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terça-feira, 25 de maio de 2010

LULA NÃO ENTENDE DE NADA! TODA HISTÓRIA TEM MAIS DE UMA VERSÃO

Pedro Lima
(Economista e Professor da UFRJ)

Lula, que não entende de sociologia, levou 32 milhões de
miseráveis e pobres à condição de consumidores.
E que também não entende de economia, pagou as contas de FHC, zerou a dívida com o FMI e ainda empresta algum aos ricos.

Lula, o analfabeto, que não entende de educação, criou mais
escolas e universidades que seus antecessores juntos [14
universidades públicas e estendeu mais de 40 campi], e ainda criou o PRÓ-UNI, que leva o filho do pobre à universidade [meio milhão de bolsa para pobres em escolas particulares].

Lula, que não entende de finanças nem de contas públicas,
elevou o salário mínimo de 64 para mais de 291 dólares (valores de janeiro de 2010), e não quebrou a previdência como queria FHC.

Lula, que não entende de psicologia, levantou o moral da
nação e disse que o Brasil está melhor que o mundo. Embora o PIG - Partido da Imprensa Golpista, que entende de tudo, diga que não.

Lula, que não entende de engenharia, nem de mecânica, nem de nada, reabilitou o Proálcool, acreditou no biodiesel e levou o país à liderança mundial de combustíveis renováveis (maior programa de energia alternativa ao petróleo do planeta).

Lula, que não entende de política, mudou os paradigmas
mundiais e colocou o Brasil na liderança dos países emergentes, passou a ser respeitado e enterrou o G-8 [criou o G-20].

Lula, que não entende de política externa nem de conciliação, pois foi sindicalista brucutu, mandou às favas a
ALCA, olhou para os parceiros do sul, especialmente para os vizinhos da América Latina, onde exerce liderança absoluta sem ser imperialista. Tem fácil trânsito junto a Chaves, Fidel, Obama, Evo etc. Bobo que é, cedeu a tudo e a todos.

Lula, que não entende de mulher nem de negro, colocou o
primeiro negro no Supremo (desmoralizado por brancos) uma mulher no cargo de primeira ministra, e que pode inclusive, fazê-la sua sucessora.

Lula, que não entende de etiqueta, sentou ao lado da rainha (a convite dela) e afrontou nossa fidalguia branca de lentes azuis.

Lula, que não entende de desenvolvimento, nunca ouviu falar de Keynes, criou o PAC; antes mesmo que o mundo inteiro dissesse que é hora de o Estado investir. Hoje o PAC é um amortecedor da crise.

Lula, que não entende de crise, mandou baixar o IPI e levou a indústria automobilística a bater recorde no trimestre [como também na linha branca de eletrodomésticos] .

Lula, que não entende de português nem de outra língua, tem fluência entre os líderes mundiais, é respeitado e citado entre as pessoas mais poderosas e influentes no mundo atual [o melhor do mundo para o Le Monde, Times, News Week, Financial Times e outros...].

Lula, que não entende de respeito a seus pares, pois é um
brucutu, já tinha empatia e relação direta com George Bush -
notada até pela imprensa americana - e agora tem a mesma empatia com Barack Obama.

Lula, que não entende nada de sindicato, pois era apenas um agitador... é amigo do tal John Sweeny [presidente da AFL-CIO - American Federation Labor-Central Industrial Congres - a central de trabalhadores dos Estados Unidos, que lá sim, é única...] e entra na Casa Branca com credencial de negociador e fala direto com o Tio Sam, lá, nos "States".

Lula, que não entende de geografia, pois não sabe interpretar um mapa é autor da maior mudança geopolítica das Américas na história.


Lula, que não entende nada de diplomacia internacional, pois nunca estará preparado, age com sabedoria em todas as frentes e se torna interlocutor universal.

Lula, que não entende nada de história, pois é apenas um locutor de bravatas, faz história e será lembrado por um grande legado, dentro e fora do Brasil.

Lula, que não entende nada de conflitos armados nem de guerra, pois é um pacifista ingênuo, já é cotado pelos palestinos para dialogar com Israel.

Lula, que não entende nada de nada... é bem melhor que todos os outros!!!...

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Quem Só Lê O PIG* Fica Sem Saber Disso!


Bird vê 'avanços dramáticos' em redução da pobreza no Brasil





A taxa de pobreza está caindo
desde 2003 no Brasil
Apesar de ainda ter uma das mais altas taxas de desigualdade do mundo, o Brasil conseguiu avanços "dramáticos" em redução da pobreza e distribuição de renda, diz um relatório com indicadores de desenvolvimento divulgado nesta terça-feira pelo Banco Mundial (Bird).
"Enquanto as desigualdades de renda se agravaram na maioria dos países de renda média, o Brasil assistiu a avanços dramáticos tanto em redução da pobreza quanto em distribuição de renda", diz um trecho do documento.
"A desigualdade permanece entre as mais altas do mundo, mas os avanços recentes mostram que nem sempre o desenvolvimento precisa vir acompanhado de desigualdade", diz o texto sobre o Brasil.
Segundo os indicadores do Bird, a taxa de pobreza do Brasil caiu de 41% no início da década de 90 para entre 33% e 34% em 1995. Depois de se manter nesse nível até 2003, a taxa de pobreza apresentou declínio constante, caindo para 25,6% em 2006.
O documento diz que as taxas de pobreza extrema seguiram padrão semelhante, caindo de 14,5% em 2003 para 9,1% em 2006.
"A redução do número de pessoas vivendo na pobreza foi acompanhada por um declínio na desigualdade de renda", diz o relatório.
De acordo com o Bird, fatores como inflação baixa e programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, tiveram papel importante nesse desempenho.
Outros indicadores
O relatório também destaca os avanços registrados pelo Brasil em outros indicadores sociais, como a redução da taxa de mortalidade infantil, que passou de 56 para 22 em cada mil no período entre 1990 e 2008, em parte devido a melhores índices de vacinação.
Segundo o documento, o Brasil registrou ainda uma rápida redução nos índices de trabalho infantil e aumentou os níveis de frequência escolar.
O relatório traz dados sobre o cumprimento das Metas do Milênio, estabelecidas pelas Nações Unidas em 2000. Elas preveem melhoras em vários indicadores até 2015.
De acordo com o Bird, dez anos depois do lançamento da iniciativa, o progresso tem sido desigual e somente pouco mais da metade dos países com dados disponíveis está no caminho para atingir as metas.
"Cerca de 41% das pessoas em nações de baixa e média renda vivem em países que não devem atingir as metas. E 12% vivem nos 60 países sobre os quais não há dados suficientes para medir o progresso", diz o relatório.
No entanto, segundo o Bird, houve progressos consideráveis nesses 10 anos e, apesar da crise econômica e financeira, "a meta de reduzir pela metade a proporção de pessoas vivendo na extrema pobreza ainda pode ser alcançada em diversas regiões em desenvolvimento".
Por Renê Amaral - Do Blog Amoral Neto

quinta-feira, 15 de abril de 2010

O DINHEIRO DA CHINA COMPRA O SILÊNCIO DOS FALSOS DEFENSORES DA DEMOCRACIA E LIBERDADES FUNDAMENTAIS.

Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe o presidente da China, Hu Jintao, no Palácio Itamaraty.

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Imaginem se essa fosse a foto do presidente da Venezuela, Hugo Chaves, ou de Cuba, Raúl Castro, ou ainda do Presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Imaginem ou relembrem o que a imprensa brasileira estaria fazendo, como já fez, em termos de cobrança, e exigência de que o governo brasileiro condenasse a falta de DEMOCRACIA, ELEIÇÕES LIVRES, LIBERDADE DE IMPRENSA, DIREITOS HUMANOS, RESPEITO AOS OPOSITORES DO GOVERNO NESSES PAÍSES.

Ótimo ! Perfeito ! Esses são valores fundamentais. A imprensa estaria nesse momento, não abordando acordos econômicos, parcerias comerciais, nem estaria achando aceitável que o Brasil e o governo Lula, recebessem tais governantes e com ele se confraternizasse e não os condenasse pelas atitudes antidemocráticas que a imprensa vive condenando (Cuba, Irã, Venezuela).

Pois bem, na China, não existe liberdade de imprensa, a Internet é controlada, as eleições não são livres, os Direitos Humanos não são respeitados, os opositores do governo são presos, por anos e anos, alguns desaparecem sem deixar rastro, muitos são impedidos de deixar o país, perseguidos. A China é flagrantemente antidemocrática, e as violações e repressão por lá, superam em muito em intensidade, abrangência e violência do que pode acontecer em Cuba, Venezuela e até mesmo no Irã.

Mas, a China é rica, muito rica, embora seu povo em grande escala ainda viva em extrema miséria, e exista exploração da mão de obra infantil, e o regime de trabalho seja em alguns casos de quase escravidão. Mas, repetindo, a China é rica, muito rica, atualmente o motor do mundo, compra e vende, investe pesado, possui enormes reservas financeiras altíssimas e é um mercado consumidor bilionário.

Então, “às favas com o escrúpulo”, a imprensa que tem tantas reservas em relação aos ditadores pobres, se cala, se vende, diante do ditador rico e poderoso. Nenhuma cobrança, nenhuma condenação a política externa brasileira em relação a China por parte dessa imprensa que atinge níveis vergonhosos de parcialidade e sordidez.

O Presidente Lula está liberado para receber a China (e também a Rússia), e com eles que tem o que oferecer em termos de lucro, ser pragmático e parceiro, mas que não faça isso quando o parceiro for pobre, pois a imprensa só tolera ditador rico, só rico.
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sexta-feira, 26 de março de 2010

Pobre burguesia brasileira.


João Guilherme Vargas Netto *

O jornal Valor Econômico do dia 22/03 publicou uma grande reportagem de Sergio Lamucci e Samantha Maia sobre o “lobby industrial” com a lista dos presidentes das federações da indústria dos Estados e da Confederação Nacional da Indústria. É a primeira vez que o quadro completo destas lideranças fica consolidado em uma apresentação única, destacando-se as opiniões e reivindicações dos dirigentes do setor. O jornal informa, também, que “a redução da jornada para 40 horas é o foco de preocupação”.

É aí que a porca torce o rabo.

Todas as direções empresariais, envolvidas em uma cortina de fumaça ideológica e regressiva, combatem a redução da jornada, nenhuma delas percebendo o alcance pró-cíclico de tal redução na marcha atual da economia. Onde estão – se é que existem hoje – os Severo Gomes e os Dílson Funaro? Os senhores da indústria, emprenhados pelo ouvido, como a virgem Maria dos evangelhos apócrifos, têm conseguido expressar opiniões que passam longe da realidade vivida (até mesmo das reduções já existentes e negociadas) e se encantam com as desorientações dos escribas de aluguel, falsos ideólogos (redundância necessária) que têm, como o Chacrinha, mais confundido que esclarecido.

Desde que a campanha sindical pela redução tomou corpo nas empresas e no Congresso Nacional, houve quatro grandes fases dos argumentos esgrimidos pelo empresariado. Em um primeiro momento a redução afetaria a competitividade externa da economia brasileira. O reconhecimento do papel estratégico do mercado interno na superação da crise anulou essa argumentação. Depois foi mencionado o efeito desorganizador da redução, em especial para as pequenas e médias empresas. A alta produtividade e a alternativa possível de reduções graduais no tempo esvaziaram este argumento. Foi então convocado o velho chavão do choque entre o legislado e o negociado: reduções seriam bem-vindas se fossem negociadas. Mas na vida real a negação ideológica da redução faz com que as negociações propostas não sejam aceitas. E, finalmente, quando cresceu no Congresso a pressão pelo voto, foi inventado o argumento do “caráter eleitoreiro” da campanha, como se a economia, a justiça social e o progresso tivessem que ser penalizados pelo calendário.

Em todas as quatro fases assacou-se despudoradamente o absurdo de que a redução da jornada aumentaria o desemprego.

A pobreza teórica dos dirigentes patronais os faz esquecer que, em vários assuntos, os seus interesses foram também defendidos pelos dirigentes sindicais que compreenderam o alcance das propostas; o resultado deste casamento virtuoso foram as vitórias na luta contra os juros altos e os spreads bancários, na eliminação temporária do IPI em vários setores, na correção da tabela do imposto de renda e na taxação emergencial do aço chinês.

A timidez do setor industrial fez com que a vitória no reajuste do salário mínimo fosse vitória exclusiva do movimento sindical e do presidente Lula, com efeito benéfico para todos.

Os empresários agiriam com mais sabedoria se, abandonando a falsa orientação agressiva contra a redução, e superada a passividade que revelaram na luta pelo reajuste do mínimo, passassem a defender em seu próprio interesse a redução constitucional da jornada.

quinta-feira, 18 de março de 2010

ONU: Lula reduz a população nas favelas. Bye-bye Serra 2010 (FHC vai cortar os pulsos).


Leia o que diz o amigo navegante zquinha:

Da série FHC vai se enforcar:

População de favelas cai 16% no País

Brasil
O relatório afirma que o Brasil reduziu em 16% a população de habitantes de favelas. Cerca de 10,4 milhões de pessoas deixaram este tipo de habitação.

A fatia de pessoas que moram em favelas diminuiu de 31.5% para 26,4% em dez anos devido a adoção de políticas econômicas e sociais, a diminuição da taxa de natalidade e da migração do campo para a cidade.

Além disso, a criação do ministério das Cidades, a adoção de uma emenda constitucional afirmando o direito do cidadão à moradia e os subsídios de materiais de construção, terrenos e serviços são apontados como responsáveis pela diminuição do número de favelados.

Em tempo: as favelas não parecem diminuir embaixo das moradias dos filhos do Roberto Marinho (eles não tem nome próprio). É por isso que as Organizações (?) Globo são a favor da remoção.

Paulo Henrique Amorim