocultam o nome do titular e a população de pessoas jurídicas é maior do que a de pessoas de carne e osso. Não é por acaso que todo dinheiro de origem suspeita busca refúgio nos paraísos fiscais, onde também são purificados os recursos do narcotráfico, do contrabando, do tráfico de mulheres, do terrorismo e da corrupção.

A trajetória do empresário Gregório Marin Preciado, ex-sócio, doador de campanha e primo do candidato do PSDB à Presidência da República mescla uma atuação no Brasil e no exterior. Ex-integrante do conselho de administração do Banco do Estado de São Paulo (Banespa), então o banco público paulista – nomeado quando Serra era secretário de planejamento do governo estadual, Preciado obteve uma redução de sua dívida no Banco do Brasil de R$ 448 milhões (1) para irrisórios R$ 4,1 milhões. Na época, Ricardo Sérgio de Oliveira era diretor da área internacional do BB e o todo-poderoso articulador das privatizações sob FHC.

(Ricardo Sergio é aquele do “estamos no limite da irresponsabilidade. Se der m… “, o momento Péricles de Atenas do Governo do Farol – PHA)
Ricardo Sérgio também ajudaria o primo de Serra, representante da Iberdrola, da Espanha, a montar o consórcio Guaraniana. Sob influência do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, mesmo sendo Preciado devedor milionário e relapso do BB, o banco também se juntaria ao Guaraniana para disputar e ganhar o leilão de três estatais do setor elétrico (2).

O que é mais inexplicável, segundo o autor, é que o primo de Serra, imerso em dívidas, tenha depositado US$ 3,2 milhões no exterior através da chamada conta Beacon Hill, no banco JP Morgan Chase, em Nova York. É o que revelam documentos inéditos obtidos dos registros da própria Beacon Hill em poder de Ribeiro Jr. E mais importante ainda é que a bolada tenha beneficiado a Franton Interprises. Coincidentemente, a mesma empresa que recebeu depósitos do ex-tesoureiro de Serra e de FHC, Ricardo Sérgio de Oliveira, de seu sócio Ronaldo de Souza e da empresa de ambos, a Consultatun. A Franton, segundo Ribeiro, pertence a Ricardo Sérgio.

A documentação da Beacon Hill levantada pelo repórter investigativo radiografa uma notável movimentação bancária nos Estados Unidos realizada pelo primo supostamente arruinado do ex-governador. Os comprovantes detalham que a dinheirama depositada pelo parente do candidato tucano à Presidência na Franton oscila de US$ 17 mil (3 de outubro de 2001) até US$ 375 mil (10 de outubro de 2002). Os lançamentos presentes na base de dados da Beacon Hill se referem a três anos. E indicam que Preciado lidou com enormes somas em dois anos eleitorais – 1998 e 2002 – e em outro pré-eleitoral – 2001. Seu período mais prolífico foi 2002, quando o primo disputou a presidência contra Lula. A soma depositada bateu em US$ 1,5 milhão.

O maior depósito do endividado primo de Serra na Beacon Hill, porém, ocorreu em 25 de setembro de 2001. Foi quando destinou à offshore Rigler o montante de US$ 404 mil. A Rigler, aberta no Uruguai, outro paraíso fiscal, pertenceria ao doleiro carioca Dario Messer, figurinha fácil desse universo de transações subterrâneas. Na operação Sexta-Feira 13, da Polícia Federal, desfechada no ano passado, o Ministério Público Federal apontou Messer como um dos autores do ilusionismo financeiro que movimentou, através de contas no exterior, US$ 20 milhões derivados de fraudes praticadas por três empresários em licitações do Ministério da Saúde.

O esquema Beacon Hill enredou vários famosos, entre eles o banqueiro Daniel Dantas. Investigada no Brasil e nos Estados Unidos, a Beacon Hill foi condenada pela justiça norte-americana, em 2004, por operar contra a lei.

Percorrendo os caminhos e descaminhos dos milhões extraídos do país para passear nos paraísos fiscais, Ribeiro Jr. constatou a prodigalidade com que o círculo mais íntimo dos cardeais tucanos abre empresas nestes édens financeiros sob as palmeiras e o sol do Caribe. Foi assim com Verônica Serra. Sócia do pai na ACP Análise da Conjuntura, firma que funcionava em São Paulo em imóvel de Gregório Preciado, Verônica começou instalando, na Flórida, a empresa Decidir.com.br, em sociedade com Verônica Dantas, irmã e sócia do banqueiro Daniel Dantas, que arrematou várias empresas nos leilões de privatização realizados na era FHC.

Financiada pelo banco Opportunity, de Dantas, a empresa possui capital de US$ 5 milhões. Logo se transfere com o nome Decidir International Limited para o escritório do Ctco Building, em Road Town, ilha de Tortola, nas Ilhas Virgens Britânicas. A Decidir do Caribe consegue trazer todo o ervanário para o Brasil ao comprar R$ 10 milhões em ações da Decidir do Brasil.com.br, que funciona no escritório da própria Verônica Serra, vice-presidente da empresa. Como se percebe, todas as empresas tem o mesmo nome. É o que Ribeiro Jr. apelida de “empresas-camaleão”. No jogo de gato e rato com quem estiver interessado em saber, de fato, o que as empresas representam e praticam é preciso apagar as pegadas. É uma das dissimulações mais corriqueiras detectada na investigação.

Não é outro o estratagema seguido pelo marido de Verônica, o empresário Alexandre Bourgeois. O genro de Serra abre a Iconexa Inc no mesmo escritório do Ctco Building, nas Ilhas Virgens Britânicas, que interna dinheiro no Brasil ao investir R$ 7,5 milhões em ações da Superbird. com.br que depois muda de nome para Iconexa S.A…Cria também a Vex capital no Ctco Building, enquanto Verônica passa a movimentar a Oltec Management no mesmo paraíso fiscal. “São empresas-ônibus”, na expressão de Ribeiro Jr., ou seja, levam dinheiro de um lado para o outro.

De modo geral, as offshores cumprem o papel de justificar perante o Banco Central e à Receita Federal a entrada de capital estrangeiro por meio da aquisição de cotas de outras empresas, geralmente de capital fechado, abertas no país. Muitas vezes, as offshores compram ações de empresas brasileiras em operações casadas na Bolsa de Valores. São frequentemente operações simuladas tendo como finalidade única internar dinheiro nas quais os procuradores dessas offshores acabam comprando ações de suas próprias empresas… Em outras ocasiões, a entrada de capital acontecia através de sucessivos aumentos de capital da empresa brasileira pela sócia cotista no Caribe, maneira de obter do BC a autorização de aporte do capital no Brasil. Um emprego alternativo das offshores é usá-las para adquirir imóveis no país.

Depois de manusear centenas de documentos, Ribeiro Jr. observa que Ricardo Sérgio, o pivô das privatizações — que articulou os consórcios usando o dinheiro do BB e do fundo de previdência dos funcionários do banco, a Previ, “no limite da irresponsabilidade” conforme foi gravado no famoso “Grampo do BNDES” — foi o pioneiro nas aventuras caribenhas entre o alto tucanato. Abriu a trilha rumo às offshores e as contas sigilosas da América Central ainda nos anos 1980. Fundou a offshore Andover, que depositaria dinheiro na Westchester, em São Paulo, que também lhe pertenceria…

Ribeiro Jr. promete outras revelações. Uma delas diz respeito a um dos maiores empresários brasileiros, suspeito de pagar propina durante o leilão das estatais, o que sempre desmentiu. Agora, porém, existe evidência, também obtida na conta Beacon Hill, do pagamento da US$ 410 mil por parte da empresa offshore Infinity Trading, pertencente ao empresário, à Franton Interprises, ligada a Ricardo Sérgio.

(1)A dívida de Preciado com o Banco do Brasil foi estimada em US$ 140 milhões, segundo declarou o próprio devedor. Esta quantia foi convertida em reais tendo-se como base a cotação cambial do período de aproximadamente R$ 3,2 por um dólar.
(2)As empresas arrematadas foram a Coelba, da Bahia, a Cosern, do Rio Grande do Norte, e a Celpe, de Pernambuco.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Serra ia passar Petrobrás nos cobres!

Paulo Renato, Ministro da Educação do Serra, ia matar a Petrobrás para criar a Petrobrax

Paulo Renato, Ministro da Educação do Serra, ia matar a Petrobrás para criar a Petrobrax

Do twitter do Cloaca News:

quarta-feira, 12 de maio de 2010

ESTÁ DOCUMENTADO: COM SERRA, PETROBRAS SERÁ PASSADA NOS COBRES

Tucanos já acionaram o Ministério Público para garantir a privatização da empresa

Em 2007, indignados pelo fato de a Petrobras ter adquirido a totalidade das ações ordinárias e preferenciais detidas pelos controladores da Suzano Holding no capital da Suzano Petroquímica, os correligionários de José Serra – aqueles mesmos que queriam desmontar a Petrobras osso por osso – ingressaram com uma curiosa representação contra a petroleira: queriam melar o negócio por considerá-lo uma “ofensa ao Programa Nacional de Desestatização”.

Coube ao então deputado federal Paulo Renato Souza, atual Secretário de Educação do governo paulista (unha e carne com Serra), endereçar a patacoada jurídica ao Procurador-Geral do MP junto ao Tribunal de Contas da União.

Clique aqui para ler a “representação” dos tucanos. Depois, tente imaginar o que os vendilhões fariam com esta nova descoberta.

Postado por Cloaca News às 23:58:00

Clique aqui para ler.

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terça-feira, 11 de maio de 2010

'O Globo' dá o troco em Serra!

Muito bem observado pelo Brizola Neto.

Não se trata uma funcionária de confiança da Globo como lixo impunemente. Nem mesmo o candidato da Globo tem esse direito.

A foto do velho caquético vale por mil palavras.



Veja exagera e irrita Serra






Serra em crise de identidade; tentando angariar votos.

Reflexões mais que pertinentes do jornalista Leandro Fortes sobre José Serra. Do blog Brasília, eu vi

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O Camarada Serra

Gafe do cerimonial: na foto, Serra é o sujeito à direita de Kátia Abreu

Ao se declarar um homem de esquerda, durante entrevista na CBN, o ex-governador José Serra deve:

1) Ter caído em desgraça na revista Veja;

2) Ter caído em desgraça no Instituto Millennium;

3) Ter caído em desgraça na Fiesp;

4) Ter caído em desgraça no Clube Militar;

5) Ter caído em desgraça na ANJ;

6) Ter caído em desgraça nos blogs de esgoto;

7) Ter caído em desgraça na TFP;

8) Ter caído em desgraça na UDR;

9) Ter caído em desgraça na CNA;

10) Ter caído em desgraça na CNI;

11) Ter caído em desgraça no DEM;

12) Ter caído em desgraça em Higienópolis;

13) Ter caído em desgraça nas Organizações Globo;

14) Ter caído em desgraça na Febraban;

15) Ter caído em desgraça no PSDB.

Então, fico imaginando quem, afinal, deverá votar em José Serra, o Vermelho:

1) Os 30 mil pernambucanos beneficiados pela plataforma de indústria naval fixada no estado como parte do PAC?

2) Os 60 milhões de brasileiros beneficiados pela distribuição de renda catalisada pelo Bolsa Família?

3) Os 32 milhões de brasileiros que saíram da condição de miseráveis à de consumidores?

4) Os 1,2 milhão de trabalhadores que recebem um salário mínimo que pulou de 60 dólares, da Era Tucana, para 200 dólares, no governo Lula?

5) Os trabalhadores sem-terra perseguidos no interior de São Paulo?

6) Os familiares dos motoboys assassinados pela PM paulista?

7) O delegado Protógenes Queiroz?

8) O juiz Fausto De Sanctis?

9) Os comunistas?

10) Os eleitores de Dilma Rousseff?

E, finalmente, alguém pode me explicar como é que um sujeito de esquerda pode aparecer todo sorridente numa foto ao lado da senadora Kátia Abreu? Seria um caso clássico de infiltração esquerdista nas hostes ruralistas?

domingo, 9 de maio de 2010

TIA CARMELA E O ZEZINHO A tia Carmela conhece o menino Zezinho desde o tempo da Moóca.

Pres. Zezinho anuncia Acordo CARACU com EUA

O Presidente de Nascença anunciou que fará um acordo bilateral com os EUA.

Em mais uma decisão corajosa, majestática e gerencial, o Mais Preparado dos Brasileiros, o futuro presidente Zezinho, decretou o fim do MERCOSUL.

Com o fim dessa idéia petista de se integrar com um bando de indiozinhos analfabetos, as sempre igualitárias relações entre Brasil e EUA entrarão em nova fase.

Nesta nova fase da política externa, o Brasil deixará de fazer acordos com países de terceira categoria e poderá dedicar-se à retomada de negociações de alto nível com os EUA, nosso tradicional benfeitor.

O representante de Obama ficou emocionado com o presente recebido.

Segundo fontes de Washington, três experientes ex-ministros das relações exteriores da UDN foram enviados à Disneylândia como emissários do Mais Competente dos Brasileiros: o ex-sábio FHC, Petro Myzontides Lampreia e M.G. Lafer.

Na Disneylândia, depois de pagarem o ingresso, conseguiram ser recebidos pelo Mickey, representando oficialmente o presidente Obama, enquanto este comia um cachorro-quente. Nas conversas, o rato americano apresentou os termos de um novo acordo a ser assinado pelo Mais Formidável dos Gestores no primeiro dia de seu vindouro governo.

Trata-se do acordo CARACU (Common Agreement on Relationship for America and Countries Underdog), imediatamente aceito com gratidão pelos novos Barões do Rio Branco.

Nesse acordo CARACU, o Brasil entrará com a segunda parte e abrirá seu mercado para as empresas americanas nos setores industrial e de serviços. Em troca, os EUA generosamente reduzirão em 1,7% as tarifas alfandegárias para a exportação de algodão-doce brasileiro, durante os meses de dezembro e janeiro de cada ano, destinado aos parques aquáticos de 2 estados americanos: Alaska e Montana.

De acordo com o assessor do pres. Zezinho para Ipanema e Leblon, Johnny Fiúza, a Zona Sul carioca festejou o acordo, na expectativa de que inclua a permissão para estacionar nas calçadas de Miami.

Os norte-americanos adoraram a delegação da UDN (foto) enviada a Orlando pelo pres. Zezinho.

Como forma de agradecer a generosidade norte-americana, o Mais Perfeito dos Líderes mandou dizer ao Mickey que a pendência com os EUA na OMC será cancelada. O Brasil abrirá mão de aplicar as retaliações comerciais concedidas pela OMC em um momento em que seus dirigentes foram levados na conversa pelo usurpador do planalto.

O presidente Zezinho avisou ao contínuo de Obama que fez-lhe o favor de anotar o recado que pedia perdão em nome do povo brasileiro e que essa sandice jamais se repetirá.

O anúncio do Acordo imediatamente mobilizou várias estrelas da UDN, interessadas em assumir: o Itamaraty e o CARACU.

Comentário da tia Carmela

O Zezinho sempre gostou de Caracu. Quando ele era criança, lá na Mooca, uma vez ele pegou escondido uma garrafa de Caracu da geladeira da casa dele e fez o Reinaldinho Cabeção beber tudo. Lógico, ele ficou totalmente bêbado. O Zezinho então pegou uma peteca, tirou as penas e fez um cocar, que colocou na cabeça do Reinaldinho. Amarrou um barbante no pescoço dele, colocou um chapéu e saiu dizendo que era o General Custer e tinha caçado um índio perigoso… E foi arrastando o Reinaldinho Cabeção e dando uns croques na cabeça dele, falando, “toma, indiozinho atrevido!”.
post do tia carmela e zezinho.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Serra quer o fim. Europa fecha acordo com Mercosul!

Segundo Serra, Zapatero é um otário

Por sugestão do amigo navegante Éder Bezerra.

Deu no jornal espanhol El País:

UE-Mercosur, novios otra vez (União Européia – Mercosul, namorados outra vez)

España y Argentina reavivan la negociación de un acuerdo comercial

Un acuerdo de asociación política, de cooperación y libre comercio entre la Unión Europea y Mercosur (Argentina, Brasil, Paraguay y Uruguay) ha dejado de ser una utopía. Comenzó a negociarse en 1999, pero esta vez los países que presiden ambos bloques en esta primera mitad de año, España y Argentina, han tomado la decisión política de reanudar formalmente el diálogo interrumpido en 2004, y los diplomáticos han puesto manos a la obra con la mira puesta en la cumbre UE-América Latina del 17 y 18 de mayo en Madrid.


Fuentes diplomáticas de ambos bloques esbozan las razones del resurgimiento de esta negociación que estaba moribunda. La UE dejó de condicionar el acuerdo a un éxito de la fenecida Ronda de Doha de la Organización Mundial del Comercio (OMC), único escenario en el que los 27 estaban dispuestos a ceder en materia agrícola, sector en el que Mercosur es más competitivo. No es casualidad que el diálogo se reanude bajo la presidencia de España, que junto con Portugal son los dos países europeos que dan prioridad a la relación con Latinoamérica. Un relanzamiento de las negociaciones en la cumbre de Madrid supondría uno de los logros concretos de la presidencia española y conllevaría un rédito político interno para el presidente José Luis Rodríguez Zapatero, según fuentes diplomáticas europeas.

Clique aqui para ler a matéria completa de Alejandro Rebossio no site do El País

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Constituinte: Serra votou sempre contra os trabalhadores. É o lobo em pele de cordeiro!


Na foto, Serra chega para votar contra os trabalhadores


O Conversa Afiada reproduz e-mail do amigo navegante Fernando:

É BOM SABER……….

COMO SE COMPORTOU JOSÉ SERRA NA CONSTITUINTE

a) votou contra a redução da jornada de trabalho para 40 horas;
b) votou contra garantias ao trabalhador de estabilidade no emprego;
c) votou contra a implantação de Comissão de Fábrica nas indústrias;
d) votou contra o monopólio nacional da distribuição do petróleo;
e) negou seu voto pelo direito de greve;
f) negou seu voto pelo abono de férias de 1/3 do salário;
g) negou seu voto pelo aviso prévio proporcional;
h) negou seu voto pela estabilidade do dirigente sindical;
i) negou seu voto para garantir 30 dias de aviso prévio;
j) negou seu voto pela garantia do salário mínimo real;
Fonte: DIAP — “Quem foi quem na Constituinte”;pag. 621.

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