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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Os 10 maiores crimes de corrupção do Brasil

A oposição e a quase totalidade da mídia tentaram vender o caso como “o maior escândalo da corrupção da história”, algo que os números, por si só, desmentem.
Enquanto a Veja – que ainda é a revista semanal de maior circulação no País, mas vem perdendo leitores em grande parte por causa do descompromisso com a verdade factual e pelo engajamento escancarado na campanha contra o PT e a esquerda em geral – e seus blogueiros tentam sustentar essa versão, uma reportagem da revista Mundo Estranho, da mesma Editora Abril, demonstra que o “mensalão” ocupa um modesto 9º lugar entre os 10 maiores escândalos de corrupção dos últimos 20 anos com um valor de aproximadamente R$55 milhões (mas que poderia chegar a R$100 milhões).
À frente aparecem o dos “sanguessugas” (2006), com R$140 milhões; da Sudam (1999), com R$214 milhões; da Operação Navalha (2007), com R$610 milhões; dos “anões do Orçamento” (1992), com R$800 milhões; do TRT/SP (1999), de R$923 milhões; do Banco Marka (1999), com R$1,8 bilhão; dos “vampiros” (2004), de R$2,4 bilhões; e das contas CC5 do Banestado (2000), com um rombo de R$42 bilhões.
O ranking da Mundo Estranho não inclui a privataria tucana, esquema de privatizações fraudulentas que deixou um prejuízo de R$100 bilhões aos cofres públicos no governo FHC (1995-2002), o equivalente a pelo menos mil “mensalões”.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Curiosidade do STF

By Stanley Burburinho
  • Cacciola morava num condomínio que é considerado um dos mais caros do mundo. Eu disse do mundo.
  • O condomínio custava R$ 8.000/mês. É o Golden Green, na Barra, no RJ. Onde moram/moravam Romário, Ronaldo Gordo, etc.
  • Cacciola foi preso pelo escândalo do Banco Marka. O apartamento mais barato do Golden Green custa US$ 2,5 milhões.
  • Cacciola foi solto pelo Marco Aurélio Mello do STF que esqueceu de apreender o passaporte de Cacciola que tem cidadania italiana.
  • Cacciola fugiu para a Itália. Dias depois, adivinha quem se mudou para o Golden Green: Marco Aurélio Mello.
  • E já se sabia que não existe tratado de extradição entre Brasil e Itália. Cacciola foi preso porque foi para Mônaco, outro país, para assistir a um jogo de tênis e foi trazido para o Brasil pela Interpol.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Lula diz que petistas devem ter orgulho do julgamento do mensalão pelo STF

Durante evento de campanha de Fernando Haddad, ex-presidente afirma que erros cometidos por membros de seu governo estão sendo apurados: antes, processos eram 'engavetados'
Publicado em 28/09/2012, 02:59

Lula diz que petistas devem ter orgulho do julgamento do mensalão pelo STF
"Quando na nossa casa nosso filho é suspeito por ter cometido algum erro, nós investigamos e não culpamos o vizinho" (Foto: Paulo Pinto)
São Paulo – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se pronunciou ontem (27) sobre o uso político que partidos e candidatos da oposição vêm fazendo do julgamento do 'mensalão' durante as eleições municipais. “Vocês devem ter orgulho – e não vergonha – do processo que está em curso na Suprema Corte, porque no nosso governo as pessoas são julgadas e apuradas.” As declarações foram colhidas durante evento de campanha do PT no campus da Universidade Nove de Julho (Uninove), zona oeste de São Paulo.
Lula resolveu entrar no assunto depois que o candidato do PSDB à Prefeitura da capital, José Serra, ter tentado vincular seu concorrente petista, Fernando Haddad, ao escândalo de corrupção denunciado pelo ex-deputado federal Roberto Jefferson em 2005. “Aquele mesmo senhor que ofendeu a Dilma até onde ninguém jamais tentou ofender uma candidata agora está ofendendo o companheiro Fernando Haddad, tentando baixar o nível”, alfinetou, fazendo referência à campanha presidencial de 2010, em que o tucano concorreu com a presidenta Dilma Rousseff (PT) e saiu derrotado.
O ex-presidente também tentou minimizar as provocações recebidas nas ruas pelos militantes do PT ao lembrar que, durante o governo do PSDB, o procurador-geral da República – figura que hoje em dia conduz as acusações contra os chamados 'mensaleiros' – era chamado de 'engavetador'. “Não podemos esquecer da compra de votos em 1996 para aprovar a reeleição neste país.”
“Se juntarem todos os presidentes da história do Brasil, verão que não se criaram tantos instrumentos para combater a corrupção como fizemos em oito anos”, comparou. “É só ver o que era a Controladoria-Geral da República e a Polícia Federal antes de nós, e o grau de liberdade do Ministério Público. Quando na nossa casa nosso filho é suspeito por ter cometido algum erro, nós investigamos e não culpamos o vizinho.”