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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Serra afunda. E o “Celso Furtado” navega…

Agora de manhã no Estaleiro Mauá, no lançamento do “Celso Furtado”, o primeiro navio construído no estado do Rio para o programa de expansão da frota da Petrobra e o único de grande porte a ser produzido aqui – pasmem- desde 1997! Sergio Machado, presidente da Transpetro confirmou que outras 15 embarcações serão construídas aqui, e as encomendas já contratadas estão gerando hoje emprego para quase 25 mil trabalhadores. Para vocês terem uma ideia, toda a indústria brasileira de construção naval empregava cerca de 2 mil trabalhadores em todo o País, antes das encomendas da petrobras, que já elevou este número para 46 mil.

É uma enorme alegria ver centenas de trabalhadores felizes e realizados com a descida ao mar do navio, ainda por cima uma merecida homenagem a um grande brasileiro, Celso Furtado, um economista que se preocupava com desenvolvimento brasileiro e, especialmente, com o povo do seu Nordeste. Fiquei pensando: como seria possível que o nosso país pudesse retroceder ao tempo do desmonte de nossa indústria, às encomendas de tudo no exterior, ao desemprego de nossos operários, técnicos e engenheiros navais, uma tradição carioca e brasileira, pois já fomos a 2a maior indústria naval do mundo?

Felizmente, foi só um pensamento ruim. Porque os fatos mostram que estes tristes tempos se foram para sempre.

Brizola Neto

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Petrobrás compra no Brasil R$ 50 bi em navios. FHC e Serra iam comprar em Cingapura.

Eles gostavam de criar emprego - em Cingapura

Saiu na Folha (*), pág. B1: “Petrobrás compra 28 navios-sonda por R$ 50 bi”

Licitação recorde da estatal obriga (sic) a construção de embarcações no Brasil.

Nove empresas e consórcios apresentaram proposta.

É para atender à demanda do pré-sal.”

Navalha

Na Petrobrás do FHC/Serra, a Petrobrás estava para encomendar um super-navio a um estaleiro de Cingapura, quando Lula, em campanha, em 2002, foi ao Rio e avisou: se eleito, desmancharia a concorrência.

Não só desfez a concorrência, como re-instalou, através da Petrobras, a industria naval brasileira.

O Brasil é hoje um dos maiores produtores de navios dom mundo.

Em Suape – clique aqui para ler “Suape é uma revolução – Eduardo Campos dá de 10 a 0 em Serra”

No Rio.

E em Rio Grande, no Rio Grande do Sul.

Entre as muitas besteiras com lógica – clique aqui para ler “como tem logica o preconceito do Serra contra a Bolívia”- que pronunciou recentemente, Serra foi a Recife, a 100 quilômetros de Suape, defender a decisão dele e de FHC de comprar navio em Cingapura.

Ele é um jenio.

Um dos concorrentes nessa licitação para 28 navios-sonda é o Atlântico Sul, da Camargo e da Queiroz Galvão, que acabaram de lançar, com Lula, o primeiro navio produzido em Suape, em homenagem ao “almirante negro”.

O custo de cada navio-sonda ficará entre US$ 800 milhões e US$ 1 bilhão.

Imagine, amigo navegante, quantos empregos isso criará no Brasil.

(E o Serra e o FHC queriam criar em Cingapura.)

Paulo Henrique Amorim

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é ; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Portos e navios: Dilma diz que PSDB detonou indústria naval!


do site Portos e Navios

Eleições: No Rio Grande do Sul, candidata do PT diz que setor passou de 2 mil empregos em 1998 para 45 mil

Principal palestrante de um seminário sobre a implantação do polo da indústria naval em Rio Grande, patrocinado pelas empresas Engevix Engenharia e Toniolo Busnello e pela prefeitura da cidade, administrada pelo PMDB, a pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, aproveitou o evento para apresentar credenciais como gestora de grandes projetos e disparar críticas ao PSDB. Ela também voltou a defender a autonomia operacional do Banco Central e chegou a dizer que, “como onze entre dez brasileiros”, gostaria de ver os jogadores Neymar e Ganso, do Santos, convocados para a seleção brasileira, o que acabou não acontecendo.

Segundo Dilma, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu uma “verdadeira Cruzada” para reativar a indústria naval brasileira, que chegou a empregar 40 mil pessoas em 1979, mas foi “detonada” e caiu para menos de 2 mil empregos em 1998, durante a gestão do tucano Fernando Henrique Cardoso. Hoje, segundo ela, o setor ocupa 45 mil empregados no país graças aos estímulos federais para a construção de navios e plataformas de exploração de petróleo e gás e para a qualificação profissional.

Dilma também afirmou que não vê necessidade de modificar o modelo que garante autonomia operacional do Banco Central. Na véspera, o pré-candidato do PSDB, José Serra, criticou o BC por não baixar os juros durante a crise econômica global, mas para a petista o sistema atual funciona bem. Questionada sobre o que o governo deveria fazer diante das denúncias de envolvimento do secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, com a máfia chinesa no país, ela afirmou que se ele deveria ser afastado do cargo se as acusações tiverem “fundamento”.

O restabelecimento da indústria naval brasileira começou a ser gestado no início do mandato de Dilma, então ministra das Minas e Energia, como presidente do conselho de administração da Petrobras. Na cidade gaúcha, a iniciativa do governo já resultou na construção de plataformas de exploração de petróleo e gás e na construção de um estaleiro e um dique seco que deverão ser inaugurados no fim deste mês pelo presidente Lula.

De acordo com a pré-candidata, na campanha eleitoral de 2002 o PSDB provocou uma polêmica “ácida” quando afirmou que o programa do PT era “irresponsável” por propor a reativação da indústria naval. “Diziam que o Brasil faria navios inadequados, não competitivos, e acabaria prejudicando a Petrobras”. Mas agora, segundo ela, o setor corre o risco de sofrer um “acidente de percurso”. “Depende de quem estiver à frente disso”, afirmou, numa alusão a uma eventual vitória do PSDB em outubro.

Segundo Dilma, a aposta do governo no setor, que incluiu o estímulo à descentralização dos novos estaleiros e ao aumento gradual do conteúdo local dos navios e plataformas, significou também a retomada da política de desenvolvimento industrial para o país. “Essa história de que o Brasil não pode ter uma política industrial é uma visão ultrapassada”, disse. Para ela, um eventual novo governo do PT tem condições de fazer “muito mais” porque foi o partido que criou a “base” para o crescimento atual.

Para a ex-ministra, o Brasil “dificilmente” seria respeitado apenas por ter estabilizado a economia (a partir da implantação do Plano Real, em 1994, quando FHC era ministro da Fazenda). “Somos respeitados por isso, mas também porque deixamos de ser devedores do Fundo Monetário Internacional e porque mostramos que o Brasil podia, com estabilidade, crescer, distribuir renda e melhorar a vida das pessoas”, afirmou.

A pré-candidata admitiu que não tem experiência eleitoral, mas afirmou que essa condição poderá aparecer ao eleitor como uma “lufada de ar novo numa situação mais tradicional de fazer política”. Em contrapartida, lembrou a experiência acumulada como secretária da Fazenda em Porto Alegre, como secretária de Minas e Energia em dois governos do Rio Grande do Sul e como ministra das Minas e Energia e chefe da Casa Civil do governo federal. “O carisma do presidente Lula não é passível de comparação, mas participei com ele da gestão dos principais projetos do governo”.

Fonte: Valor Econômico/ Sérgio Bueno, de Rio Grande

terça-feira, 11 de maio de 2010

Petrobrás assume estaleiro no Rio (Ishibrás) e cria 5 mil empregos!

Ishibrás: se dependesse do FHC/Serra tinha fechado

post do conversa afiada.


Petrobrás assume estaleiro no Rio e cria 5 mil empregos

POR LUCIENE BRAGA

Rio – O governador Sérgio Cabral disse, na manhã desta segunda-feira, que a Petrobras vai assumir a área do estaleiro Ishibrás, na Zona Portuária do Rio, para construções e reparos. A retomada das operações do estaleiro, que voltará a ter o nome original de Inhaúma, deve gerar 5 mil empregos diretos.

O anúncio foi feito pelo governador na abertura do seminário ‘Balanço de Setor naval e Offshore no Rio de Janeiro’, na sede da Firjan, Centro do Rio. A empresa e o governo do Rio estão em fase de acerto de “detalhes tributários”, como revelou Cabral, que recebeu hoje o presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli.

“Em três ou quatro semanas vamos resolver a questão dos créditos de ICMS para atender à demanda da Petrobras. Ainda esta semana, será definida a questão do ISS (Imposto sobre Serviços) junto à Prefeitura do Rio”, disse o governador, referindo-se ao pleito da Petrobras para redução de 5% para 2% deste tributo municipal.

O evento é uma realização da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços e o Sistema Firjan e o objetivo é apresentar projetos e discutir as atividades do segmento em todo o Estado.

Atualmente, o Rio concentra 15 dos 25 principais estaleiros em operação no país, associados ao Sindicato Nacional da Indústria Naval (Sinaval). Juntos, estes empreendimentos geram 25 mil empregos diretos, incluindo a indústria fabricação de embarcações de lazer, que empregam outros 5 mil trabalhadores. A expectativa é que o setor amplie ainda mais sua atuação no estado a partir dos investimentos previstos na exploração e produção do pré-sal.

Os sindicatos do setor naval vão ser aparelhados e vão oferecer cursos de qualificação, com apoio do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp).

Clique aqui para ler.

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sábado, 8 de maio de 2010

PiG(*) afunda primeiro petroleiro de Suape!

João Cândido, convenhamos: como é que a elite branca do PiG(*) vai engolir ?


Tudo o que saiu na Folha (**) foi, pág. A8, sobre “Lula e Dilma ironizam convite de Serra ao PT” :

“Dilma e Lula estiveram juntos ontem em Ipojuca (PE) (Suape – PHA). Participaram no lançamento do primeiro navio feito pelo estaleiro Atlântico Sul, encomendado pela Transpetro (Petrobrás – PHA).”

Saiu no Estadão, na pág. A8, num texto de título “TV estatal evita exibir infração eleitoral de Lula” :

“O presidente Lula aproveitou o lançamento do primeiro navio do Programa de Modernização e Expansão da Transpetro, para fazer campanha da petista….”

Na última flor do Fáscio, a única referência é um anúncio de página dupla da Camargo Corrêa, uma das sócias do Estaleiro Atlântico Sul.

O jornal nacional ignorou a matéria.

O jornal nacional e o PiG (*) ignoraram a homenagem que o Presidente Lula receberá como o “campeão mundial do combate à fome”.

Navalha

O estaleiro Atlântico Sul, da Camargo Corrêa, Queiroz Galvão e da Samsung tem 22 embarcações contratadas, mais o casco da plataforma P-55.

92% dos funcionários do Atlântico Sul são pernambucanos.

Suape é um porto e um distrito industrial de 14 mil hectares (o maior porto da Europa, Roterdã, tem 5 mil ha).

Suape tem 96 empresas.

20 plantas em construção.

São investimentos de US$ 20 bilhões, o que é igual a 28 anos de investimentos privados em Pernambuco.

Hoje, Suape emprega, diretamente, 30 mil pessoas.

Quase todos recrutados na região metropolitana de Recife – muitos, filhos de cortadores de cana e pescadores.

Suape será o destino de um ramal da Trans-Nordestina, o que se concretizará ano que vem.

(O outro será Pecém, no Ceará.)

No PAC2, Suape vai construir um terminal açucareiro, um novo terminal de containeres e um terminal de granéis sólidos.

A maior obra de Suape é a Refinaria Abreu e Lima, da Petrobrás, em parceria com a PDVSA, da Venezuela.

Clique aqui para ler “Suape é um revolução e Eduardo Campos dá de 10 a 0 em José Serra (Jarbas vai amargar isso, breve …)”.

O navio ontem lançado ao mar se chama “João Cândido”, o almirante (ou navegante) negro, o da Revolta da Chibata.

O próximo se chamará “Celso Furtado”.

Convenhamos, amigo navegante, que o presidente Lula e Eduardo Campos aplicaram uma dose cavalar – para matar PiG (*) paulista com uma aplicação direta na veia.



Paulo Henrique Amorim

(*)Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista

(**)Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é ; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

caso ele não destrua a indústria naval brasileira!DE NOVO!!

Lula entrega em Suape 1° navio que o Brasil produz em 13 anos!

"João Cândido"

Operária é madrinha de navio


A madrinha do navio João Cândido, batizado e lançado ao mar na quinta-feira 06/05/2010 no Complexo de Suape, é a funcionária do Estaleiro Atlântico Sul, Mônica Roberta de França. Ao invés de escolher uma madrinha-celebridade, a Transpetro optou por uma personagem comum, que fez parte da construção do primeiro navio made in Pernambuco. Negra, a madrinha também enaltece a consciência racial do homenageado João Cândido, que realizou o movimento que ficou conhecido como Revolta da Chibata (realizado 1910, no Rio de Janeiro), contra os castigos físicos sofridos pelos marinheiros negros na Marinha de Guerra.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Lula entrega em Suape 1° navio que o Brasil produz em 13 anos!

A embarcação tem capacidade para transportar um milhão de barris de petróleo

Como se sabe, FHC fez naufragar a indústria naval brasileira.

Pouco antes de ganhar em 2002, Lula prometeu que cancelaria uma compra da Petrobrax em um estaleiro asiático.

Ganhou, cancelou e remontou a indústria naval brasileira.

Leia abaixo matéria publicada no Blog da Petrobrás:

Transpetro lança navio ao mar nesta sexta-feira

A Transpetro, subsidiária da Petrobras para transporte e logística, lança nesta sexta-feira (7/5), em Pernambuco, o primeiro navio do Programa de Modernização da Frota (Promef). A embarcação, do tipo Suezmax, tem 274 metros de comprimento e capacidade para transportar um milhão de barris de petróleo.

Este é o primeiro navio petroleiro construído no Brasil a ser entregue ao Sistema Petrobras em mais de 13 anos, período em que a indústria naval brasileira praticamente desapareceu dos radares, após ser a segunda maior fabricante mundial nos anos 1970. A partir do Promef, um dos principais projetos estruturantes do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), os estaleiros nacionais se modernizaram e novas unidades de produção, como o Atlântico Sul, surgiram no País. Hoje, o Brasil já possui a quarta maior carteira de navios petroleiros do mundo.

“O lançamento ao mar do primeiro navio do Promef é um fato histórico. Atravessamos uma verdadeira epopéia para chegarmos a esse ponto. Quando iniciamos o programa, a desconfiança era enorme. Mas este ano, com os primeiros navios sendo lançados, veremos a prova real do acerto e da força do Promef, que entra agora em uma nova etapa, inclusive porque já estamos trabalhando para lançar a sua terceira fase”, afirma o presidente da Transpetro, Sergio Machado.

O Promef já gerou 15 mil empregos diretos. Este número chegará a 40 mil. Em suas duas primeiras fases, o programa prevê a construção de 49 navios no Brasil, dos quais, 46 foram licitados e 33 já contratados. Os três últimos estão fase final de licitação. Em junho, será lançado ao mar o segundo navio do programa, desta vez no Estaleiro Mauá, em Niterói (RJ).

Clique aqui para ver como Suape é uma revolução em Pernambuco

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